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Alceu Feijó

Fatos & Baladas

Leia artigo de Alceu Feijó
10/11/2017 06:30

Alceu Feijó é jornalistaAlceu Feijó é jornalista

feijonh@gruposinos.com.br

Terra de águas - Pois a dupla Bala e Ita voltou do mundo que imaginou existir, com as provas de que realmente existia um mundo ainda não visto. Quem desejar decifrar esse início de texto deve comparecer, dia 14, na Fundação Scheffel, onde serão recebidos pela dupla internacional de fotografias inéditas. Ao colocar o nome da Bala antes do Ita, devem entender que as mulheres estão assumindo vertiginosamente as lideranças políticas, culturais, comerciais e industriais. Voltando ao assunto, agora ao natural antigo, o Ita e a Bala imaginaram que o Brasil tinha muito a mostrar a partir deste pensamento: “Nos deixamos levar pela correnteza, sonhamos acordados, e vimos um Brasil divino, caudaloso, colorido, cristalino, que fez com que fotografássemos com as almas inundadas, molhados do início ao fim.”

Desculpem - É um pedido de desculpa que faço aos dezenas de fotógrafos que praticamente colocam Novo Hamburgo na liderança fotográfica do Estado. Um dia vou enumerá-los. Já tentei, mas são tantos e tão capacitados que não consegui. Quando iniciava, lá pelos anos 1940, a manipular uma Edixa, mandando fotos para a Folha do Vinícius, os grandes fotógrafos da época já ensaiavam suas aposentadorias, como o Rex, em Novo Hamburgo, e o Brayer, em Hamburgo Velho. Imediatamente, foram surgindo jovens milagrosos, como o Ita, a Juliana, a Wichmann, os Reichert (pai e filhos). Sendo que o Paulo foi para Nova York trabalhar na Kodak.

Este predomínio fotográfico pertencia ao caxienses Mauro de Blanco e tantos outros. Hoje, Novo Hamburgo já ostenta a liderança na pintura com Scheffel e Scholles. Porém, abro um parênteses para destacar as fotografias da dupla Ita e Bala, que, como as pinturas do Scheffel, que bem jovem foi procurar a satisfação dos seus instintos na Europa. Ita & Bala já atravessaram o Atlântico, também criando um mundo que fica difícil, ao modesto editorialista, analisar profundamente como são os seus trabalhos.


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