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Suspense Fragmentado lembra Hitchcock

Filme do diretor de O Sexto Sentido traz um homem com múltiplas personalidades, tema que já existia em Psicose.

Divulgação/
James McAvoy em cena de Fragmentado, de M. Night Shyamalan
Suspense com toques de terror e uma pitada fantástica, Fragmentado (Split) traz a assinatura de M. Night Shyamalan, de O Sexto Sentido. Três garotas são raptadas e trancafiadas por um homem que descobrem sofrer de múltiplas personalidades. Em um momento, ele pode ser um possível assassino e estuprador, em outro pode assumir a personalidade de uma mulher ou de um menino de 9 anos.

A heroína é uma jovem que já foi vítima de abuso e precisa sobreviver enquanto tenta exorcizar seu passado. Fora do cativeiro, a psiquiatra do agressor tenta aprofundar a psicologia fragmentada de seu paciente, que teria 23 personalidades, talvez 24.

Um dos pontos altos do filme é a interpretação de James McAvoy, o professor Xavier de X-Men: Apocalipse. Cada uma das múltiplas personalidades do raptor é marcada por pequenos detalhes, de sotaques e trejeitos a olhares, e há momentos em que elas se alternam rapidamente. Sem necessariamente ser um grande ator, McAvoy é carismático o bastante para criar um personagem fascinante e manter o interesse do espectador, mesmo em uma história opressiva.

Sinal dos tempos ou da pobreza temática do cinemão, esta é a terceira produção norte-americana recente a trazer mulheres prisioneiras em ambientes claustrofóbicos (no ano passado foram O Quarto de Jack e Rua Cloverfield 10). Claro que Shyamalan sempre consegue ser criativo. Seu cinema é marcado pela imaginação, tanto nos sucessos quanto nos filmes que foram mal, como A Dama na Água. Aqui, também, ele retoma sua admiração por Hitchcock, ao explorar o tema das múltiplas personalidades, presente no clássico Psicose. Outro suspense famoso sobre o assunto era Síndrome de Caim, igualmente de um discípulo de Hitch, Brian de Palma.

Tem surpresinhas. Procure a tradicional ponta do diretor Shyamalan e confira uma alusão direta a um filme anterior.

Roteirista acusa Disney de ter plagiado Zootopia

Filme teria sido baseado em ideia apresentada em 2000.

Divulgação/
Cena de Zootopia, produção da Disney que ganhou o Oscar de animação de 2017
Um roteirista e produtor norte-americano, Gary L. Goldman, entrou com processo de plágio contra a Disney, que acusa de ter roubado uma ideia sua na animação Zootopia, que ganhou o Oscar este ano. Ele entrou com a ação em uma corte federal de Los Angeles.

Goldman diz que apresentou ao estúdio entre 2000 e 2009 um roteiro com o mesmo título e história geral. O filme teria, inclusive, utilizado diálogos parecidos. A Disney distribuiu comunicado dizendo que as acusações são claramente falsas e que vai se defender judicialmente.

O roteirista Gary Goldman trabalhou em projetos como Total Recall e Minority Report.

Penélope Cruz viverá irmã de Versace na tevê

Terceira temporada de seriado vai contar caso do assassinato do estilista italiano Gianni Versace.

Divulgação/
Atriz Penélope Cruz, em foto do Festival de Cannes em 2011
A atriz espanhola Penélope Cruz foi anunciada no elenco da terceira temporada da série de tevê American Crime Story, do canal FX. A série, que enfoca dramas e crimes norte-americanos de projeção, enfocou o caso O.J. Simpson na primeira temporada, que é do ano passado, e vai tratar do Furacão Katryna em sua segunda temporada. A terceira temporada vai tratar do assassinato, em Miami, nos EUA, do estilista italiano Gianni Versace, em 1997.

Penélope vai viver Donatella Versace, irmã do estilista. Edgar Ramírez fará o personagem principal.

Abaixo, o trailer da primeira temporada, que já foi exibida.

Adeus a Chuck Berry, que marcou gerações

Roqueiro foi um dos criadores do rock e suas canções marcaram várias décadas até no cinema e tevê.

Charles Edward Anderson Berry, ou Chuck Berry, que morreu aos 90 anos, é um daqueles ícones que marcaram gerações. Talvez alguém até não saiba associar o nome aos hits, mas dificilmente alguém que já ouviu falar de rock-and-roll não conhece canções como Route 66 ou Johnny B. Good. Isso para ficar em só duas músicas.

Marcou gerações literalmente. Chuck Berry foi pop nos anos 50 e 60, quando foi um dos criadores do rock, e cult dos anos 70 em diante. seus hits ressurgiram no cenário pop em vários momentos.

Nos anos 80, a série De Volta Para o Futuro tinha uma brincadeira com ele, quando o viajante do tempo vivido por Michael J. Fox tocava Johnny B. Goode e, no fim, um sujeito ligava para um amigo dizendo "Chuck, escuta só esse som".

Nos 90, uma das cenas mais famosas do Pulp Fiction de Quentin Tarantino era embalada por uma música de Berry:

Tinha Chuck Berry na trilha dos Simpsons, em videogames (Mafia II) e até na série Big Bang Theory.

Mais pop que isso o sujeito não fica.

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