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#Voleimaníacos

Jorginho Schmidt parabeniza Marcelo Fronckowiak pelo vice-campeonato da Liga Mundial

Encontro entre o secretário de Esporte e Lazer e o auxiliar técnico da seleção brasileira masculina de vôlei ocorreu nesta sexta-feira.

Gustavo Henemann/GES-Especial
Max Alberti, diretor administrativo da Smel, secretário Jorginho Schmidt e Marcelo Fronckowiak
Duas feras do voleibol gaúcho se reuniram na manhã desta sexta-feira no gabinete da Secretária de Esporte e Lazer (Smel) de Novo Hamburgo. O secretário da pasta Jorginho Schmidt, tricampeão da Superliga com Frangosul/Ginástica e Ulbra/Canoas, recebeu a visita do auxiliar técnico da seleção brasileira masculina, Marcelo Fronckowiak, para prestar uma homenagem pela conquista da medalha de prata na Liga Mundial disputada entre junho e julho. “Estamos aqui para um agradecimento ao vice-campeão da Liga Mundial. O Marcelo trabalhou nove anos comigo e hoje é também morador de Novo Hamburgo. É um sincero reconhecimento, pois pegar a seleção depois do monstro que foi o Bernardinho, qualquer um seria questionado. Parabéns pelo que vocês fizeram. Não tenho nenhuma dúvida que o estilo que vocês estão trabalhando na seleção só vai evoluir”, afirmou Jorginho Schmidt.

Fronckowiak, que também é ex-treinador do Vôlei Canoas, agradeceu os elogios do secretário da Smel e disse que o compromisso de assumir o comando da seleção verde e amarela na Era pós-Bernardinho é de grande responsabilidade. “Receber os cumprimentos do Jorginho é uma alegria muito grande. E realmente, o mínimo que as pessoas vão comparar é o Bernadinho, que foi a quatro finais olímpicas. O mínimo que a gente tinha que conseguir era chegar na final da Liga Mundial”, enfatizou o auxiliar da seleção.

O próximo desafio de Fronckowiak com o Brasil será o Sul-Americano, que será disputado entre os dias 7 e 11 de agosto, em Temuco e Santiago, no Chile. O Brasil está no Grupo A ao lado de Colômbia, Venezuela e Paraguai. Na outra chave estão Chile, Argentina, Uruguai e Peru. A seleção brasileira estreia no dia 7, contra os paraguaios, no dia seguinte enfrenta os venezuelanos e encerra a fase classificatória no dia 9 diante dos colombianos. O vencedor da competição garante vaga no Mundial 2018.

Curiosidade

Nas 31 edições já realizadas do Campeonato Sul-Americano, a equipe verde e amarela faturou 30 títulos. Apenas no ano de 1964, quando não participou da competição, a seleção brasileira não pode obter o título. Na ocasião, jogando em casa, a Argentina foi a campeã.

Vôlei brasileiro conquista bom resultado na Surdolimpíada

Hamburguense Lucas Bonalume Vieira foi um dos destaques da equipe do Brasil.

Divulgação
Delegação brasileira na Surdolimpíada na Turquia. Lucas Vieira é o primeiro (de pé) da direita para esquerda
A seleção brasileira masculina de vôlei para surdos disputou entre os dias 19 e 27 de julho, a Surdolimpíada, na Turquia. E apesar dos poucos investimentos na modalidade, a equipe do Brasil conquistou um grande resultado, com direito à vitória no tie-break sobre a Itália, para garantir a 5ª colocação na classificação geral. Além disso, não foi apenas o País que esteve representado, Novo Hamburgo mais uma vez estava presente em uma competição internacional. O ponteiro hamburguense Lucas Bonalume Vieira foi um dos destaques do time brasileiro.

“Ainda precisamos de muito apoio, tanto público como privado, para continuar e melhorar o projeto de formação de uma equipe mais competitiva no vôlei surdo, além de alcançar outros atletas surdos pelo País que nem sabem da existência da seleção ou da Deaflympics. Sobre a competição em si, muito bem organizada, a cidade e o país se prepararam para receber muito bem os jogos e os surdos. Vários locais de competição foram construídos e uma bela festa de abertura foi realizada”, enfatizou Vieira.

CAMPANHA

A Surdolimpíada foi disputada em duas chaves com cinco seleções, onde apenas as quatro primeiras se classificavam para as quartas de final. Na primeira fase, o Brasil venceu apenas a Venezuela por 3 a 2 e perdeu os duelos para Turquia (medalha de ouro), Itália e Japão, mas alcançou a classificação em quarto lugar. Nas quartas, os brasileiros foram superados pela Ucrânia (2ª colocada). Nas semifinais para o 5º lugar, o Brasil venceu o Japão por 3 a 2, e na decisão, vitória sobre a Itália por 3 a 2.

Chave 1

Turquia, Itália, Japão, Venezuela e Brasil

Chave 2

Ucrânia, Rússia, Estados Unidos, Irã e Polônia

Classificação geral

1- Turquia

2- Ucrânia

3- Rússia

4- Irã

5- Brasil

6- Itália

7- Japão

8- Estados Unidos

DELEGAÇÃO BRASILEIRA

Atletas: Alexandre Couto, Alexandre Dal Forno, Alexandre Rigo, Denilson Santos, Douglas Ozores Fábio Alves, Felipe Neto, Guilherme Westermann, Guilherme Celestino, Lucas Bonalume Vieira, Luciano Dyniewicz, Rafael Camargo, Rafael Machado e Sérgio Afonso.

Técnico - Alex Hiath.

Auxiliar - Rodrigo Machado

Delegado - Marco Di Franco

Coordenador do projeto do vôlei surdo - Mario Xandó.

A delegação teve o apoio do Ministério do Esporte para custear as passagens para a Turquia.

Fronckowiak não é mais técnico do Vôlei Canoas

Equipe canoense anunciou desligamento do treinador nesta segunda-feira .

Inézio Machado/GES
Fronckowiak afirmou antes de assumir o posto na seleção brasileira em abril, que gostaria de continuar no Canoas
Por mais incrível que pareça, o Vôlei Canoas anunciou a demissão do técnico Marcelo Fronckowiak, atual auxiliar-técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, na manhã desta segunda-feira por meio das suas redes sociais. A redução de 30% do aporte financeiro da equipe canoense para a temporada 2017/18 foi determinante para a não renovação do treinador. Fronckowiak foi comunicado do desligamento na sexta-feira, sendo que ele teria recusado propostas de outros clubes e dado preferência para fechar com o Canoas.

Marcelo Fronckowiak, que mora em Novo Hamburgo, revelou sua vontade de continuar no voleibol gaúcho em um novo projeto. O profissional fica aberto para novas opções no mercado. 

DECISÃO DO CANOAS

Em contato com a reportagem, o auxiliar-técnico da seleção brasileira afirmou que a decisão foi exclusivamente do Canoas, que sequer apresentou uma proposta para renovação. "Se a questão era financeira, teriam que ter me chamado e feito proposta. Não poderiam responder por mim. Eu estava rejeitando propostas para me dedicar ao projeto, e também em função de uma série de coisas, como a manutenção de uma equipe de ponta no Rio Grande do Sul, visibilidade com a seleção e novos jovens talentos que passam por Saquarema-RJ (no Centro de Desenvolvimento do Voleibol - CDV). Se minha dispensa foi técnica, seria há muito tempo, não só na sexta-feira", destacou Fronckowiak. 

OPINIÃO DO BLOGUEIRO

O Vôlei Canoas só tem a perder com a saída de Fronckowiak. Nas duas temporadas que esteve à frente da equipe canoense, o treinador levou o time aos playoffs da Superliga com grupos potencialmente bons, mas que precisavam ser lapidados, e ainda conquistou dois campeonatos gaúchos (a equipe é a atual pentacampeã). Fronckowiak segue na seleção brasileira ao lado do leopoldense Renan Dal Zotto. 

Os novos passos do vôlei profissional em Novo Hamburgo

Possível parceria entre Feevale e Prefeitura de Novo Hamburgo pode viabilizar o retorno de uma equipe de alto rendimento.

Gustavo Henemann/GES-Especial
Equipe universitária da Feevale participou da Copa Paquetá Esportes de Vôlei em 2016 e enfrentou a Voleisul
Onde há fumaça há fogo. Essa expressão é manjada, mas resume bem as movimentações que alguns representantes do vôlei hamburguense estão fazendo para retomar o esporte na cidade. Depois do encerramento do voleibol profissional com a Voleisul, muito se fala nos bastidores sobre uma possível retomada da modalidade, que seguiu tendo grandes resultados com as categorias de base da Sociedade Ginástica Novo Hamburgo (SGNH). Pelo que pude apurar até o momento, a Universidade Feevale, por meio da Aspeur, e a Prefeitura de Novo Hamburgo são as principais interessadas que o vôlei profissional retorne à ativa no Município.

Algumas reuniões entre pessoas ligadas ao esporte já ocorreram e é quente a informação de que a Feevale pode vir a entrar nas competições profissionais com sua equipe universitária, reforçada de outros atletas contratados. Superliga B? Talvez. A Prefeitura teria já colocado o Ginásio Municipal Agostinho Cavasotto à disposição da equipe a ser formada, afim de reduzir os custos com a quadra, pois na SGNH, a Voleisul pagava um alto valor de aluguel pelas dependências do ginásio na época. Novas reuniões ainda ocorrerão nas próximas semanas.

O treinador Gilson Bernardo, ex-diretor da Associação Mão de Pilão, que era mantenedora da Voleisul, está de volta ao Brasil após temporadas no Japão. E ele possui interesse em retomar o esporte em Novo Hamburgo, mas não garante que inicie um novo projeto aqui, até porque a Mão de Pilão está em stand-by. Em contato com Gilson, ele afirmou que está aberto a cidades interessadas a contar com o voleibol de alto rendimento.

Vale lembrar que a região do Vale do Sinos é uma celeiro de grandes atletas, principalmente no voleibol. Nomes como Renan Dal Zotto (atual técnico da seleção brasileira masculina de vôlei é de São Leopoldo), Thales (líbero da seleção brasileira de vôlei também de São Leopoldo), além dos hamburguenses André Heller, Paulo Roese e Heloísa Roese. Destaque também para o treinador do Vôlei Canoas e auxiliar técnico da seleção brasileira masculina, Marcelo Fronckowiak, que também é morador de Novo Hamburgo. Falta inspiração para a cidade voltar a ser capital nacional do voleibol?

#QUEROVOLEIEMNOVOHAMBURGO

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