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Imunização

Pediatras são contra aplicação de vacinas em farmácias

Profissionais argumentam que medida pode trazer problemas à saúde da população, especialmente crianças e adolescentes
18/12/2017 14:36 18/12/2017 14:38

Profissionais da saúde se manifestaram contra a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a aplicação de vacinas em farmácias - a liberação foi anunciada no último dia 12. Em nota, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) pede que a decisão seja revista com urgência, "por conta dos problemas que pode causar à saúde da população, em especial de crianças e adolescentes". Entre os problemas identificados por pediatras na medida anunciada estão fatores como, a inexistência de médicos nas farmácias e drogarias, que “ devem estar presentes em locais de vacinação para diagnosticar casos de eventos adversos nas suas múltiplas formas de manifestação”.

Além disso, a SBP chama a atenção para o fato de que a existência de uma rede de vacinas em postos de saúde e hospitais, com distribuição gratuita, tornaria a medida desnecessária, pois farmácias costumam funcionar nas proximidades desses serviços públicos. Finalmente, o texto destaca que “permitir a venda e aplicação de vacinas em drogarias e farmácias banaliza seu uso e torna a vacinação mais um produto com finalidade comercial do que uma estratégia para a prevenção de doenças”.

Nova regra

A resolução aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa determina que para oferecer e aplicar vacinas, a farmácia precisa ter uma identificação clara. Além disso, o local deve obedecer regras de qualidade e segurança, como ter licenciamento e inscrição no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, ter profissional legalmente habilitado, capacitação permanente dos profissionais e instalações adequadas.

Já os usuários precisam levar receita médica para fazer as vacinas que são opcionais. Para aquelas do calendário básico, não é exigida receita, mas é preciso pagar pelo produto. As farmácias devem entregar uma carteirinha de vacinação para quem não tiver o documento, ou não levar. 

A fiscalização dos estabelecimentos será feita pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. 



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