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Censo estima que 1.500 cães estão em situação de rua em Campo Bom

As projeções são da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema)
02/02/2018 16:51 02/02/2018 17:01

Prefeitura de Campo Bom/Reprodução
Cães em situação de rua são alvo de levantamento em Campo Bom
Segundo projeções da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) de Campo Bom, a cidade pode contar atualmente com mais de 1.500 cães em situação de rua. Essa estimativa parte da análise da primeira etapa do censo canino e felino que a Sema realizou no ano passado e que identificou até agora 641 cães vivendo nas ruas da cidade. O trabalho, executado entre junho e dezembro de 2017, com auxílio dos agentes comunitários de saúde, atingiu 60% das residências do município, registrando a situação de 8.791 animais na cidade; e tem como objetivo dar conhecimento do número aproximado das populações de cães e gatos no município, identificando-os e mapeando-os por bairro e casa.


Segundo João Flávio da Rosa, titular da Sema, de posse dos dados sobre a população canina e felina da cidade, será possível ter subsídios estatísticos para desenvolver uma política municipal e planejar melhor as ações para estes animais. “O levantamento que fizemos até agora não contempla regiões como Santa Maria, Quatro Colônias Norte e
zonas industriais próximas à RS-239, que são conhecidas como locais de descarte de animais, por isso os números devem ser muito maiores”, diz.

Pré-requisitos

“No bairro Imigrante Norte, por exemplo, foi apurado que somente cães de rua ultrapassam 100 animais, o que o torna um local prioritário para ações de fiscalização, controle populacional e de doenças, entre outros”, diz o secretário. Ele ainda ressalta que o censo é um dos pré-requisitos para aprovação de projetos como o Castramóvel,
junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Segundo o prefeito Luciano Orsi, a ideia é que, de posse destes números, a prefeitura, através da Sema, possa elaborar o planejamento de ações visando a proteção da vida animal e a fiscalização para o controle populacional. “Focamos muito na educação sobre posse responsável, pois acreditamos que é fundamental para atenuar a situação dos animais de rua na cidade. Pouco adiantam as castrações se os donos continuarem
largando os animais indiscriminadamente. Ao adotar, deve-se saber que os animais têm necessidades”, diz o prefeito.

Dados preliminares

O levantamento desta etapa foi realizado nos bairros que têm a cobertura dos agentes de saúde, que aproveitaram as visitas realizadas normalmente às casas e cadastraram os animais, assim como levantaram o número de animais de rua de cada localidade. O resultado dessa etapa do levantamento dos animais domiciliados foi um total de 6.719 caninos registrados, sendo 52% deles fêmeas e 48% machos, contando com apenas
11% de animais castrados. Já um total de 641 caninos foram registrados vivendo em situação de rua.

A população total de felinos levantada foi de 1.307 animais domiciliados, sendo 53%
deles fêmeas e 47% machos, com 17% deles castrados. Foram registrados 236 animais
vivendo em situação de rua. A expectativa é que o censo seja finalizado em março. Para isso, a nova etapa do processo será realizada pela Sema em parceria com ONGs da causa animal do município.


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