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Entrevista

'Daremos nosso melhor', garante técnico do Aimoré sobre a Copa São Paulo

Estreia do Índio na Copinha acontece quarta-feira, 3 de janeiro, contra o Oeste
28/12/2017 08:32 28/12/2017 09:56

Daniel Stein Rohr/Daniel Stein Rohr/GES-Especial
Técnico carioca percebe evolução na adaptação do grupo, elogia a qualidade técnica dos atletas
Com mais de 20 anos de experiência à frente de equipes da categoria de base, o técnico Luiz Felipe, que comandará o Aimoré na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2018, tem exatos 25 dias para transmitir sua metodologia de trabalho aos atletas, implementar o modelo de jogo e preparar a equipe para a maior competição de categorias de base em nível nacional.

Depois de três amistosos e 21 dias de trabalho, o técnico carioca percebe evolução na adaptação do grupo, elogia a qualidade técnica dos atletas e projeta uma grande estreia na Copinha, na próxima quarta-feira, dia 3, contra o Oeste, para encaminhar a classificação do Aimoré na primeira fase. O treinador, que tem no currículo o título do Campeonato Brasileiro sub-20 de 2015 pelo Fluminense, garante que dará continuidade ao trabalho realizado por Arilson Costa desde 2013, até porque a comissão técnica dos juniores foi mantida. “Procurei conversar muito, o pessoal me passou o que vinha sendo feito. Estou introduzindo a minha metodologia de trabalho. Procurei ser justo e dar oportunidade a todos do grupo”, disse o treinador em entrevista.

Entrevista

Luiz Felipe, Técnico da categoria de base do Aimoré

Nos primeiros dias, percebemos que o grupo teve dificuldades para se adaptar à metodologia de treinamento. Como está a adaptação agora?

Na realidade, toda mudança gera um pouco de dificuldade de adaptação, não só dos atletas, mas também minha. É um tempo muito pequeno para trabalhar. Se eu tivesse dois ou três meses, seria mais tranquilo, mas tenho só 25 dias de trabalho. Mudança não é tão simples, mas hoje grupo está totalmente à vontade. O grupo já entendeu minha metodologia, está tendo o encaixe que a gente queria. Essa semana tem sido muito proveitosa.

Como você avalia a qualidade do grupo? Já conhecia os atletas?

Eu conhecia poucos atletas, não o grupo todo. Trabalhei com o Diego Carioca no Fluminense, e também com o Otávio e o Rhainer. Os outros atletas eu tinha alguma indicação. Posso dizer que é um grupo de extrema qualidade, tem tudo para gente fazer uma grande Taça.

O grupo está pronto para a Copinha?

Dei continuidade ao trabalho que vinha sendo feito, mas agora já temos uma montagem do grupo mais ou menos como a gente quer. Nesse pouco tempo final, podem acontecer algumas mudanças, mas já temos imagem da equipe ideal.

Nos três amistosos de preparação, os resultados não foram positivos. Você percebeu evolução?

Acho que a equipe cresceu em cada amistoso, independentemente do resultado, que pode ser estranho para o torcedor. O desempenho coletivo era o mais importante, porque a Copa São Paulo é o objetivo maior. Se tivéssemos uma vitória, poderia esconder muita coisa que podemos evoluir. A derrota às vezes mostra coisas que precisam ser evoluídas.

Como você gosta de ver suas equipes jogando?

A equipe tem que ser equilibrada, não basta ser eficiente na defesa sem eficiência no ataque. Valorizo o equilíbrio entre setores, sem fugir da característica do futebol brasileiro, que é um futebol alegre, com criatividade, ofensivo. Mas também responsável, equilibrado, com organização tática. É o que tentei implantar nos treinamentos.

O que o torcedor do Aimoré pode esperar dos guris nesta Copinha?

Não importa a chave em que você se encontra, a Copinha é muito difícil. Serão 128 clubes do Brasil, e só um chega ao título. É uma competição de tiro curto, muito difícil. Nosso planejamento estratégico é da primeira fase, porque são três jogos em seis dias. Estamos pensando em fazer uma grande estreia contra o Oeste. O que eu posso dizer para o torcedor é que a equipe está muito motivada, esperamos representar o Aimoré da melhor maneira possível. Vamos fazer o nosso melhor e viver cada momento.


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