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Motores

Kwid: confira como anda o compacto da Renault

Carro é moderno e ágil no trânsito, mas tem espaço interno restrito....

Adair Santos/Adair Santos/GES-Especial
Design segue a tendência mundial da marca


Por R$ 29,99 mil ele é ‘‘peladão’’, mas por R$ 34,99 mil, vem ‘‘equipadão’’. Um dos carros mais aguardados do ano, o Kwid chegou em agosto ao mercado causando estardalhaço. Em seu primeiro mês completo de vendas, totalizou 10.359 unidades, ajudando a Renault a atingir o quarto lugar no Brasil, com participação de 10,6%.

Adair Santos/GES-Especial
Chave-canivete na versão topo de linha, como a testada


Por R$ 34,99 mil, o compacto da Renault traz direção elétrica, ar-condicionado e vidros dianteiros elétricos, abaixo de concorrentes como Fiat Mobi e Volkswagen up!. Quatro air bags e dois pontos para Isofix são de série desde a versão de entrada. Moderno, gostoso de dirigir e bastante ágil no trânsito, o Kwid é uma ótima opção de compra nesta faixa de preço. Mas o espaço interno é limitado: duas pessoas mais encorpadas quase encostam os ombros na frente.

Adair Santos/GES-Especial
Espaço apenas razoável para quem vai atrás

Atrás, o espaço para as pernas é razoável, apesar de a Renault ter feito milagre quando consideradas suas dimensões: 3,68 m de comprimento, 2,42 m de entre-eixos, 1,58 m de largura e 1,47 m de altura. Ótima surpresa é o porta-malas, que comporta 290 l (no Ford Ka, cabem 257 l).


Design 

Adair Santos/GES-Especial
Lanternas são bonitas e caixas de rodas têm molduras em plástico preto

Bonito de todos os ângulos, Kwid traz a nova linguagem de design da Renault. Apesar da posição alta de dirigir e bons ângulo de entrada (24º) e de saída (40º), não dá para considerá-lo um SUV compacto. No máximo um aventureiro leve... Mas valeu a tentativa, Renault!

Motor faz bonito 

Adair Santos/GES-Especial
1.0 é valente e econômico

Diante dos 85 cv com álcool e 80 cv com gasolina do Ford Ka, se analisados friamente os 70 cv/ 66 cv do 1.0 SCe de três cilindros e 12 válvulas do Kwid teoricamente perdem o brilho. Mas se por um lado não é o mais potente, por outro é o mais leve: pesa 786 kg, menos ainda que o Mille Fire, com seus 825 kg, e que o Ka, com 1.007 kg. Assim, o Kwid oferece ótima relação peso/potência e o resultado é um desempenho adequado, com boas acelerações. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 14,7 s com álcool e 15,5 s com gasolina. Com etanol, o torque máximo de 9,8 kgfm surge a 4.250 rpm. Com gasolina, são 9,4 kgfm a 4.250 rpm. Quanto ao consumo, na cidade faz 14,9 km/l com gasolina e 10,3 km/l com etanol. Na estrada, os números são de 15,6 km/l e 10,8 km/l, respectivamente.

Direção elétrica e ar-condicionado

Adair Santos/GES-Especial
Linhas modernas e painel feito com plásticos secos

A intermediária Zen custa R$ 34,99 mil e traz, entre os principais itens de série, a direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos. Com o rádio opcional, dotado de bluetooth e entradas USB e AUX, o preço sobe para R$ 35,39 mil.

Adair Santos/GES-Especial
Volume totaliza 290 l


Mas a versão testada foi a Intense equipada com Pack Connect, que sai por R$ 39,99 mil e traz retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media NAV 2.0 com câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável. Além de diferentes detalhes de acabamento externo e interno. O painel tem linhas modernas e em todas as versões é feito com plástico seco, como já era de se esperar em um modelo de entrada.

NXR 160 Bros recebe freios CBS

Sistema reduz a distância de frenagem e impede a perda do controle da traseira tanto no asfalto quanto na terra.


Tuiuti, São Paulo - Uma frenagem segura, sem a ‘‘perda da traseira’’, e em um espaço menor, que faz a diferença entre bater ou não no veículo que está à frente. A tecnologia CBS (Combined Brake System) aciona o freio dianteiro mesmo que o piloto pise apenas no pedal traseiro, chegando agora à NXR 160 Bros, que também ganha novas cores e grafismos na linha 2018. Seu preço público sugerido é de R$ 11,99 mil, tendo como base o Estado de São Paulo, sem incluir as despesas com frete e seguro.

As novidades foram apresentadas à imprensa especializada no último dia 28 na pista do Haras Tuiuti, cidade de mesmo nome distante 120 km da capital paulista. Testes feitos no asfalto comprovaram a sua ótima ciclística e equilíbrio. Em um trecho de estrada de chão, ficou evidente toda a versatilidade do modelo, que pesa apenas 121 kg. A suspensão dianteira telescópica e a traseira monoamortecida garantem um curso de 180 mm à roda dianteira e de 150 mm à traseira. A Bros foi lançada em 2003 e, desde então, mais de dois milhões de unidades saíram da linha de montagem em Manaus. Um sucesso que só perde em vendas para o fenômeno CG.

Freio dianteiro recebe 30% da carga

O sistema CBS ajuda a corrigir um hábito de boa parte dos motociclistas, que é frear apenas com a roda traseira. Conforme o engenheiro mecânico da Honda Alfredo Guedes (foto), ao pressionar apenas o pedal do freio traseiro, cerca 30% da capacidade de frenagem dianteira é acionada simultaneamente. ‘‘E o que é melhor: um pequeno ‘delay’ na ativação do sistema dianteiro impede o mergulho da suspensão, mantendo a trajetória’’, explica. Andando a 60 km/h, a distância da Bros equipada com CBS é 15,47 m menor em relação à linha 2017, que ainda não possuía o equipamento. Para comprovar essa eficiência, a Honda realizou teste ao vivo. A versão ESDD segue equipada com freios a discos em ambas as rodas.


A aplicação do CBS na Bros representou um desafio técnico não só por causa do longo curso das suspensões como pelo centro de gravidade mais elevado do modelo, que deve-se ao posicionamento do motor e do escapamento.

Novo painel blackout

NXR 160 Bros


A linha 2018, estreia o conjunto de instrumentos “blackout” digital, que tem fundo escurecido, permitindo um maior contraste das informações e melhorando a visibilidade e facilidade na leitura. É dotado de velocímetro em LED, hodômetro total e parcial, indicador do nível de combustível e luzes-alerta.

Motor de 14,7 cv


O motor monocilíndrico FlexOne funciona com etanol e gasolina, movimentando a Bros com muita competência. Com 162,7 cilindradas, gera 14,7 cv com etanol e 14,5 cv com gasolina a 8.500 rpm. O torque máximo é de 1,60 kgfm (etanol) e 1,46 kgfm (gasolina) a 5.500 rpm. Arrefecido a ar de 4 tempos, é alimentado por injeção PGM-FI (Programmed Fuel Injection). Câmbio de cinco marchas tem engates precisos.

Novo sensor de oxigênio


O propulsor – próximo de atingir a marca de 1 milhão de unidades produzidas – recebeu um novo sensor de oxigênio, cuja maior sensibilidade e capacidade na leitura dos gases permitiu um funcionamento mais eficiente e com baixos índices de emissão de poluentes, em plena conformidade com o Promot 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares). O assento ficou 0,6 cm mais alto e o tanque de combustível comporta 12 l. A garantia da moto é de três anos sem limite de quilometragem.

Viagem a convite da Honda


Novo Polo tem preços entre R$ 49,9 mil e R$ 69,19 mil

Sexta geração do compacto premium estará nas lojas em novembro com três opções de motores.

São Paulo - A sexta geração do Polo chega ao mercado em novembro por preços que começam em R$ 49,9 mil e vão até R$ 69,19 mil. Maior, mais potente e moderno que a geração anterior, vendida no Brasil de 2012 a 2014, o hatch da Volkswagen foi apresentado à imprensa especializada nesta terça-feira (26) na capital paulista.

O novo compacto premium foi testado em um trajeto de 120 km entre a capital e a cidade de Porto Feliz. A versão topo de linha 200 TSI Highline tem ótimo desempenho – são 128 cv extraídos do pequeno 1.0 turbo de três cilindros. Essas configurações mais potentes trazem estampado na tampa do porta-malas o logotipo com a sigla 200 TSI, uma alusão aos 200 Nm de torque gerados pelo motor, que equivalem a 20,4 kgfm. É justamente esse ótimo torque que proporciona boas retomadas. Sua dirigibilidade refinada justifica a fama de ‘‘Mini-Golf’’ que já adquiriu mesmo antes de seu lançamento. A estabilidade é exemplar – na traseira, o sistema adotado é o eixo de torção.


Carro também tem outras duas opções de propulsor: 1.0 aspirado de três cilindros e 82 cv e 1.6 MSI de quatro cilindros e 117 cv. Todas as versões vêm com pneus “verdes”, de baixa resistência ao rolamento, em três diferentes medidas: 185/65 R15, 195/55 R16 e 205/50 R17.


Apesar de maior que seu antecessor, Polo é 44 kg mais leve graças ao uso de aços de alta-ultra resistência, o que também garantiu 5 estrelas para adultos e crianças no Latin NCap. Todas as versões trazem quatro air bags de série e sistemas Isofix e top-tether para fixação de cadeirinhas infantis. Modelo é fabricado em São Paulo.


Active Info Display

A segunda geração do Active Info Display é um espetáculo à parte e vale o investimento. O novo Polo é o primeiro da marca equipado com o quadro de instrumentos totalmente digital, no qual as informações são implementadas via software. Dados de navegação podem ser mostrados em 2D ou 3D, em uma tela de 10,2’’, do tamanho de um tablet. As informações sobre as funções de condução, de navegação e de assistência podem ser integradas em áreas gráficas do velocímetro e conta-giros, conforme necessário.


Há três sistemas de infotainment, que permitem conectividade e leitura de variados arquivos digitais, disponíveis para todas as versões. Entre eles está o Discover Media, com tela de 8’’ e três entradas USB, entre outros itens. Todas as versões trazem de série o suporte para celular sobre o painel, com entrada exclusiva USB para carregamento.



Versões e preços

1.0 MPI: R$ 49,99 mil
Todas as configurações trazem, de série direção com assistência elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas (os dianteiros possuem função “um-toque” para fechamento e abertura), travas elétricas, faróis de dupla parábola e chave tipo “canivete” com controle remoto.

1.6 MSI: R$ 54,99 mil
Traz os mesmos equipamentos da 1.0 MPI, mas adiciona o propulsor 1.6 MSI 


200 TSI Comfortline: R$ 65,19 mil

Vem equipado com banco traseiro bipartido, coluna de direção ajustável em altura e distância, Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), faróis de neblina com “cornering light”, sistema de infotainment Composition Touch com tela de 6,5” sensível ao toque, rodas em liga-leve aro 15” Viper com pneus 185/65 R15, sensores de estacionamento traseiros, ajuste elétrico dos retrovisores externos, descanso de braço dianteiro com porta-objetos, lanternas traseiras escurecidas e volante multifuncional.


200 TSI Highline: R$ 69,19 mil

Soma aos itens de série da Comfortline o sistema Kessy de abertura das portas sem uso da chave e partida do motor por botão no console central, controlador automático de velocidade de cruzeiro, ar-condicionado Climatronic, banco do passageiro dianteiro rebatível, descanso de braço dianteiro com porta-objetos e duas portas USB para carregamento, porta-luvas refrigerado, faróis de neblina com função “cornering light” (luz de conversão estática), luz de condução diurna (DRL) em LED ao lado dos faróis de neblina, rodas em liga-leve aro 16” Avalanche com pneus 195/55 R16, sobretapetes e volante multifuncional revestido em couro com “shift paddles” e detalhes em preto brilhante na cabine.


Opcionais


Kit Safety: R$ 1,05 mil
Traz computador de bordo com display multifuncional, controles de tração e estabilidade e bloqueio eletrônico de diferencial

Connect Pack: R$ 2,6 mil:
Traz itens do Safety Pack e, ainda, rádio Composition Touch com App Connect, volante multifuncional e rodas em liga-leve aro 15’’.

Kit Tech I: R$ 2,2 mil
Traz chave presencial com partida por botão, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controle de velocidade de cruzeiro, farol com ajuste automático de intensidade, volante revestido em couro, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, aletas para trocas de marchas e rodas em liga-leve aro 16’’

Kit Tech II: R$ 3,5 mil
Agrega itens do Kit Tech I e, ainda, indicador de pressão de pneus, ar-condicionado digital, câmera de ré, detector de fadiga, sistema de frenagem pós-colisão, porta-luvas refrigerado, porta-malas com rede e ajuste de altura do assoalho.

Kit Tech High: R$ 2,8 mil
Traz sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, central multimídia Discovery Media com GPS e tela sensível ao toque de 6,5’’, farol com ajuste automático de intensidade, retrovisor eletrocrômico, sensores de chuva e crepuscular, porta-malas com rede e ajuste de altura do assoalho, sistema de comandos por voz, antena estilo “tubarão”, detector de fadiga, indicador de pressão dos pneus e câmera traseira e sistema de frenagem pós-colisão

Technology Pack: R$ 4,5 mil
Traz itens do Kit Tech High e, ainda, quadro de instrumentos digital e rodas em liga-leve aro 17’’.


Viagem a convite da Volkswagen




Fit ganha facelift e controle de tração

Linha 2018 passa a contar também duas novas cores, com preços oscilando entre R$ 58,7 mil e R$ 80,9 mil.

O aguardado facelift do Fit vem acompanhado de mais segurança. A partir de agora, todas as versões do monovolume da Honda contam com o sistema VSA (Vehicle Stability Assist) com controle de tração e estabilidade e com sistema HSA (Hill Start Assist) de assistência de partidas em rampas, evitando que o carro desça por alguns instantes quando o motorista tira o pé do freio em subidas.


A linha 2018 traz novo design frontal e traseiro, bem como luzes diurnas de rodagem e lanternas em LED, além de faróis em LED na versão EXL. Outra novidade é a configuração Personal, que se soma à DX, LX, EX e EXL. São oferecidas transmissões manual na DX e CVT nas demais – com simulação de sete marchas na EX e na EXL.


Todas as versões trazem duas tonalidades inéditas: o branco estelar perolizado e o azul boreal (metálico). Também compõem a gama o branco tafetá (sólido), o prata platinum e cinza barium (metálicas) e o preto cristal (perolizado). A garantia do modelo é de três anos, sem limite de quilometragem.

Renovação visual

O conceito Crossfade Monoform, que marca a terceira geração do Fit, recebeu importantes aprimoramentos. Traz novos para-choques, de desenho mais encorpado, e grade frontal redesenhada, bem como novos faróis e lanternas. Ganha também luzes de rodagem diurnas em LED, que mudam de posição de acordo com a versão: na DX, LX e EX, são localizadas na parte inferior do para-choque – de série na EX e disponível como acessório para a DX e a LX –, enquanto a EXL traz o sistema de iluminação integrado aos faróis Full LED, exclusivos da configuração, que permitem uma visibilidade superior à noite e agregam requinte.


Lanternas

As inéditas lanternas com iluminação em LED também acendem na região das colunas traseiras, aumentando a visibilidade e a segurança e são item de série em todas as versões. Além disso, oferecem o sistema de sinalização em frenagens de emergência ESS (Emergency Stop Signal) que, em frenagens bruscas, piscam automaticamente e de forma rápida e intermitente para alertar os condutores que vêm atrás, minimizando o risco de colisões traseiras.


Versões EX e EXL ganham borboletas para troca de marchas

As configurações EX e EXL passam a contar com a simulação de trocas de marchas (7 velocidades), por meio de borboletas atrás do volante, trazendo mais controle para o condutor em uma condução mais esportiva, nas versões com transmissão CVT (Continuously Variable Transmission - Transmissão Continuamente Variável). A LX, EX e EXL trazem a transmissão CVT com conversor de torque e uma grande abrangência de relações, o que melhora a força de tração em baixas velocidades, proporcionando uma resposta mais rápida, aceleração linear e economia de combustível. A DX tem transmissão manual de cinco velocidades, com engates curtos e precisos.


Motor 1.5 de 116 cv

O propulsor segue o mesmo. Toda a linha é equipada com o 1.5 i-VTEC FlexOne, com controle eletrônico variável de sincronização e abertura de válvulas. Criada pela Honda, a tecnologia i-VTEC varia o tempo e a profundidade de abertura das válvulas para obter maior eficiência em diferentes regimes de rotação. Assim, oferece bom desempenho e economia de combustível segundo o Conpet, recebendo nota A na categoria e, quando combinado com a transmissão CVT, ganha A na classificação geral. Com etanol, gera 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 kgfm de torque a 4.800 rpm. Com gasolina, esses números são de 115 cv a 6.000 rpm e 15,2 kgfm a 4.800 rpm.

Os preços

DX: R$ 58,7 mil

Personal CVT: R$ 68,7 mil

LX CVT: R$ 70,1 mil

EX CVT: R$ 75,6 mil

EXL CVT: R$ 80,9 mil

Valores adicionais para pintura metálica (990 reais) e especial (R$ 1,29 mil)


Versões e conteúdos

DX

Desde a versão iniciaL DX, o Fit traz de série ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos em todas as portas, regulagens de altura e profundidade da coluna de direção, além de variados porta-objetos espalhados pelo interior, dentre outros equipamentos. A novidade é que agora incorpora o banco do motorista com regulagem de altura de série. Tanto a DX quanto a LX trazem sistema de áudio AM/FM 2DIN com bluetooth e entrada USB. A configuração LX ainda agrega acabamento do painel, portas e volante na cor prata, controle de áudio no volante e painel de instrumentos azul e branco.

Personal

Como o próprio nome sugere, a versão Personal é uma opção que traz a possibilidade de personalização de conteúdo. Equipada com transmissão CVT, oferece, de série, o VSA com HSA e ESS, controle de cruzeiro, retrovisores com luz indicadora de direção, lanternas em LED e ajuste de altura do banco do motorista, além de painel Bluemeter. Vem, ainda, com os equipamentos comuns a todas as configurações, como ar-condicionado, direção elétrica MA-EPS, vidros elétricos e travas elétricas em todas as portas e volante com regulagem de altura e profundidade. A Personal traz, como principal atrativo, seu posicionamento de preço pensado em um público que busca opção com valores incluídos em isenção fiscal, aliado à possibilidade de adquirir um pacote adicional composto por jogo de rodas aro 15’’ e sistema de áudio, que ativa equipamentos pré-instalados, como os alto-falantes, controle de áudio no volante, sistema HFT por bluetooth e câmera de marcha à ré com multivisão.

LX

Agrega os novos faróis de neblina

EX CVT

Adota o mesmo painel bluetooth, câmera de ré com três ângulos de visão (panorâmica, normal e superior), entradas auxiliares e USB. O sistema HFT (Hands Free Telephone), posicionado junto ao volante, possibilita o atendimento de uma ligação por meio da conexão sem fio juntamente com a função de viva-voz. Todas as versões com bancos em tecido ganham uma nova padronagem para a linha 2018, enquanto a EXL traz assentos revestidos em couro.

EXL

Passa a oferecer uma nova central multimídia de 7’’ que traz navegador integrado e conectividade com o sistema Apple CarPlay e Android Auto. Tem manuseio semelhante ao de um tablet, permitindo a operação intuitiva de mapas do sistema de navegação nativo, ou do Waze (por meio do Android Auto), além de reproduzir música via bluetooth, por dispositivos portáteis, ou de serviços de streaming (conexões bluetooth, Android Auto ou Apple CarPlay). Vem com navegador integrado e a visualização da câmera de ré com três ângulos e aviso de distância por cores, com indicação de ponto máximo para abertura do porta-malas. Nessa versão, o sistema de áudio traz dois tweeters nas colunas frontais, enquanto o volante tem comando de voz, para operação das funcionalidades dos sistemas Android Auto e Apple CarPlay. Outra novidade da versão é a adoção de retrovisores externos rebatíveis eletricamente. Além disso, a EX e a EXL incorporam novidades como ar-condicionado digital automático – com painel touchscreen para regulagem de temperatura e intensidade. Essas configurações recebem, ainda, um descansa-braço central com revestimento em couro, volante com paddle-shifts e vidros elétricos com função um toque para motorista e passageiro da frente. O equipamento de áudio da EXL é composto por rádio AM/FM e CD player com visor LCD de Cruise Control, setas nos retrovisores externos e volante revestido em couro com controles do piloto automático.

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