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Marcos Schmidt

Sinalização apagada

Leia artigo de Marcos Schmidt
06/02/2018 08:00


Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

A vida terrena depende de garantias básicas, de indicações simples, de sinalizações visíveis e confiáveis. Quando isto não existe, tudo fica complicado e a vida corre risco. Exemplo típico é o recapeamento na BR-116, em Dois Irmãos, realizado nos últimos dias, aliás, muito malfeito, que depois de ter apagado a sinalização de trânsito no asfalto, não foi reposta. Eu mesmo quase me envolvi num acidente neste local devido à ausência daquelas pinturinhas que indicam por onde se pode trafegar. Um tremendo absurdo. Mas isto acontece não somente nas rodovias do País, como também nos corredores dos hospitais, nas salas da educação, nas vias da segurança pública, nos atalhos da previdência social, nas diversas avenidas deste confuso Brasil. E daí os acidentes, as colisões frontais, as tragédias.

A vida espiritual também está sujeita a simples sinais. Quando Jesus disse que ele é o Caminho e ninguém pode chegar até o Pai a não ser por ele (João 14.6), deixou bem claro aos seus discípulos: “Vocês são a luz para o mundo (...) Assim também a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” (Mateus 5.16). Ou seja, os “outros” dependem dos cristãos e das boas coisas que eles fazem. Os cristãos são as marcas do Caminho num tráfego intenso cheio de curvas perigosas com motoristas que precisam de orientação para chegar sãos e salvos ao destino. Tragicamente, sinais das coisas boas que tantas vezes estão apagados, gerando confusão e muitos “acidentes”. Pior que, no meio desta ausência, estão os falsos sinais que conduzem aos precipícios e à morte.

O Caminho ao Pai está pronto e perfeito, não precisa de recapeamento ou de melhorias. É só crer nele, é só trafegar por esta maravilhosa obra da engenharia divina. Restam agora os sinais. Não apenas nas palavras, mas também nas ações. Até porque a Bíblia diz: “A fé é assim: se não vier acompanhada de ações, é coisa morta” (Tiago 2.17).


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