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Suzana Kunz

A faxina

Leia artigo de Suzana Kunz
09/11/2017 06:30

Suzana KunzSuzana Kunz é publicitária, especialista em Marketing e Psicologia

suzana@imagempropaganda.com.br


Tem frases e frases. Algumas a gente nunca esquece. “Eliminar para iluminar” é uma das minhas favoritas. Quando a ouvi, situava-se num contexto referindo-se ao sistema psico-físico que consiste na eliminação de pensamentos ruminantes, de bagagens provindas de emoções carregadas de culpas e outros pesos que a gente fica segurando sem necessidade. Um peso invisível a olhos vistos, mas muitas vezes sentido nos ombros tensos e doloridos, resposta que o corpo fornece como se estivesse avisando e sinalizando que estamos aguentando alguns excessos. Excessos acumulados pesam muito, tornando-se uma espécie de lixo que a gente costuma insistir em continuar carregando, mesmo que venha a dificultar a marcha na vida. A verdade é que se tem a sensação de que o peso não pode ser largado, como se nos pertencesse. Fizesse parte de nós.

Este hábito tão comum vale para inúmeras situações. Acúmulo de bens que aprisionam pela necessidade de manutenção, acúmulo de preocupações, acúmulo de afazeres e de fezes. Acúmulo de objetos que não usamos, como a toalha ou os talheres que guardamos para o Natal ou para quando talvez um dia, quem sabe, um momento especial.

Pois eu tive um surto de eliminação recentemente. Tirei do armário roupas que nunca usei e outras que considero muito bonitas nas não me servem há algum tempo. As mantive ali por anos a fio esperando poder usá-las em momento apropriado. Não foi fácil colocar na pilha para doação o casaco de couro cujo botão não fecha, mas agora que está feito, que alívio! Certamente o que não me serve e que pode ser considerado lixo, cairá como uma bênção à outrem, o que pode ser considerado luxo. Aparentemente, o armário ficou mais iluminado. Olho e enxergo apenas aquilo que realmente quero e posso vestir no momento atual da vida, sem interferência do improvável. Que sirva de inspiração para faxinas mais sutis.


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