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Violência

Chacinas no Ceará são guerra entre facções, diz presidente do conselho penitenciário

Mortes teriam sido retaliação ao assassinato de 14 pessoas no último sábado
29/01/2018 18:14 29/01/2018 18:58

A morte de 10 presos na Cadeia Pública de Itapajé, na manhã desta segunda-feira (29),  a 130 quilômetros de Fortaleza, é uma resposta à chacina que vitimou 14 pessoas no último sábado (27) na na capital cearense. A análise é do presidente do Conselho Penitenciário do Ceará (Copen), o advogado Cláudio Justa.

De acordo com ele, os dois eventos envolvem as facções criminosas Guardiões do Estado (GDE) e Comando Vermelho, que estão em conflito aberto, em que a primeira busca a conquista de territórios do tráfico de drogas em Fortaleza.

"A chacina do bairro Cajazeiras foi o ápice de um processo que envolve outras ações. O GDE é local, não tem vinculação nacional, então tende a buscar a expansão na base da força. Por isso, faz atos de terror para amedrontar e afugentar", descreve, referindo-se ao ataque de sábado promovido por homens armados, que atiraram contra as pessoas que estavam em um estabelecimento chamado "Forró do Gago".

O assassinato dos 10 internos hoje, conforme ele, é a resposta do Comando Vermelho à chacina e demonstra a vulnerabilidade do sistema penitenciário. "Essa ação é reflexo do conflito instaurado nas ruas, mas não está sistêmico no estado porque houve a separação das facções nas unidades penitenciárias (destinadas à presos já condenados). No entanto, nas cadeias públicas (onde estão os presos provisórios), elas ficam no mesmo local. Existe uma deficiência tanto predial como de agentes penitenciários, que não conseguem fazer frente a esse tipo de conflito."

Segundo Justa, a Secretaria da Justiça do Ceará (Sejus) deverá promover nova separação dos grupos rivais, desta vez remanejando internos para outras unidades. A secretaria disse em nota que a situação da cadeia pública foi estabilizada por agentes penitenciários e por policiais do município.


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