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Economia

No mundo, aumento nas taxas de juros deve ser o maior desde 2006

Retomada econômica nos países ricos dará fim a estímulos monetários
26/12/2017 08:07 26/12/2017 08:07

Dez anos após a economia global ser atropelada por uma das maiores crises financeiras da História, o mundo se prepara para viver, em 2018, o período mais intenso de alta de taxa de juros desde 2006. A previsão dos analistas é de que, na média, o juro vá subir 1 ponto percentual nas economias avançadas. O ano de 2018 também vai marcar uma guinada nas políticas de estímulo monetário dos bancos centrais de países ricos.

Desde 2008, após o estouro da bolha do subprime (crédito imobiliário de alto risco nos EUA), governos de todo o mundo lançaram mão de políticas pouco ortodoxas para evitar que o tsunami financeiro se transformasse numa grande depressão das economias. A estratégia mais usada foi a injeção de recursos no mercado, via compra de ativos financeiros.

Menos dinheiro disponível

Em setembro passado, em média, os bancos centrais dos países ricos compravam cerca de US$ 126 bilhões por mês. No fim de 2018, essa injeção de recursos deve cair para US$ 18 bilhões. E a previsão da Bloomberg Economics é que, já na primeira metade de 2019, os estímulos acabem por completo. Para as economias em desenvolvimento, como o Brasil, juros mais altos nos países ricos significa menor disposição dos investidores globais em aplicar seus recursos por aqui.

O pano de fundo para esse aperto na política monetária global está nas previsões de que a economia mundial vá crescer 4% em 2018, seu maior ritmo desde 2011, quando teve seu primeiro suspiro pós-crise global de 2008. "Vemos o ano de 2018 como chave para a normalização (das políticas monetárias)" resume Victoria Clarke, economista na gestora Investec, em Londres.

O Citigroup prevê que, em 2018, o Federal Reserve (Fed, banco central americano) vai elevar a taxa de juros em três ocasiões. O JP Morgan estima quatro elevações. Na Europa, o Citi acredita que Reino Unido, Suécia e Noruega também elevará suas taxas, assim como Austrália e Nova Zelândia.


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