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Crime macabro

Mago condena sacrifícios humanos e líderes de terreiros temem ataques

Babalorixá define como 'obra de psicopatas' o crime das crianças esquartejadas
08/01/2018 07:10 08/01/2018 23:07

NH/Reprodução
Altar de adoração no templo satanista em Gravataí
Autor de O Livro dos Demônios, o escritor Antonio Augusto Fagundes Filho afirma que Moloch, entidade do mal que teria sido invocado no ritual satânico onde dois irmãos teriam sido sacrificados realmente existe. Praticante do que chama de alta magia, define como “charlatanismo” o sacrifício que teria sido feito no templo satânico de Gravataí. “Os autênticos satanistas, de alto nível cultural e mágico, não precisam de sacrifício humano. Nem de animais. Magia é para ter saúde, felicidade e ficar livre de influências externas.”

Conhecido como Mago Fagundes, o demonologista acrescenta que Moloch é uma entidade canibal. “Estimula as pessoas a comerem carne humana. E todos que fazem isso se dão mal. É possível que tenha se manifestado, diante do quão grande foi esse crime. Ele não é uma criatura com quem se deva conviver. É hostil. Não é um demônio da prosperidade. Moloch fica feliz quando o seguidor se dá mal. É um sacana. Quer que o cara faça essa burrice para depois ferrar com ele.”

Fagundes frisa que os suspeitos não entendem de magia. “Se o cara cobra, é para ele obter prosperidade. E não se pode comprar a felicidade com a dor alheia. Estavam cheios de si, achando-se amigos do demônio, pensando que poderiam sacrificar anjos de Deus.”

Ameaças preocupam líderes de terreiros

Lideranças de religiões de matriz africana estão preocupadas com ameaças que estão recaindo sobre os terreiros em razão das notícias da barbárie no templo satânico de Gravataí. “Discursos de ódio sendo disseminados na Internet, ameaças físicas a religiosos de matriz africana e até de invasão a nossos terreiros já são relatados em diversas cidades do Estado, inclusive do Vale do Sinos”, relata o babalorixá Marcello D’Ògún, coordenador do Coletivo Independente em Defesa das Religiões de Matriz Africana (Cidrema).

Ele salienta que as ameaças são fruto da ignorância. “Grupos radicais tentam ligar esse crime hediondo aos adeptos da afro religiosidade, julgando-nos erroneamente como adoradores do demônio. Estamos fundamentados na crença de Orixás, que nada mais são que as forças da natureza. Pregamos o amor ao ser humano, celebramos a vida e não acreditamos ou cultuamos demônios e coisas do tipo.”

PSICOPATAS

O babalorixá define como “obra de psicopatas” o crime das crianças esquartejadas. “Um charlatão, um assassino, que inventa rituais macabros para saciar sua psicopatia. Os mandantes são tão criminosos quanto os que executaram essa barbárie.”


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