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Lavagem de dinheiro

MP denuncia 40 integrantes da facção ''Bala na Cara''

Segundo ministério, organização tem dois minimercados, uma loja de roupas, uma lavagem de veículos, um sítio e 20 veículos, todos registrados em nome de laranjas
29/01/2018 20:45 29/01/2018 20:58

O Ministério Público (MP),  apresentou à Justiça, no último dia 18 de janeiro, denúncia contra 40 integrantes da facção conhecida como “Bala na Cara” pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção de menores.

Entre os denunciados está José Dalvani Nunes Rodrigues, o “Minhoca”, um dos chefes da facção, atualmente no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Minhoca foi preso pela Polícia Civil em Ciudad del Este, no Paraguai, quando teve o telefone celular apreendido, produzindo-se com isso grande parte das provas para a denúncia.

No aparelho estavam armazenadas fotografias dos integrantes da organização criminosa portando armas de diversos calibres, além de recibos que compravam a prática dos crimes. Em um aplicativo de mensagens também estavam preservadas conversas entre Minhoca e outros integrantes da facção.

Na hierarquia dos "Bala da Cara", Minhoca tinha todos os outros membros subordinados a ele. Foram identificados os gerentes das “bocas” de tráfico e executores das tarefas criminosas, os depositantes e aquelas pessoas que emprestavam seus nomes para circulação do dinheiro vindo das atividades criminosas, os “laranjas”.

Veículos, minimercado e loja de roupas 

A chamada “Célula do Minhoca”, já que a facção dos Balas na Cara ainda se desdobra em outros grupos, movimentava cerca de 500 mil reais por semana. Para lavar o dinheiro a organização criminosa abriu duas frentes: depósito, empréstimo e recebimento de valores por meio de conta bancária de terceiros, denominadas de “contas de passagem”, onde houve bloqueio de dois milhões e seiscentos mil reais em dinheiro e aquisição de móveis e imóveis em nome de outras pessoas, como dois minimercados, uma loja de roupas, uma lavagem de veículos, três imóveis residenciais (entre eles um sítio), 14 carros de passeio e seis motos, todos registrados em nome de laranjas.

A denúncia por corrupção de menores aconteceu porque há provas de que o grupo aliciou uma adolescente de 16 anos, para que a jovem executasse o tráfico e fizesse depósitos bancários. Na denúncia, o Ministério Público solicita, ainda, que a facção perca os bens e valores apreendidos e que estes sejam revertidos ao Estado do Rio Grande do Sul, mais especificamente à Polícia Civil.


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