VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Motores

Retorno em grande estilo

Versão 4x4 do EcoSport chega ao mercado por R$ 99,99 mil em um pacote repleto de estilo e com nome próprio: Storm .

Porto Feliz, São Paulo - A configuração 4x4 do EcoSport está de volta ao mercado trazendo muito mais que a tração nas quatro rodas. Cheia de personalidade, a Storm chega em março por R$ 99,99 mil cheia de diferenciais estéticos. Sob o capô, o eficiente motor 2.0 com injeção direta de 176 cv que atua em conjunto com a transmissão automática tradicional de seis marchas.


O modelo foi apresentado nos últimos dias 6 e 7 no Hotel Fasano, localizado na Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz, onde os milionários paulistas têm luxuosas mansões. Um lugar propício para mostrar o novo topo de linha da gama, que agora fica acima da Titanium (R$ 96,99 mil).


A versão 4x4 desta geração havia sido lançada em 2013, com motor 2.0 Duratec de 141 cv/147 cv e câmbio manual de seis marchas – o que não se revelou uma atitude muito acertada, como reconhece a própria montadora. ‘‘Concluímos que o consumidor que compra um carro deste valor não abre mão da transmissão automática’’, observa a gerente de Produto da Ford, Adriana Carradori. E o bom é que se trata de um câmbio automático com conversor de torque, e não mais o Powershift de dupla embreagem. A meta é tornar-se uma opção 4x4 mais em conta do que concorrentes a diesel como o Jeep Renegade.

Pneus para o asfalto 

Ocorre que o pneu Pirelli Scorpion ATR de uso misto foi substituído em toda a linha pelo Michelin, que nesta versão é na medida 205 50 R/17 (as rodas aro 17’’ são exclusivas e têm acabamento em prata magnetic), projetados para o asfalto. A Ford sabe que o Eco tem utilização essencialmente urbana, mas especificamente na Storm deveria ter mantido o pneu de uso misto, que não está disponível nem como opcional.


Porém, durante o test-drive, o modelo se mostrou bastante estável tanto no asfalto quanto na terra (uma trilha bastante leve, diga-se de passagem), muito em parte pela suspensão traseira multilink e também às molas de rigidez progressiva. Entretanto, quem busca aventuras um pouco mais radicais terá que substituir os pneus por outros mais adequados.

Viagem a convite da Ford


Grade inspirada na F-150 Raptor


A Storm tem linhas fortes, seguindo a proposta do conceito de mesmo nome exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016. Inspirada na versão Raptor da F-150 norte-americana, a nova grade com o nome Storm é um dos principais diferenciais. Os faróis de xenônio têm máscara negra e a capa de estepe rígida na traseira também é exclusiva.

Porte mais encorpado


A Storm parece mais encorpada – e realmente é alguns ‘‘dedos’’ maior – que os outros modelos da linha. Apesar de ter a mesma carroceria, são os apliques plásticos que a deixaram 8,8 cm mais comprida (4,36 m) e 2 cm mais larga sem os espelhos (1,78 m). As rodas aro 17’’ posicionadas mais para fora da carroceria (mexeu-se apenas no off-set, e não no eixo) contribuem para aumentar a musculatura do veículo. Versão é apenas 0,8 cm mais alta que as demais. São quatro opções de cores, incluindo a nova marrom trancoso (que parece um tom de laranja, mas não é), além do branco ártico, prata dublin e preto bristol, mais discretas.

Tração inteligente


O sistema de tração inteligente 4WD funciona sem a necessidade de intervenção do motorista, distribuindo o torque entre as rodas para garantir mais eficiência e segurança sempre que necessário, em pisos irregulares e de baixo atrito como lama, areia, rampas e chuva. ‘‘Quando a tração nas rodas traseiras não é exigida, o carro funciona como 4x2. Sempre que maior aderência for necessária, até 50% do torque é enviado para as rodas traseiras’’, explica o engenheiro da montadora Daniel Camargo. Não é necessário acionar qualquer tecla, mas uma tela no painel mostra a distribuição de torque instantânea.

Detalhes em laranja

EcoSport Storm
Na cabine, o volante e os bancos em couro com pespontos em laranja são detalhes que conferem personalidade. A central multimídia Sync 3 conta com tela capacitiva de 8’’ e os recursos mais avançados da indústria, garante a Ford. Além de conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, inclui comandos de voz para áudio, telefone e navegação com mapas do Brasil.

Teto solar entre os equipamentos de série

De série, versão traz sete air bags, Sync 3, controle de estabilidade com sistema anticapotagem, monitoramento de pressão dos pneus e teto solar elétrico. Vem também com faróis com luz diurna em LED e acendimento automático, acesso ao veículo sem chave com reconhecimento capacitivo, partida por botão, ar-condicionado automático digital, computador de bordo com tela de 4,2” no painel, câmera de ré, sensor de chuva, som premium da Sony com 9 alto-falantes e porta-malas com sistema inteligente de bagagem.


2.0 desenvolve 176 cv

O 2.0 Duratec Direct Flex ‘‘sobra’’ em todas as situações. O motor tem injeção direta de combustível e duplo comando variável de válvulas, além de bloco, cabeçote e cárter em alumínio. Sua potência é de 176 cv (no Focus, são 178 cv) com álcool e 170 cv com gasolina a 6.500 rpm, bem como torque de 22,55 kgfm e 20,61 kgfm, respectivamente a 4.500 rpm – números 15% maiores comparados ao 2.0 anterior. Segundo a Ford, esse propulsor permite acelerar de 0 a 100 km/h em 10,7 s (1,2 s mais lento que a Titanium, que demora 9,5 s). O sistema de partida a frio com etanol é o Easy Start.

Seis marchas


Da família 6F35, a transmissão automática de seis marchas é eficiente e tem funcionamento suave. Condutor tem opção de trocas via comandos no volante (paddle shift). A boa notícia é que não exige trocas de óleo, pois o fluído foi projetado para aguentar a vida útil do componente.

Peso extra


A Storm pesa 1.469 kg (110 kg a mais que a Titanium 2.0) e tem capacidade de reboque de 550 kg.

Rumo aos primórdios do Brasil

Expedição da Nissan desbrava as belezas naturais do interior do Mato Grosso, colocando a Frontier a toda prova.


Cuiabá, MT - Sítios arqueológicos, formações geológicas de tirar o fôlego e trilhas off-road radicais. A Expedição Nissan: à procura do início do Brasil percorreu 900 km entre os últimos dias 24 e 26 para explorar algumas das riquezas naturais do Mato Grosso. Tudo para mostrar do que é capaz a nova Frontier.


Ao todo, 15 picapes participaram da aventura, levando jornalistas e equipe de apoio. Mais do que um simples test-drive, consistiu em uma aventura cultural, com a participação, inclusive, de dois arqueólogos: Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.


Várias unidades da nova versão de entrada SE 4x4 (R$ 150,9 mil) também estavam lá, encarando os mesmos desafios da topo de linha LE 4x4 (R$ 168,7 mil).


NÚMEROS


O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, com 113,9 milhões de toneladas, perdendo apenas para os Estados Unidos. E o Mato Grosso é o maior produtor do País, com 30,5 milhões de toneladas. O Estado também é o maior produtor de milho do Brasil. Outro recorde detido pelo Mato Grosso é o do número de cabeças de gado: 30 milhões, cerca de 35% do total do rebanho brasileiro.




Acompanhe a seguir os detalhes dos três dias de expedição.


DIA 1


As 15 unidades da Frontier partiram ao raiar do dia 24 de um hotel no Centro da capital do Estado, Cuiabá, com destino à Serra das Araras. O grupo de 14 jornalistas de diversas regiões do Brasil foi acompanhado por uma equipe de apoio que incluiu até uma ambulância, para eventuais casos de necessidade, pois as extensões territoriais são imensas no Mato Grosso. E apesar da menor distância entre dois pontos ser uma reta, não teria graça percorrer apenas pelo asfalto os 60 km até o município de Jangada, na Fazenda Santa Elina, de 12 mil hectares, onde foram descobertas, em 1984, centenas de pinturas em paredões de rocha. Em meio a caminhos de estrada de chão, foram nada menos que 400 km para cumprir esse trajeto. Na fazenda, a recepção teve direito a pastel frito na hora e caldo de cana, a popular garapa (ou guarapa).

Uma carretinha foi doada pela Nissan para que os visitantes que não dispõem de veículos utilitários possam ser rebocados por uma picape ou caminhão. Afinal, para acessar o sítio arqueológico é necessário percorrer estradas vicinais não muito bem conservadas. Depois disso há uma trilha de 500 m em meio à mata que precisa ser percorrida a pé. Perneiras são item de segurança para minimizar os efeitos de uma eventual picada de cobra.


No início da tarde, uma parada para o almoço em um restaurante à beira da estrada. No cardápio, comidas regionais e até um churrasco assado na hora. Horas mais tarde, todos tiraram um tempo para visitar a Cachoeira do Pingador, pouco conhecida pelos turistas.

No final da tarde, hora de seguir até a Chapada dos Guimarães, formação rochosa que também dá nome à conhecida cidade turística de apenas 18 mil habitantes. A chegada à pousada que leva o sugestivo nome de Penhasco ocorreu já no início da noite. Hora de descansar e apreciar a bela vista, que tem ao fundo as luzes de Cuiabá, uma metrópole com 600 mil habitantes.

DIA 2

Depois de um café da manhã reforçado, a caravana seguiu bem cedo para a Fazenda das Perdidas, de 7 mil hectares, no município de Jaciara. O curioso nome tem explicação: nas décadas passadas, as vacas que eram levadas pelos tropeiros acabavam se perdendo no vale existente entre as montanhas. E é justamente neste vale que fica outro sítio arqueológico, que pode ser acessado com apenas 15 minutos de caminhada na mata. Fácil, diante das 12 horas necessárias para se chegar a outros sítios arqueológicos existentes neste Estado.

Ainda pela manhã, hora de um gesto de respeito à natureza: o plantio de mudas de ipê amarelo e rosa. O presidente da montadora no Brasil, Marco Silva, participou da ação. Como ninguém é de ferro, a seguir o destino era o almoço em um restaurante escondido no meio de uma fazenda. Foi a dona Deuza (grafado com Z mesmo) que preparou galinha caipira, peixe frito e carne de porco. Como sobremesa, melancia, laranja e goiaba. Ao passar pelas estradas internas da fazenda, as máquinas estavam a todo vapor colhendo a soja, grão que torna o Mato Grosso uma potência em área plantada e produtividade. A criação de gado é outra atividade de destaque, gerando uma saudável competição com o vizinho Mato Grosso do Sul.


A seguir, uma das mais belas atrações da expedição estava por vir: a visitação à formação rochosa Crista do Galo. O caminho até lá foi tão especial quanto a vista. A estrada estreita, repleta de buracos e desníveis, exigiu muitos dos recursos tecnológicos da Frontier, como a tração 4x4 e o Controle Automático de Descida (HDC), em que basta apertar um botão no console central para que o sistema freie o veículo, permitindo ao motorista tirar o pé do pedal e apenas guiá-lo. Foi em ocasiões como essa que a picape comprovou sua eficiência e a força do motor 2.3 turbodiesel de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Tudo sempre com muito silêncio a bordo. No final da trilha, é necessário vencer uma íngreme subida a pé para poder contemplar a Crista de Galo – as formações compõem uma figura que se assemelha à crista desta ave. A vista espetacular é para a Chapada dos Guimarães e uma tempestade que se aproximava no horizonte, com muitos raios, fez ecoar o estrondo dos trovões, aumentando o clima de aventura. A volta para a pousada ocorreu com muita chuva, totalizando 360 km neste segundo dia.



DIA 3

O terceiro e último dia começou com mais chuva, que no entanto parou antes da expedição chegar à sede do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Basta descer uma pequena escadaria para dar de cara com a Cachoeira Véu de Noiva, com seus 86 m de altura. Neste momento os mosquitos castigaram os expedicionários e o repelente se fez indispensável.

Após uma breve palestra sobre o parque, hora de conhecer a Cidade de Pedra. Uma trilha em meio ao serrado leva à beira dos precipícios da Chapada. De lá avista-se, sob outro ângulo, a Crista de Galo, que torna-se pequena diante da imensidão dos paredões.

Quarenta minutos de contemplação e muitas fotos depois, todos partiram rumo à última atração: um restaurante panorâmico de onde também se vê a chapada. Em um mirante mais abaixo, onde os ufólogos garantem tratar-se de um “aeroporto de discos voadores”, as picapes são estrategicamente posiciondas para a foto oficial. O retorno até Cuiabá marca o fim de uma aventura cultural inesquecível.

Viagem a convite da Nissan



Ka FreeStyle chega em meados de julho

Modelo é classificado como SUV compacto pela Ford, mas está mais para aventureiro leve.


São Paulo - Uma nova versão do Ka chegará ao mercado em meados de julho deste ano: a FreeStyle, que também antecipa o primeiro facelift do modelo nesta geração. Classificado pela Ford como um ‘‘SUV compacto’’, o FreeStyle entretanto está mais para aventureiro leve e não aposenta a versão Trail. Seus preços não foram divulgados, mas deverão ficar um pouco acima da atual topo de linha do Ka hatch, a SEL, que custa R$ 56,78 mil. Baseado nisso, dá para arriscar que seu preço inicial poderá ser de R$ 59,99 mil.


O modelo foi apresentado em evento repleto de mistério no último dia 31 na capital paulista. Até descer de uma plataforma presa por cabos de aço no palco do Teatro Santander, ninguém tinha muita certeza do que estava por vir. A única pista era de que se tratava de um ‘‘SUV compacto global’’. Para reforçar essa ideia de SUV, pega emprestado o sobrenome FreeStyle – versão de grande sucesso na linha EcoSport.

Dentro das opções aventureiras da montadora, o novo carro ficará posicionado entre o Ka Trail (que custa R$ 48,88 mil com motor 1.0 e R$ 53,08 mil com propulsor 1.5) e o EcoSport, que também acaba de ganhar uma nova versão, a Storm, por R$ 99,99 mil. Mas a diferença é que o modelo não deverá contar com a opção de motor 1.0, apenas o novo 1.5 de três cilindros já usado no EcoSport.

Visual


Modelo tem altura elevada do solo – a Ford não deu detalhes técnicos durante a apresentação estática – e vários itens diferenciados. A frente exibe uma grade ampla, para-choques encorpados e faróis com máscara negra e moldura cromada.

Moldura em C


Na traseira, o para-choque com moldura em C é complementado por apliques metálicos. O modelo conta ainda com rodas em liga-leve aro 15’’, rack de teto em alumínio e retrovisores com acabamento na cor magnetic. A metálica marrom trancoso apresentada no protótipo é outra novidade.


1.5 TiVCT Flex de 137 cv

Na versão FreeStyle, sai o motor 1.5 Flex de quatro cilindros, que gera 110 cv com álcool e 105 cv com gasolina, e entra o 1.5 TiVCT Flex de três cilindros, que desenvolve 137 cv com etanol e 130 cv com gasolina a 6.500 rpm e torque de 16,12 kgfm com etanol e 15,64 kgfm com gasolina a 4.500 rpm. Segundo a Ford, é o motor naturalmente aspirado com a maior potência específica do mercado: 91,5 cv/l.


Com bloco e cabeçote em alumínio, segue a tendência de redução de peso e tamanho. Entre suas vantagens técnicas estão as velas de ignição centralizadas na câmara de combustão para a melhor eficiência, bomba de óleo variável que regula a pressão interna, duplo comando variável de válvulas na admissão e no escape e o sistema de partida a frio patenteado pela Ford com o nome  Easy Start (que dispensa o reservatório auxiliar de gasolina para partida quando abastecido com etanol).

Viagem a convite da Ford


Jetta finalmente ganha visual esportivo

Nova geração do sedã Volkswagen deve chegar ao Brasil ainda neste ano.


O Jetta finalmente recebe o visual esportivo que merece para brigar com seus concorrentes. A nova geração do sedã é apresentada no Salão do Automóvel de Detroit (13 a 28 de janeiro) e deve chegar ao Brasil no final do ano.

Não há dúvida de que o design dianteiro foi fortemente influenciado pelo SUV mundial T-Rock. As luzes diurnas em LED contornam os faróis e, atrás, as lanternas são muito parecidas com as do Volkswagen Virtus, que chega neste mês ao mercado brasileiro. A coluna C com forte queda, como nos cupês, reforça a modernidade.


Produzido no México sobre a plataforma MQB, o modelo ganhou 3 cm em entre-eixos, totalizando agora 2,68 m.


Câmbio de 8 marchas


Em termos de powertrain, o motor 1.4 TSI de 150 cv e 18,7 kgfm segue o mesmo, mas a grande novidade será a transmissão automática de oito marchas. Para os Estados Unidos, haverá ainda a opção do câmbio manual de seis marchas.

Painel digital

O carro também passou por fortes mudanças no interior. Uma das principais é a adoção do painel digital já utilizado no novo Polo, com alto brilho e que permite diversas configurações. As rodas também têm estilo idêntico às do Polo.


No pacote de sistemas de auxílio à segurança estão aviso de colisão dianteira, assistentes de frenagem de emergência autônoma e de ponto cego com alerta de trânsito traseiro, alerta de mudanças de faixa e controle de cruzeiro adaptativo (ACC).

Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS