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Terça-feira

Sacrificio humano

Confira o artigo do pastor Marcos Schmidt
09/01/2018 14:33 09/01/2018 14:34

Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano marcos.ielb@gmail.com

O sacrifício humano era uma prática comum em certas culturas da antiguidade. Ritos macabros para aplacar a ira de uma divindade ou de uma força espiritual. Os astecas do antigo México, há 500 anos atrás, sacrificavam diariamente uma pessoa para ajudar o Sol a nascer. No topo dos Andes argentino foram encontradas três múmias - as famosas “crianças de Llullailaco” - sacrificadas pelos incas. E agora surge esta notícia, também de crianças argentinas, imoladas num templo satânico em Gravataí. Na Bíblia também há relatos destes horríveis rituais praticados por gente que oferecia seus filhos para serem queimados como oferenda aos deuses (2 Reis 3.27 e 2 Crônicas 28.2-3). Até alguns reis israelitas imitaram estes holocaustos, a exemplo dos reis Acaz e Manassés, sempre registrado com a advertência que isto desagradava ao “Senhor, o Deus de Israel”. Mas, como entender a principal história bíblica do Filho de Deus sacrificado na cruz? Paulo concorda: “para os judeus é escândalo e para os não-judeus é loucura” (1 Coríntios 1.23). Mas, o apóstolo responde que o que parece loucura e fraqueza de Deus é sabedoria e poder dele. Nesta troca, de seu Filho no lugar do ser humano, lembra em outra carta que a grande vontade divina é o ser humano oferecer-se completamente em “sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a ele” (Romanos 12.1). O texto bíblico segue com uma lista deste culto, todos no altar do “amor ao próximo”. Pensando bem, o ritual satânico destas crianças argentinas acontece de forma velada com outros nomes numa sociedade que sempre procurou prosperidade, riqueza, sucesso. Quantas crianças são esquartejadas neste mundo, vítimas da ganância, egoísmo, fortuna? É incoerente nosso horror com este holocausto diabólico quando, no mundo, 55 milhões de crianças são assassinadas anualmente já no ventre materno e 16 mil morrem de fome a cada dia. E aquelas “sacrificadas” na luxúria de um lar sem amor? Ó Deus, tem piedade de nós!


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