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Mauro Blankenheim

O braquetaço

"A cada vez que paramos nos postos de gasolina mais frequentados do planeta, os brasileiros, percebemos que o ontem não vale mais"
03/12/2017 06:50

Mauro BlankenheimMauro Blankenheim é publicitário
mauroblankenheim.com.br

Sentindo-se inconformado, como se diz no Face, onde próclises e mesóclises e ênclises são desrespeitadas a toda hora, concluo com certa dose de alegria, que o rombástico da Petrobras já está coberto.

Por outro lado, fico p* da vida por saber onde estão sendo captados estes recursos. Não seria lícito pensar que, onde o buraco foi aberto, ali mesmo seja enxertado?

Pois é. A cada vez que paramos nos postos de gasolina mais frequentados do planeta, os brasileiros, percebemos que o ontem não vale mais. Pagamos o preço do hoje, uma surpresa a cada nova mangueirada. Paradoxalmente, as pessoas não deixam de abastecer, como da mesma forma fariam se os preços no supermercado fossem catapultados, como já certa vez foram, a cada novo raiar do sol. Afinal, ter uma família, um carro e um pet são medidas que descontrolam qualquer realidade planejada de orçamento familiar.

Assim como, para boa parte do povo brasileiro, uma alimentação regular e frequente é habitual, o seu possante precisa beber com regularidade e certa volúpia, pois enfrenta a toda hora os para-e-anda do trânsito que transformaram os congestionamentos numa rotina na qual mais cedo ou mais tarde nos veremos cativos.

As soluções que nosso governo adota vira e mexe acabam enfiando a mão no bolso do povo, e até poderia arriscar que os sucessivos aumentos do combustível, que superam em muito os desmandos que foram descobertos na nossa principal distribuidora, são usados para cobrir déficits outros que não este, mais visível a olho nu.

De repente, a gasolina se torna o vilão propulsor de uma nova e velada chama inflacionária a qual não podemos extinguir, pois todo mundo literalmente se move e move seus negócios às custas do derivado petrolífero.

Por conta do arrocho que persegue inclusive os operadores dos postos, nota-se que o pessoal na bomba diminuiu sensivelmente e virou normal esperar na fila para receber atendimento. Algo que, de longe, lembra a crise mundial do petróleo em 1974.

Acredito que seja tarefa para um exímio gestor financeiro, lidar com tais volumes de estoque do carburante, cuidando para que não falte, não sobre e não gere prejuízo para o investidor. Desde muito tempo nos EUA a figura do frentista foi eliminada, a não ser nos longínquos e inóspitos desérticos sertões, onde o próprio gestor atende na bomba. Contrariando todo e qualquer axioma de bom senso, os postos de gasolina se viabilizam hoje mais como conveniência e point de encontros para encher a cara, ao invés do tanque, também para frisar que estes dois combustíveis tão próximos, são incompatíveis: bebida e gasolina.

*pirado



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