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BAH!rulho

Flanders 72 leva o seu punk rock para a Alemanha

Banda leopoldense fará dez shows em nove cidades alemãs de 17 a 28 de maio.

Divulgação
Banda fará uma série de shows pela Alemanha
Os caras da Flanders 72 foram destaque aqui no Bah!rulho em outubro do ano passado. Na época, a banda de São Leopoldo estava lançando o clipe da música Bobby is Going Home, do disco mais recente deles, Atomic (2016). Agora, Paulinho Tscherniak (guitarra e vocal), Dudu Lippstein (baixo e vocais) e Big Mike (bateria) estão de malas prontas para uma turnê pela Alemanha. Entre os dias 17 e 28 de maio, a banda levará o seu punk rock a nove cidades alemãs em dez apresentações. Além das músicas do novo álbum, a Flanders 72 apresentará, nessa segunda tour pela Europa, canções dos primeiros discos: South American Punk Rockers (2011) e Dummyland (2013). O Bah!rulho conversou com o Paulinho Tscherniak pra saber um pouco mais sobre as apresentações em território alemão. Se liga aí:

Como surgiu a oportunidade da turnê pela Alemanha?

Quando estávamos com o Atomic gravado e pronto, procuramos por selos interessados em lançar o CD aqui no Brasil, mas não conseguimos nenhum. Por outro lado, surgiram selos interessados na Alemanha, Espanha e Japão. Assim que o LP foi lançado na Alemanha, o selo alemão Partysprenger nos convidou para fazer a turnê de divulgação. A princípio queríamos ir para mais algum país da Europa, como havíamos feito em 2014, mas tivemos muito mais retorno da Alemanha e acabamos fechando todas as datas no país.

Como foi a escolha das cidades?

A ideia era tocar em todos os cantos do país, fazer a volta pelo país divulgando o Atomic.

Como é a divulgação e a receptividade do som de vocês na Europa?

É muito boa! É o lugar que mais abraçou a banda, temos muito retorno de fãs da Alemanha, Espanha, Inglaterra, Áustria... Recebemos muitas mensagens pelo Facebook da banda de pessoas desses países e isso é incrível! O público do rock na Europa não tem nenhum tipo de preconceito. Por exemplo, nos nossos shows lá, havia desde um guri de 13 anos acompanhado pela mãe até um pessoal de 50, 60 anos, todo mundo curtindo o show junto. Isso é muito legal.

Essa não é a primeira vez da Flanders 72 na Europa. Como foi a tour anterior?

Estivemos na Europa em 2014, nossa primeira tour e foi muito legal. Tocamos na Bélgica, Alemanha e gravamos um programa para o Canal Londres na Inglaterra. Fizemos cinco shows, tivemos um tempo para aproveitar a viagem e "turistar". Dessa vez será bem diferente, pois teremos shows todos os dias. Vai ser uma correria! 

Rapper Bode V chega com seu quarto single, Até Santo Faz Promessa

MC hamburguense segue trabalhando na produção do seu primeiro disco.

O rapper hamburguense Bode V acaba de lançar o clipe do seu quarto single: Até Santo Faz Promessa. O vídeo, gravado em Ivoti, teve direção de Douglas Pinto e Esmael Parolin. "A ideia do clipe é de uma romaria. Eu começo caminhando até chegar em uma igreja, como se tivesse feito uma promessa", comenta o músico, salientando que a música foi composta sem refrão para "expressar a ideia de uma forma contínua". No ano passado, quando teve destaque aqui no Bah!rulho, o cara estava produzindo o seu primeiro disco, mas o planejamento acabou sendo adiado. "Acabamos não cumprindo a meta de lançamento. Agora vamos focar na produção novamente, estamos em fase de ensaio, com um guitarrista novo, o Rafael Decarli, além do baixista Fábio Klein e do produtor Ibrahits, que vêm trabalhando comigo desde 2016", explica. O MC ainda falou sobre o seu processo de composição. "Geralmente as músicas vêm quando eu tô sobrecarregado de informação e preciso externar isso em momentos de inspiração. Outras vezes, fico cantando do nada e surge a melodia de um refrão, depois escrevo algo em cima disso", conta o rapper. Se liga aí:

The Jesus and Mary Chain libera clipe da música Mood Rider

Escoceses estão divulgando seu novo disco, Damage and Joy, lançado em março.

Os escoceses do The Jesus and Mary Chain lançaram no mês passado o disco Damage and Joy, primeiro álbum da banda em 19 anos. Os irmãos Jim e William Reid, que formaram a banda em 1983, estão em turnê pelos Estados Unidos divulgando esse novo trabalho. E nesta quinta-feira (13/4), eles divulgaram o vídeo da música Mood Rider, que integra o novo disco. O clipe mostra Jim Reid cantando acompanhado da letra da canção. O Bah!rulho aproveita e te deixa ainda com o vídeo da clássica Just Like Honey, que abre o primeiro disco dos caras, Psychocandy, de 1985. Se liga aí:

Máquina do Tempo é o novo clipe do Pedro Nascente

Músico hamburguense lança vídeo e já prepara novo disco para este ano.

O hamburguense Pedro Nascente é figurinha carimbada aqui no Bah!rulho. Isso porque além de talentoso, o cara produz muito. Em janeiro, contamos aqui que ele estava lançando o clipe da música Roda Gigante. Agora, o músico e compositor já está com mais um vídeo na roda. Desta vez a música escolhida foi Máquina do Tempo. Conversamos com ele sobre o momento da sua carreira e os planos para um novo disco. Se liga aí:

O clipe de Máquina do Tempo saiu do disco Delírios Sob a Noite Sem Cor, que é anterior ao EP A Princesa, teu trabalho mais recente. Como foi essa escolha?

Quem escolheu a música, na verdade, foi o diretor do clipe, o Pedro Oliboni. Ele me chamou um dia para conversar pois tinha ouvido a música e instantaneamente imaginado uma narrativa paralela, com início, meio e fim, trazendo referências muito interessantes e criando uma atmosfera própria a partir da música. O cara tem um talento nato muito notável, tanto que está estudando cinema nos Estados Unidos agora. Eu achei tudo aquilo muito intrigante, e adorei que ele entrou em contato. Das músicas do CD que eu visava pra fazer um clipe, essa era a que eu tinha menos ideias, mas hoje já não consigo desassociar a música do clipe.

No final do ano passado, tu assinou contrato com o selo português Music for All. Como está sendo essa parceria?

Com certeza a parceria ajudou muito até agora na divulgação do EP, que era o objetivo, embora não em terras Brazucas. Tenho a impressão de que Portugal escuta minha música diariamente nas rádios, porém aqui me sinto a ver navios. Ou seriam caravelas?

Tu tem tido uma agenda de shows mais movimentada desde o ano passado. Como está sendo esse momento da tua carreira?

Com certeza é bom, sinto que aos poucos vem surgindo um reconhecimento pelo meu trabalho. Está realmente difícil receber uma resposta de alguns estabelecimentos para o qual se manda proposta de show, nem mesmo um "não" se recebe... Mas isso é contornável. Do mesmo, não tenho focado muito nisso. Preciso e quero aumentar minha agenda, mas no momento estou focado nas gravações do meu quarto trabalho, um disco previsto pro meu aniversário em que estou apostando bastante e tenho planos bem altos, e na impressão da versão física do EP, com tiragem de 50 cópias numeradas à mão, que será vendido online.

Está trabalhando com uma banda completa agora?

Sim! Estou com uma banda, um trio, chamada Pedro Nascente & Os Lençóis Freáticos, que conta com o Roger Drumm no baixo e vocais e com o Gabriel Ost na bateria e percussão. Além das minhas músicas tocamos a nata do Folk Rock anos 60/70. De todas as bandas que já fiz parte, essa é a que tem mais a pegada que eu procurava. Sinto que o trio é o formato perfeito, embora às vezes, ou quase sempre, sinto que precisamos de um tecladista, alguém como o Benmont Tench, ou o Garth Hudson, que toque piano com uma mão e órgão/synth com a outra. Pode ser pedir demais, mas seria perfeito.

Sei que tu já tem planos para um novo disco. Como está esse trabalho?

Pronto e ansioso para ser lançado! Em maio sai o single e em junho o disco inteiro. É um trabalho acústico, em inglês, com influências de Joni Mitchell, Neil Young, Bob Dylan... até John Mayer. Todos os violões, vozes e gaitas-de-boca foram gravadas ao vivo no estúdio, sem cortes ou edições. Adicionei depois alguns pianos, o Franco Bittencourt tocou uma guitarra, o Felipe Saul outra, e são os únicos instrumentos elétricos do disco. O objetivo era captar a essência da composição e da letra, sem adicionar muita coisa, deixando que o ouvinte imagine por si a ambiência que quiser dar pras músicas. São 10 faixas, cinco antigas e cinco compostas na semana da gravação. Esse trabalho também vai sair pela Music For All. E a produção é do Peter Frost, e isso já indica pra onde vai...

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