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Política

Alckmin defende candidaturas de Maia e Luciano Huck

Governador de São Paulo estimulou a entrada de novas lideranças na política
09/01/2018 18:40 09/01/2018 18:40

Divulgação
Geraldo Alckmin
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira (9) concordar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que defendeu o lançamento de diversos candidatos de centro na eleição presidencial deste ano. Alckmin, que também é presidente do PSDB e pré-candidato à presidência, afirmou que estimula a entrada de novas lideranças na política, e ressaltou que defendeu inclusive a candidatura do apresentador Luciano Huck, considerado por alguns uma alternativa caso a candidatura do governador de São Paulo não deslanche.

"O Rodrigo Maia tem toda razão quando diz que não tem de ser um candidato só de centro. Isso é natural. O Brasil não segue o modelo americano de apenas dois partidos. Há aqui uma fragmentação partidária enorme. Isso estimula ter uma multiplicidade de candidatos. E tem o segundo turno", disse Alckmin, lembrando que o DEM é um aliado antigo do PSDB.

Além de Rodrigo Maia, Alckmin também elogiou Luciano Huck e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), destacando que é preciso renovação para que a política não seja um "clube de má fama".

"Eu tenho um grande apreço pelo Democratas, foi sempre nosso parceiro em São Paulo, tem bons quadros, lideranças jovens importantes, o Rodrigo, o ACM Neto. Respeitamos profundamente o DEM. Vamos deixar as coisas caminharem, o curso natural vai ocorrer. O Brasil ganha com isso. Não devemos inibir novas lideranças. Eu estimulei o quanto pude a entrada do Luciano Huck. Temos que trazer novas lideranças, a política não pode ser um clube de má fama", declarou.

O governador de São Paulo recomendou calma para os aliados que estão incomodados com o seu fraco desempenho nas pesquisas eleitorais: ele oscilou entre 6% e 9% de intenções de votos no último levantamento do Datafolha, divulgado no início de dezembro.

"É preciso controlar o estresse. Essas coisas são definidas lá na frente", afirmou o governador, recomendando acupuntura para quem está ansioso.

Alckmin acredita que a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) nas pesquisas eleitorais não irá se sustentar.

"O sofrimento da população brasileira vai levar a uma eleição de muita qualidade, no sentindo de que os candidatos terão que falar a verdade", disse.

"ESPECIALISTA EM GANHAR DO PT"

Ele acha que a definição da candidatura de Lula não acontecerá no dia 24 de janeiro, quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) julga o recurso do ex-presidente contra sua condenação em primeira instância, e disse "especialista" em derrotar o PT.

"Estou preparado. As campanhas no presidencialismo são de caneladas e estou preparado para isso. Eleição você não escolhe o concorrente e não há eleição fácil, é natural que as campanhas sejam duras. Mas no PSDB somos especialistas em ganhar do PT, em São Paulo ganhamos todas. Em 2016 foi 644 a um, só perdemos em Hortolândia. Em 2006, quando perdi para Lula, a reeleição desequilibrou a disputa. Lula continuou no cargo e eu tive que sair seis meses antes. E o PT não tem limites, os fins justificam os meios", disse Alckmin, dizendo que é a favor de um mandato só de cinco anos sem reeleição.

Ele também alfinetou a baixa adesão das caravanas feitas pelo ex-presidente em várias regiões do país.

"Não teve a força lá de trás. Não teve a mesma espontaneidade, foi meio chapa branca, meio chapa PT", ironizou.

O governador afirmou que irá anunciar na próxima semana o coordenador da equipe que está elaborando seu plano de governo para a eleição. Ele confirmou que haverá prévias para a escolha do candidato do PSDB "o outro pré-candidato é o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio", mas ressaltou que seu plano de governo já deverá fazer parte dos debates.

"Semana que vamos anunciar a noiva. O Armínio Fraga sou o maior fã, mas vamos deixar lá para a frente, para a semana que vem. A ideia é ter uma equipe, mas é preciso alguém para coordenar", disse Alckmin.

Ele diz que hoje é preciso estar ativo nas redes sociais, mas é fundamental estar perto das pessoas, por isso dois dias na semana ele dedica a visitar municípios.

"Desde cedo sempre gostei de amassar barro. Rede social é importante, mas é preciso estar mais próximo das pessoas. Me perguntaram: você gosta de café? Eu disse não, mesmo tomando 20 cafés por dia, o que gosto é de gente. O café é uma forma de estar perto das pessoas", disse Alckmin.

Alckmin viajou para Brasília para participar de um reunião na sede do PSDB e da posse da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) no Ministério do Trabalho, que acabou sendo suspensa. Ele disse que tem muito apreço pelo pai de Cristiane, o ex-deputado Roberto Jefferson, condenado no mensalão.

Pelo balanço feito na reunião, com o tesoureiro Silvio Torres (PSDB-SP) e João Almeida, membro da executiva, os tucanos devem disputar com candidato próprio o governo de 10 estados, incluindo São Paulo.


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