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Polícia

Execução de agente da Case seria represália

Transferência de um dos internos teria motivado homicídio
07/02/2018 08:33 07/02/2018 08:33

A inconformidade em relação à transferência de um interno teria motivado o ataque a tiros no dia 27 de janeiro ao Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Novo Hamburgo, segundo investigações da Polícia Civil. Após briga em um dos pavilhões, um menor teria sido afastado do Município e enviado a uma das unidades que abrigam menores infratores em Porto Alegre.

O adolescente levado à capital gaúcha seria filho da mulher de 37 anos presa na noite de sexta-feira passada, na cidade de Torres.

Insatisfeita com a transferência do menor, ela e o marido, conhecido como um dos principais traficantes do Vale do Sinos, teriam ordenado os tiros ao Case, que mataram o agente socioeducador Hadylson Padilha, 51 anos, e que atingiram o carro de outro funcionário do Case Novo Hamburgo, mas sem deixá-lo ferido, quando ambos deixavam o local. Na unidade hamburguense, um segundo filho da mulher segue internado.

Prisão

Na noite da última sexta, em cumprimento a mandado de prisão preventiva dela e em uma ação conjunta entre a Brigada Militar e agentes da Polícia Civil de São Leopoldo, cidade de origem da família, a mulher foi encontrada em uma casa da Rua Progresso, nas proximidades do Presídio Estadual Feminino de Torres, unidade prisional para onde foi levada após ser ouvida pelas autoridades. Segundo o delegado de Torres, Celso Jaeger, em depoimento, a detida apenas informou que havia dado o endereço correto em São Leopoldo e não a localizaram. Na busca à casa informada, vizinhos disseram à Polícia que não a conheciam. Como ainda não há mandado ou indiciamento em relação à morte do agente do Case Novo Hamburgo, o nome dela e do marido não são revelados.

Presa por tráfico

A mulher já havia sido presa em flagrante no dia 6 de abril do ano passado, no Vale do Sinos, em operação da Polícia Civil de São Leopoldo em combate ao tráfico de drogas. Um de seus filhos, o transferido para Porto Alegre, também foi detido na mesma ação, coordenada pelo delegado Rodrigo Zucco. “Aguardamos agora a transferência dela para o Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier ou a Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba, onde na sequência será ouvida”, destaca o delegado.

À época da detenção por tráfico, a defesa dela pleiteou prisão domiciliar, o que foi deferido pela Justiça, quando passou a usar tornozeleira eletrônica. Na sequência, conforme decisão do juiz José Antônio Prates Piccoli, “o procurador constituído pelos indiciados (a mulher e outro preso da época) renunciou o mandato, houve a expedição de mandado de intimação para que eles informassem se pretendiam constituir novo advogado ou se iriam necessitar da nomeação de defensor público”. Como ela não foi localizada, o pedido de prisão domiciliar foi revogado e um mandado de prisão preventiva foi expedido. Assim, foi capturada na última semana por tráfico de drogas. O delegado de Homicídios de Novo Hamburgo, Rogério Baggio, informou que prefere não se manifestar sobre o caso.


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