Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Novo Hamburgo

''Ela ensinava muito sobre perdão'', diz filho de terapeuta morta em assalto

Velório ocorre na Funerária Krause e enterro está marcado para esta quinta-feira
29/11/2017 20:22 30/11/2017 08:44

Adriana Lima/GES-Especial
Terapeuta foi morta durante tentativa de assalto no bairro São Jorge
“Não busco por justiça porque envolve situações de magnitudes maiores como a carência econômica e a falta de amor. Essas pessoas que fizeram isso com ela não tiveram muitas oportunidades, não receberam afeto. Ela ensinava muito sobre perdão e eu agradeço porque eu pedi muito para não sentir nada relacionado à raiva e ela conseguiu me transmitir isso”. O desabafo, entre lágrimas, é de Guilherme Augusto Momberger Vittore, de 32 anos, o filho mais velho da terapeuta holística Lili Momberger, 55, morta durante tentativa de assalto na noite de terça-feira, dia 28, em Novo Hamburgo.

Guilherme conta que estava na casa da mãe quando recebeu a notícia. “Tinha saído para uma janta na casa de uma amiga, ela sempre participa de muitas confraternizações de fim de ano, e foi na quadra de trás o ocorrido”, relata. O velório teve início na tarde desta quarta-feira (29) na Funerária Krause, no bairro Hamburgo Velho. O enterro está marcado para as 14 horas desta quinta (30) no Cemitério Municipal Willy Martin. “Ela deixa muita saudade porque a gente só tem saudade das coisas boas. Não sinto a falta porque acho que é sinônimo de ausência e ela está ainda muito presente”, diz. Além do filho Guilherme, Lili deixa também a filha Lanna Momberger Moreira, 22, e o esposo, Ildo André Rebech, 61.

Ausência de testemunhas e escuridão podem dificultar investigação

A Polícia Civil já trabalha na apuração dos fatos envolvendo a morte da terapeuta hamburguense. De acordo com o delegado Alexandre Quintão, da 3ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, a investigação busca por imagens de câmeras de monitoramento para tentar entender a dinâmica do crime.

A ausência de testemunhas e a escuridão do local também podem dificultar a elucidação do caso. A princípio, nada foi levado da vítima. “Aguardamos a oitiva dos filhos após o enterro para saber se levaram alguma coisa. Diligências também serão feitas nesta quinta”, destaca o delegado.

Entenda o caso

Por volta das 21 horas da terça-feira (28), Lili seguia em uma Renault Duster, com placas de Taquara, para uma confraternização na casa de uma amiga. Ela trafegava pela Rua Anchieta quando, no cruzamento com a Jorge Schury, no bairro São Jorge, teve o carro atingido por dois disparos de arma de fogo.

Um dos tiros entrou pelo para-brisa dianteiro e o outro pelo vidro da janela esquerda. Neste último, a bala perfurou o vidro, atingiu a vítima abaixo do braço esquerdo, atravessou parte do corpo e saiu do lado direito. Segundo o relato de moradores à Brigada Militar, logo após os disparos dois homens foram vistos correndo em direção ao Loteamento Kephas e pelo menos um deles estaria armado. Viaturas fizeram buscas pelos bairros São Jorge e São José, mas não tiveram êxito.

*Colaborou Micheli Aguiar


Jornal NH
PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS