Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Peru

Após indulto, Fujimori pede perdão por atos de seu governo

População saiu às ruas protestar contra decisão do atual presidente Kuczynski
26/12/2017 13:38 26/12/2017 13:42

Juan Vita /AFP
População sai às ruas do Peru protestar contra o indulto concedido pelo presidente Kuczynski ao ex-presidente Fujimori
O ex-presidente peruano Alberto Fujimori pediu perdão pelos atos de seu governo (1990-2000) nesta terça-feira (26), dois dias depois de receber um polêmico indulto do presidente Pedro Pablo Kuczynski.

"Estou consciente de que os resultados durante meu governo por uma parte foram bem recebidos, mas reconheço que desapontaram outros compatriotas. A eles peço perdão de todo coração", afirmou Fujimori, de 79 anos e internado em uma clínica por problemas circulatórios, em um vídeo postado no Facebook.

O indulto dado a Fujimori, decretado na véspera do Natal, desatou uma nova crise política contra Kuckynski, que, na quinta-feira, se livrou de ser destituído pelo Congresso ao receber apoio de uma parte do fujimorismo.

Isso motivou muitos protestos contra o indulto a Fujimori, que cumpria pena de 25 anos de prisão por crimes contra a humanidade.

As reações ao indulto a Fujimori mostraram um Peru polarizado, dividido entre simpatizantes do fujimorismo e a indignação de seus críticos, que pretendem impugnar a medida em tribunais internacionais.

"O que aconteceu não garante a estabilidade, estamos avançando para uma nova instabilidade", disse à AFP o analista Mirko Lauer.

O contexto da decisão de Kuczynski, três dias depois de evitar seu afastamento do cargo pelo Congresso sob a acusação de mentir por não revelar serviços de assessoria à empreiteira brasileira Odebrecht, alimentou a fúria do antifujimorismo.

O fracasso da moção para destituir Kuczynski na quinta-feira passada no Congresso evidenciou as divergências entre os irmãos Keiko e Kenji Fujimori.

Kenji Fujimori desobedeceu a ordem do partido liderado por sua irmã e não votou pela destituição, optando pela abstenção. Ele foi acompanhado por outros nove congressistas, o que provocou o fracasso da moção Kuczynski.

"É evidente que aconteceu uma troca da destituição pelo indulto", destacou Lauer.


Jornal NH
PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS