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Niyama
Blog Niyama

10 maneiras de se empoderar para criar mudanças positivas

Culpa, cansaço, raiva e frustração são normais, mas não ajudam a promover a mudança
24/11/2017 18:03 24/11/2017 21:53

Com o fim do ano chegando, a gente sempre acaba olhando pra trás e fazendo uma avaliação do que passou - ou, então, desejando o que queremos para o ano que chega.

2017 foi tenso. Se pararmos para prestar atenção no lado negativo do estado de espírito da sociedade como um todo, é possível perceber muita polaridade, ódio, tristeza e cansaço. Muita gente sente que já não aguenta mais uma série de situações - seja nas suas vidas pessoais ou na sua cidade, estado ou país. Só que as sensações de fadiga, mãos atadas, raiva e frustração, embora sejam muito naturais, não ajudam a promover mudança.

O hábito de reclamar, xingar ou compartilhar posts nas redes sociais, assistir a notícias repetidamente e reclamar para amigos ou família apenas alimentam os sentimentos ruins de que não estamos conseguindo fazer nada. Ajudam muito pouco a nos melhorarmos individualmente e como sociedade. Então o que podemos fazer?

No site Yoga International, uma instrutora de yoga e meditação relata uma experiência interessante que decidiu ter, durante esse ano. Molly Birkholm fez uma resolução de não reclamar sobre nada que não estivesse, de alguma forma, trabalhando para mudar. Com o passar dos meses, concluiu que há dez atitudes que todo mundo pode tomar para se empoderar e de fato criar ações para a mudança, seja no âmbito pessoal ou global.

1. Conecte-se consigo mesmo e com o que você sente, com as emoções que podem estar surgindo. Cuide de você mesmo e busque maneiras de manter-se centrado no dia-a-dia.

2. Tenha em mente que se sentir mal por alguma coisa não muda nada. É importante sim deixar vir as emoções e senti-las, mas quando tristeza, raiva ou medo superam a nossa habilidade de agir, perdemos nosso poder de mudança.

3. Concentre-se nos problemas que tocam o seu coração. E tome uma atitude em relação a eles. É muito fácil a gente se distrair com problemas alheios. Mas o que realmente afeta a sua vida? Onde você consegue, de fato, fazer alguma diferença?

4. Evite ficar sobrecarregado. Ninguém precisa carregar o mundo nos ombros.
E em situações desafiadoras, concentre-se no lado positivo - nem que isso seja o que você pode tirar de aprendizado da situação.

5. Encontre uma comunidade. A gente consegue fazer mais coisas quando nos unimos. Busque pessoas que também se identificam com a sua causa e alimente-se dessa energia de trabalhar de forma coletiva.

6. Pratique auto-compaixão, paciência e reflexão. É comum nos concentrarmos em o que podíamos ter feito ou que devíamos ter feito mais e melhor. Isso acaba nos desencorajando, muitas vezes, e minimiza a importância dos nossos esforços. Pensar mais positivamente ajuda o cérebro a se desacostumar com o padrão negativo e isso pode aumentar a sua proatividade.

7. Seja resiliente e evite desencorajamento. Se você busca uma mudança cultural ou comportamental, de alguma forma, lembre-se que isso não acontece da noite para o dia. O progresso não é sempre linear e a adversidade e maus momentos virão, mas a melhora só acontece com o tempo. Plante sementes.

8. Priorize seu tempo. É comum pensarmos que não temos tempo suficiente para ajudar. Mas temos. Dizer “não tenho tempo para isso” é uma maneira mais suave de dizer “não priorizo isso”. E tudo bem! Mas pense em aonde você investe o seu tempo e se isso de fato lhe traz satisfação e desenvolvimento.

9. Cuide de si mesmo. Ajudar os outros ou promover mudança exige energia. E você não pode dar energia se está faltando para você. Lembre-se de reservar um tempo pra você mesmo. Elimine atividades que podem parecer relaxantes, mas ocupam a mente, como olhar a timeline do Facebook ou assistir televisão por horas. Busque atividades que conectem você com você mesmo e seus pensamentos.

10. Não esqueça do poder do pensamento positivo, da energia positiva, da oração e da meditação. São formas excelentes de manter você mais em paz no meio da adversidade. Na próxima vez que medo ou preocupações surgirem, deixe que eles se cerquem de amor, presença e compaixão.

Como disse a Molly, o mundo pode ser mudado por pessoas que conseguem sentir o sofrimento e comparecer para tomar uma atitude. Só sofrer, não ajuda.

Tenha um ótimo fim de semana!


Jornal NH

Niyama

por Raquel Reckziegel
raquel.reckziegel@gruposinos.com.br

Mente. Energia vital. Autoconhecimento. Respeito ao corpo, aos próprios limites e ao mundo em que vivemos. A prática do yoga vai muito (mas muito mesmo!) além de meia dúzia de posturas de alongamento. O blog Niyama* surgiu justamente para apresentar um pouco desta fascinante filosofia de vida que se concentra não somente no corpo, mas em aquietar as flutuações da mente, curtir o presente e descobrir uma forma diferente de encarar a vida. Raquel Reckziegel é jornalista, especialista em Cultura Digital e Redes Sociais e editora web e de vídeo dos sites do Grupo Sinos, Pratica yoga há quatro anos. (*Niyama é uma espécie de "código de conduta" que permite ao praticante olhar para dentro de si seguindo cinco conceitos: pureza, ou saucha; contentamento, ou santosha; austeridade, ou tapas; auto-estudo, ou svadhyaya; e devoção (ishvara-pranidhana).

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