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Economia

Governo tem rombo de R$ 124,4 bilhões em 2017, o segundo pior da história

Meta era de déficit 159 bilhões de reais para o ano passado
29/01/2018 17:44 29/01/2018 17:56

Agência Brasil
2017 foi o quarto ano seguido de déficits do governo central
O governo central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou déficit primário de R$ 124,4 bilhões no fechamento de 2017. Esse valor é o segundo pior da série histórica.

Em 2016, as contas do governo central ficaram negativas em R$ 161,3 bilhões. A secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, ressaltou que esse foi o quarto ano seguido de déficits do governo central.

De acordo com relatório divulgado pelo Tesouro, a arrecadação ficou R$ 4,6 bilhões acima do esperado no último relatório bimestral de avaliação fiscal. Já as despesas ficaram R$ 30 bilhões abaixo da expectativa.
Queda no investimento

Segundo a equipe econômica, a rigidez orçamentária contribuiu para a contenção dos gastos em 2017. O total investido pela União no ano passado somou R$ 46,2 bilhões, ou 0,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse valor representa um patamar inferior ao observado em 2006. "Os dados ilustram a importância de uma ampla revisão das despesas obrigatórias e da rigidez orçamentária, que comprimem o investimento", destaca o relatório do Tesouro.

O governo teve um reforço de arrecadação no ano passado com concessões e recolheu mais dividendos (parcelas do lucro). Segundo o Ministério da Fazenda, as receitas com concessões e privatizações cresceram no ano passado, ao somarem R$ 32,1 bilhões. Em 2016, foram de R$ 21,9 bilhões. O aumento foi de R$ 10,19 bilhões, ou 46,6%.

Ao mesmo tempo, o governo recolheu mais com dividendos das empresas estatais no ano passado. De acordo com o Tesouro Nacional, os dividendos somaram R$ 5,51 bilhões em 2017, contra R$ 2,84 bilhões em 2016.

Governo cumpriu 96,21% do teto dos gastos

O Tesouro Nacional informou que o governo cumpriu 96,21% do teto de gastos previsto para 2017. Segundo relatório apresentado pelo Ministério da Fazenda, o valor autorizado para as despesas sujeitas ao teto era de R$ 1,308 trilhão, mas o número final do ano foi de R$ 1,259 trilhão. Segundo Ana Paula Vescovi, a regra do teto previa que os gastos primários da União pudessem subir 7,2%, sendo que, na prática, o crescimento foi de 3,1%. Esse desempenho, no entanto, não foi o mesmo para todos os órgãos públicos.



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