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Marcos Schmidt

República? Coisa do povo?

Leia artigo de Marcos Schmidt
14/11/2017 06:30

Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

O feriado da Proclamação da República é também da proclamação da folga em Brasília. Ninguém dos políticos nesta semana vai trabalhar. Só trabalham de terça a quinta, nada demais aumentar o privilégio. Este é o problema do povo trabalhador: os privilégios de alguns republicanos como se ainda vivessem na monarquia. Como fazer para que todos sejam iguais perante a lei? Bem complicado quando são eles lá em Brasília - e no resto deste País de monarcas folgados - que dizem o quanto vão trabalhar e quanto vão ganhar.

Este também é o perigo que se vive no chão do Marechal Deodoro quando o povo está cansado, enojado, decepcionado com sua proclamação. República vem de duas palavras latinas que significam “coisa do povo”. Mas, as coisas não são do povo. A segurança não é do povo, a educação não é, a saúde, e muitas outras coisas não são do povo. O que é do povo são altos impostos e a conta da folga dos digníssimos políticos de Brasília e demais “imperadores” sentados nos seus troninhos de interesses.

“Escutem, líderes e autoridades de Israel: Vocês deviam praticar a justiça e, no entanto, odeiam o bem e amam o mal”. Isto foi dito pelo profeta Miqueias chamado por Deus para denunciar as coisas feitas contra o povo. Todo o livro bíblico é um alerta contra pecados da injustiça social tão praticas hoje em nossa “não república”. Como estas: “Nas casas dos maus há riquezas que eles ajuntaram desonestamente (...) Autoridades exigem dinheiro por fora, e juízes recebem presentes para torcer a justiça. Os poderosos contam como vão satisfazer os seus maus desejos.” Mas o profeta vê uma luz através da promessa divina: “Belém Efrata, você é uma das menores cidades de Judá, mas do seu meio farei sair aquele que será rei de Israel.” É o Natal chegando, coisa do povo e para o povo. É a proclamação da esperança!


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