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Longe de casa

Hamburguense vai jogar em Hong Kong

Centroavante Tiago De Leonço, ex-Noia, vai defender o R&F nesta temporada
02/01/2018 19:44 02/01/2018 19:49

Juarez Machado/GES
Tiago mostra a foto do avô Lauro De Leonço em um dos quadros antigos do Noia no Estádio do Vale
De Novo Hamburgo a Portugal, depois para Dinamarca, Chipre e agora Hong Kong. O centroavante hamburguense Tiago De Leonço, de 25 anos, viaja na noite desta terça-feira para iniciar os trabalhos no R&F, que seria o time “B” do Guangzhou R&F, da China. Ele vai morar e treinar em território chinês, mas disputará a primeira divisão do futebol de Hong Kong, que é considerado um país independente. Mas antes de partir para o continente asiático, De Leonço passou as duas últimas semanas na região para rever familiares e amigos, já que assinou contrato de um ano e meio com o novo clube.

“Estou com 25 anos, sei que o futebol não é fácil e é muito rápido. Vou na expectativa de jogar nesse time de Hong Kong e fazer gols. Esse clube sempre coloca estrangeiros no time “B”, e caso precise sobe alguns. Sai mais barato que buscar outro jogador fora. Eles me compraram do Chipre (AEL Limassol). Isso nunca tinha acontecido comigo. Estou bem feliz, porque já queria entrar nesse mercado da Ásia”, destacou De Leonço. “O campeonato (de Hong Kong) não é tão forte, mas pode ser um trampolim para outros mercados da Ásia”, completou o jogador hamburguense.

ORIGENS
De Leonço deixou o País em 2013 em busca de novas oportunidades no futebol, mas nunca esqueceu das suas origens. Nesta terça-feira, ele foi ao Estádio do Vale, onde começou sua carreira nas categorias de base, tendo atuado também no profissional do Anilado, e relembrou os bons tempos. O avô de Tiago, Lauro De Leonço, conhecido como Crespo, foi lateral-esquerdo do Floriano (cinco vezes vice-campeão gaúcho nas décadas de 40 e 50), e não é à toa que o futebol está no sangue. “Não consegui ver meu vô jogar, e ele não conseguiu me passar muita coisa, porque quando eu era lúcido para entender, ele já não era, estava bem velhinho. Mas ouvi muito falar dele aqui no Novo Hamburgo. Dizem que era o único que conseguia marcar o Tesourinha (ídolo do Inter na época do Rolo Compressor nos anos 40). Meu pai (Gerson, o Crespinho) também jogou no Novo Hamburgo, Aimoré e Chapecoense. Estou seguindo a linha. Mas eu já levo o sobrenome (nenhum apelido), nas minhas camisas coloco ele”, contou Tiago.

Media Team/Divulgação
De Leonço comemora um dos gols feitos no Chipre
Melhores momentos no futebol da Dinamarca e do Chipre

Conforme Tiago, seus melhores momentos na carreira até agora foram na Dinamarca e no Chipre, onde balançou as redes mais vezes. “A primeira vez que saí do País estava aqui no Novo Hamburgo e fui para Portugal. Tinha contrato aqui e eles me liberaram. Fui para o Santa Clara, jogar a segunda divisão, joguei um ano lá, e depois fiquei sete meses parado. Voltei depois para o Leixões, fiquei cinco meses, e após fui para o Farense, também de Portugal, onde fiquei seis meses. De lá fui para a Dinamarca (Vendsyssel), onde tive mais sucesso, joguei a segunda divisão, fiz 40 jogos e 20 gols. E depois fui para o Chipre, na minha primeira experiência em um times de primeira divisão da Europa. Fui bem, fiz 10 jogos, seis como titular, marcando quatro gols. Aí pintou essa nova oportunidade (no R&F)”, contou o centroavante, que tem uma comemoração clássica, a “fica de olho”.


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