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Acusação

''Não passa de ação política'', diz esposa de ex-prefeito preso em Presidente Lucena

João Gilberto Stoffel foi detido por receptação de gado, mas foi solto no começo da tarde, após pagar a fiança de R$ 6 mil
14/11/2017 16:28 14/11/2017 20:11

Revoltada com a prisão em flagrante do marido, ocorrida na manhã de ontem (14), a ex-prefeita de Presidente Lucena, Rejani Stoffel, disse que a situação "não passa de ação política". Também ex-prefeito da cidade, João Gilberto Stoffel foi detido por receptação de gado. Ele foi solto no começo da tarde, após pagar a fiança de R$ 6 mil. "O que está acontecendo é uma grande injustiça. Não temos necessidade nenhuma de receber nenhum animal na nossa chácara, isso foi uma ação política, porque hoje já se tem medo de que ele seja candidato de novo", afirma.

Conforme a titular da Delegacia de Polícia de Ivoti, Michele Mendes Arigony, ele foi detido por receptação de gado furtado em uma propriedade vizinha. Ela explica que dois animais foram levados no sábado e, por meio de uma denúncia anônima, foram encontrados na chácara de Stoffel. "Recebemos a informação e constatamos que o gado estava lá. Os animais são de um vizinho", detalha Michele.

Rejani, entretanto, dá outra versão. Ela explica que não reside na propriedade, que fica na localidade de Arroio dos Ratos, mas que um senhor cuida do local. "No domingo de tarde ele viu que os animais estavam comendo o milho, estragando a plantação, aí ele tocou os terneiros para dentro do potreiro e tentou avisar o vizinho, mas não conseguiu", conta.

Ela diz ainda que somente na noite de segunda-feira ela e o marido ficaram sabendo da ação. "Ele não fez isso por má fé. Hoje (terça-feira) o Beto avisou para eles buscarem os animais e foi trabalhar no posto, aí apareceu a Polícia Civil e prendeu como se tivesse pegado os animais. É uma grande injustiça com a nossa família e vamos comprovar isso na Justiça", ressalta a ex-prefeita.

A dona dos animais, que preferiu não se identificar, defende que não há motivação política na questão. “Eu nem voto aqui e mesmo se votasse não tenho nada contra eles, nenhuma rixa. E não acusei ninguém, só fui dar parte na Polícia dos meus animais que sumiram. Uma denúncia anônima que informou que estavam lá e os policiais fotografaram tudo”, explica a autônoma de 27 anos.


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