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Cores e aromas

109ª Exposição de Orquídeas segue neste domingo em São Leopoldo

Sociedade Leopoldense de Orquidófilos encerra o evento com instruções sobre cultivo da planta
07/01/2018 10:40 07/01/2018 10:48

Diego da Rosa/GES
Diversidade: espécies se destacam pela perfeição nos formatos e cores
A 109ª Exposição de Orquídeas da Sociedade Leopoldense de Orquidófilos poderia passar
despercebida não fosse o perfume das plantas. Na entrada da sede da entidade, na Avenida Theodomiro Porto da Fonseca, 470, em São Leopoldo, dá para sentir o cheiros das flores. Na manhã do último sábado (6) começaram as avaliações, realizadas por uma comissão da Federação Gaúcha de Orquidófilos, e também já estava a aberta a comercialização de plantas e produtos para cultivo de orquídeas.



Neste domingo (7) a programação segue, porém com atrativo para os iniciantes. Às 10 horas ocorre a mini-oficina de orquídeas, que é gratuita. Na oficina, os participantes aprendem sobre as diferenças entre as espécies e os cuidados específicos que se deve tomar com cada uma. Informações como o período de floração da planta são algumas das dicas para quem quer se aventurar no universo de cores e perfumes dessas epífitas.

A época em que a flor desabrocha influencia o calendário de exposições. O presidente da Federação Gaúcha de Orquidófilos, Carlos Roberto Griebeler, as espécies florescem de acordo com o clima. Entre dezembro e janeiro, a espécie Cattleya leopoldii é a que está em floração, que tem o perfume como característica marcante. “Pelo fato desta época ser o período de floração da leopoldii é que ela é o tema da exposição”, observa o presidente da Sociedade Leopoldense de Orquidófilos, Sinval Trovo.

Criatividade

Diego da Rosa/GES
Adelmo transformou ossadas em vasos de flor
A sede da Sociedade de Orquidófilos abriga em torno de 300 plantas, entre as quais estão exemplares de Cattleya leopoldii e de outras espécies, que também têm o aroma como
característica. Da porta do prédio é possível sentir por que a exposição é conhecida como “perfumada”. Entre os participantes, o produtor de Guaíba, Adelmo Carlos Pocharski, chama a atenção pela forma como cultiva as orquídeas. “Gosto de inovar. Já plantei
orquídea em pedaço de madeira, em tijolo até que tive a ideia de plantar no osso. Deu certo, porque tem bastante cálcio e faz bem para a planta”, explica.

Pocharski conta que costuma adentrar o mato em busca de ossada de animais mortos para usar como vaso para as orquídeas. Além de expor, ele fez parte da comissão julgadora.


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