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Aline Abrussi

Amor nem sempre é presença

Leia artigo de Aline Abrussi
11/11/2017 10:00

Aline AbrussiAline Abrussi é acadêmica de Relações Públicas

aline.schmidt@gruposinos.com.br


Há alguns meses, assisti a um vídeo intitulado Talvez você nunca tenha amado. O conteúdo é muito coerente. Quantas pessoas já amaram realmente? Talvez o maior ou único amor da sua vida não esteja ao seu lado, e por ele não estar presente, compartilhando os dias com você, seja considerado um desamor. É possível que o maior amor da sua vida não te faça feliz, mesmo te amando verdadeiramente, porque o amor genuíno é muito mais complexo do que podemos aceitar ou admitir. Talvez o amor da sua vida não vá compartilhar a cama, o teto, os despertares, as refeições, as tristezas e as alegrias. Mas isso não faz com que deixe de ser amor. Talvez a pessoa que faça isso com você diariamente nunca será tão amada quanto aquela que fisicamente não está mais ali.

O amor é compartilhar tudo isso. Amar é entrega. Mas, além de todas essas coisas, amar é se importar. Amar é sentir carinho e admiração tão grandes. É desejar que o ser amado seja imensamente feliz em qualquer lugar onde estiver. É ficar aflito e sentir dor com o sofrimento dele. É torcer para que a vida dele seja plena, já que você não pode interferir. É se sentir incomodado com a infelicidade dele. É acompanhar todo esse movimento, observar e se calar, porque a sua presença pode machucar.

Independente de o seu amor ser legítimo, às vezes ele não é compreendido nos padrões de relações que criamos ao passar dos séculos. A incompreensão do amor, como de fato ele é, nos traz uma dor também incompreendida, porque amor nem sempre é presença. Temos a urgência de sentir com as mãos e enxergar com os olhos. Queremos possuir. Queremos vivenciar. Queremos tocar. Não nos sentimos satisfeitos e plenos se o ser amado não está ao nosso alcance.


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