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Saúde do recém-nascido

Teste do Pezinho detecta seis doenças genéticas ou congênitas

Exame é rápido e há técnicas para diminuir a sensação de dor
18/12/2017 13:00

Hospital São Francisco de Assis/Divulgação
Teste do Pezinho é feito no calcanhar do bebê
Quando um bebê nasce é essencial que seja feito o teste do pezinho, mas para muitos pais, é dolorido ver seu filho receber uma agulhada no calcanhar.

Parece ser muito dolorido, mas de acordo com a enfermeira especialista em Materno Infantil, Márcia Ganzer Senger, o exame é rápido e há técnicas para diminuir a sensação de dor.

“O teste do pezinho é feito no calcanhar do bebê, local vascularizado e de fácil coleta do material. Para amenizar a dor, também têm algumas técnicas que auxiliam para não sentir dor, como por exemplo, a mãe amamentar o bebê e segurá-lo no colo em posição de arroto”, destaca a enfermeira Márcia, que é a responsável do Posto de Coleta para Triagem Neonatal do Hospital São Francisco de Assis (HSFA), de Parobé.

O teste do pezinho é um exame de prevenção fundamental para a saúde da criança, pois garante que doenças raras sejam detectadas precocemente e o tratamento adequado iniciado o quanto antes. Por esse motivo, o procedimento deve ser realizado em um período específico: a partir do terceiro dia de vida do bebê e até no máximo no quinto dia após o nascimento.

“Para realizar a coleta, são necessárias umas gotinhas de sangue do calcanhar dos recém-nascidos. Estas gotinhas são preenchidas num cartão de coleta com papel-filtro. Em Parobé, o material coletado é encaminhado ao Laboratório de Referência em Triagem Neonatal do Rio Grande do Sul, no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas em Porto Alegre para análise”, explica Márcia.

Triagem

A coleta é priorizada pelo Ministério da Saúde entre o 3º e o 5º dia de vida do recém-nascido. No Estado, bebês que permanecem internados conforme orientação e protocolo do Laboratório de Referência em Triagem Neonatal/RS a coleta é realizada no 5º dia de vida, independentemente das condições clínicas apresentadas. “Em algumas situações são realizadas recoletas, mas são casos especiais, recém-nascidos que receberão transfusão sanguínea por exemplo”, ressalta a enfermeira especialista.

Tipos de doenças

Obrigatório e gratuito em todo o território nacional desde 1992, o exame básico atualmente identifica seis enfermidades:

- Fenilcetonúria: causada pela ausência ou diminuição da atividade de uma enzima que quebra a fenilalanina em tirosina, o que pode levar a um quadro clínico de deficiência intelectual;

- Hipotireoidismo congênito: decorrente da falta ou produção insuficiente de hormônios da tireoide que são essenciais para o desenvolvimento neurológico;

- Deficiência de biotinidase: impede que a vitamina biotina, presente nos alimentos, seja aproveitada pelo organismo, o que interfere no desenvolvimento intelectual da criança;

- Fibrose cística: doença crônica que atinge os pulmões, pâncreas e o sistema digestivo e causa secreções pulmonares e má absorção intestinal;

- Anemia falciforme: causada por uma alteração na estrutura da molécula de hemoglobina e compromete o transporte de oxigênio, provocando graves prejuízos a diferentes tecidos e órgãos;

- Hiperplasia adrenal congênita: afeta o funcionamento das glândulas adrenais e pode influenciar no desenvolvimento sexual de meninos e meninas e na perda de sal.

- Além do exame básico, é possível fazer o teste ampliado. Esses exames ampliados são pagos.

Fonte: Ministério da Saúde


Jornal NH
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