

Enviar por e-mailAssim como o tema “amor”, então hoje quebro mais um tabu; vou falar a respeito de Novo Hamburgo (é terrível para mim ter que admitir que nunca havia escrito algo sobre a minha cidade querida). Vocês já pararam para pensar todas as mudanças que estão ocorrendo, constantemente, e todas ao mesmo tempo?
Primeiro, estudantes e trabalhadores, concordem: as construções nos deixam de cabelo em pé. É todos os dias um desvio novo, um caminho diferente para nos locomovermos. Isso dá como resultado tráfegos colossais em horários de pique. Dirigir em Novo Hamburgo agora é desafio, adivinhação: o que vai estar interrompido hoje?
Entretanto, independentemente de quem reclama ou não, todos nós estamos conscientes de que isso é para melhor. Se quisermos tanto estações de trem, devemos conviver um pouco com esse probleminha. Ele é por tempo determinado, vai passar e vamos enxergar que vale à pena.
Acredito que Novo Hamburgo também está mudando não apenas fisicamente, mas mentalmente: Sinos Fest. Há quantos anos não havia mais essa festa? Certo dia, eu ia trocando de canal na televisão, e acabei por parar em um que mostrava a festa de reinauguração do evento, e, segundo o prefeito e a diretoria da FENAC, estavam buscando um novo conceito para a cidade. Que famílias viessem passear aqui nos finais de semana, desfrutar do que está por vir de tecnológico aqui. O trem vai facilitar, assim como vamos poder nos deslocar para as outras cidades da Região Metropolitana, pessoas vão vir até aqui, e conhecer um lugar que talvez há alguns anos não estava em seu roteiro. A FENAC também terá capacidade para shows com cerca de cem mil pessoas (show mesmo), em ambiente climatizado. Demais.
Novo Hamburgo tem inúmeros defeitos hoje e vai ter sempre. Vamos continuar aturando um trânsito muitas vezes caótico, conviver diariamente com o medo em ser assaltado. Mas que cidade grande não convive com isso?
Por fim, creio que devemos apoiar os sonhos da nossa cidade e, consequentemente, os nossos também.