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Investigação

Polícia identifica um dos suspeitos do latrocínio que vitimou Lili Momberger

Outros dois jovens também foram flagrados por câmeras de segurança deixando o local do crime, no bairro São Jorge, na noite de terça-feira (28)
30/11/2017 12:23 30/11/2017 18:26

Facebook/Reprodução
Lili Momberger tinha 51 anos
A 3ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, por meio de imagens de câmeras de segurança, já identificou um dos suspeitos pela morte da terapeuta holística Lili Momberger, 55 anos.

A identidade dele não foi divulgada, mas o delegado Alexandre Quintão diz que se trata de um jovem com cabelo estilo moicano, raspado na lateral, que vestia um moletom com capuz na noite do crime. “Vamos solicitar em breve a prisão dele”, afirma. Lili foi morta ao ser atingida por um tiro durante uma tentativa de assalto, no bairro São Jorge, pouco antes das 21 horas da última terça-feira (28).

Alan Machado/GES
Mapa Crime Lili Momberger

A partir da análise de mais imagens e dos relatos de testemunhas, o delegado espera identificar rapidamente os outros dois jovens que também foram flagrados deixando o local do assassinato. “Trata-se de dois rapazes que usavam boné. Um deles, que estava de tênis brancos e de pele mais morena, seguiu pela Rua Esperança, enquanto o outro caminhou pela Rua Antonina com o que usava moletom. Os três voltam a se encontrar e fogem pela Javari. Há um pedestre, que usava uma mochila, que também passou pelo local e pode ajudar na identificação dos suspeitos”, destaca Quintão.

O sepultamento de Lili ocorreu na tarde de ontem, no Cemitério Municipal Willy Martin. Nos próximos dias, familiares também ser ouvidos pela Polícia. “A hipótese que estamos trabalhando é latrocínio, de que os suspeitos tenham tentado roubar o carro dela e acabaram efetuando o disparo”, comenta o delegado.

Denúncias

Informações sobre o paradeiro ou a identidade dos suspeitos podem ser enviadas por WhatsApp para a delegacia, pelo número (51) 99408-9780. O sigilo absoluto é garantido pela investigação.

Como teria ocorrido o crime

Conforme o delegado, até o momento foi possível apurar que, pouco antes das 21 horas, Lili seguia em uma Renault Duster prata pela Rua Esperança. Ela ia para uma confraternização na casa de uma amiga.

Ao trafegar na via, ela reduziu para entrar na Rua Anchieta, momento em que teria sido abordada pelo trio.

Quintão acredita que eles estavam escondidos, esperando alguém passar para efetuar o assalto. “Trata-se de uma área com pouca iluminação e algumas árvores, o que dificulta a visualização”, afirma.

Segundo o delegado, possivelmente Lili acelerou e um dos suspeitos disparou contra o carro. O tiro entrou pelo vidro da janela esquerda, atingindo a vítima abaixo do braço esquerdo. O projétil atravessou parte do corpo e saiu do lado direito, passando pelo coração.

O carro, sem controle, ainda colidiu contra um poste, na esquina com a Rua Engenheiro Jorge Schury. Lili não resistiu ao ferimento e faleceu no local.

Os criminosos fugiram pela Rua Esperança, se separando na esquina com a Rua Antonina – dois seguem por esta via enquanto o terceiro se mantém na Esperança. Um pedestre, usando uma mochila, também caminha pela Rua Antonina.

Conforme o delegado, os três voltam a se encontrar na altura da Rua Araranguá, andando pela Jorge Schury até a Rua Javari. Depois, não foram mais vistos.


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