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Motores

Fusca, uma paixão nacional

Dia Nacional do Fusca é comemorado em 20 de janeiro mas, mundialmente, transcorre em 22 de junho.

Adair Santos/GES-Especial
Fusca 1971 ao lado do 1967
Ícone mundial em termos de engenharia e design, o Fusca celebra 72 anos de história em 2017. O Dia Nacional do modelo transcorre em 20 de janeiro mas, mundialmente, é comemorado em 22 de junho, data em que Ferdinand Porsche assinou o contrato para o início do desenvolvimento do Sedan, em 1934 – a fabricação, porém, só começou em 1945. Mais de 21 milhões de unidades foram comercializadas no mundo, das quais 3 milhões no Brasil, onde detém a marca de carro mais vendido por 24 anos.
Em todo o País, há centenas de confrarias especializadas no modelo. No Estado, uma das mais importantes é o Clube do Fusca de Novo Hamburgo, entidade organizadora do FuscaShow na Fenac. Paixão que não vem à toa: o carro é uma ótima porta de entrada no antigomobilismo por ser um dos mais em conta na hora de adquirir, por ter uma mecânica simples e uma boa disponibilidade de peças. Segundo o diretor técnico do clube, Diogo Boos, é possível adquirir um exemplar em bom estado por menos de R$ 5 mil e ir gradualmente melhorando pintura, motor e estofamento. ‘‘Quem é mais exigente pode comprar um já restaurado, mas terá que desembolsar entre R$ 15 mil e R$ 20 mil’’, compara.
Estilo californiano
Adair Santos/GES-Especial
Ismael Peteffi, 34 anos, está em seu terceiro exemplar
Uma das principais características do Fusca é o seu quase infinito potencial de personalização. O empresário hamburguense Ismael Peteffi, 34 anos, está em seu terceiro exemplar. O atual, na cor azul e ano 1971, comprou há cinco anos e se parece muito com aquele que foi o seu primeiro carro. Ele foi, aos poucos modificando-o.
Visualmente, uma das principais diferenças são os pneus de ‘‘tala larga’’ – que nas décadas passadas ficaram conhecidas como rodas quentes, em alusão ao termo em Inglês hot rod – na medida 185/65 R15 e as semicalotas cromadas. O motor 1.300 gera 46 cv e um rack de teto completa o visual. Internamente, um porta-trecos em bambu aproveita o espaço sob o painel. ‘‘Gosto do Fusca porque tem um estilo retrô’’, diz. Revela, também, que sua única preocupação é andar. ‘‘Não me incomodo com pequenos riscos na pintura, isso faz parte da história do carro’’, garante.
Visual clássico
Adair Santos/GES-Especial
Ignacio Utizg, 65, com o filho Matheus, 22, preserva o manual do proprietário
O Fusca 1967 (1ª série) do vendedor aposentado Ignacio Utizg, 65, morador de Estância Velha, preserva todas as características originais. Tanto que tem placa preta. O carro pertencia ao seu pai, Antonio Utzig, já falecido, e está na família há 33 anos. ‘‘Guardamos até o manual do proprietário e mandamos trazer da Alemanha o vaso de flores de cerâmica para ornamentar o painel’’, orgulha-se.
Adair Santos/GES-Especial
Motor de 1.300 cilindradas desenvolve 46 cv
O motor de 1.300 cilindradas gera 46 cv. Seu sistema elétrico é de 6 volts, o que lhe rendeu o apelido de Tigrão. Este é o quinto Fusca de Ignacio, que também já teve uma Kombi 1972 e, atualmente, mantém na garagem um DKW Vemaguet 1967. Essa imensurável paixão contaminou também o filho, o estudante de Design Matheus Utzig, 22. ‘‘Muitos aspiram ter um Fusca, um carro bastante diferente dos modelos modernos, mas que é muito fácil e gostoso de dirigir’’, elogia.
Clube faz reuniões semanais
Adair Santos/GES-Especial
Clube do Fusca de Novo Hamburgo tem 100 associados
Fundado em 2003, o Clube do Fusca de Novo Hamburgo realiza reuniões todas as quintas-feiras, às 19h30, em sua sede (Rua Andrade Neves, 40, bairro Guarani). Hoje são 100 associados. Mas engana-se quem acha que para participar dos encontros é preciso ter veículo placa preta. Na verdade, não é necessário sequer ter carro: basta ser aficionado pelos modelos Volkswagen refrigerados a ar. O diretor técnico do clube, como não poderia deixar de ser, é um fanático pelos Volkswagen: Diogo Boos tem uma Kombi 1974 e quatro Fuscas, fabricados em 1973, 1980, 1985 e 1986.
Produção nacional
Divulgação
Linha de montagem no Brasil
Os primeiros Volkswagen Sedan – fabricados na Alemanha – chegaram ao Brasil em 1950. Pequenos, com motor traseiro refrigerado a ar e um design totalmente diferente do que havia na época, quando as ruas eram dominadas por grandes sedãs, chamavam a atenção por onde passavam. Sua capacidade de transportar até cinco pessoas, o baixo consumo de combustível e a resistência mecânica logo conquistaram consumidores.
Divulgação
Fusca 1995, conhecido como Fusca Itamar
No País, começou a ser montado com componentes importados já em 1953. A produção nacional teve início apenas em 1959, na primeira linha da Volkswagen fora da Alemanha, em São Bernardo do Campo. Sua história tem uma particularidade: o retorno da fabricação em 1993, sete anos após sua paralisação, em 1986, a pedido do então presidente da República, Itamar Franco. A concorrência dos novos modelos que chegaram após a abertura do mercado aos importados, no entanto, decretou o seu fim definitivo, em 1996.
Tradição renovada
Divulgação
New Beetle homenageou linhas do clássico
A imagem do Beetle foi resgatada em 1998, com o lançamento do New Beetle. Com plataforma do Golf, tração dianteira e motor 2.0 (116 cv e 17,4 kgfm de torque) com refrigeração líquida, registrou mais de 1 milhão de unidades vendidas até 2010. O novo Fusca chegou ao Brasil em 2012 com linha do teto mais reta e propulsor 2.0 TSI ( 211 cv e 28,57 kgfm de torque). Com câmbio DSG de dupla embreagem, acelera de 0 a 100 km/h em 6,9 s e alcança 224 km/h. Hoje, custa R$ 124,7 mil e, obviamente, não tem mais a proposta de ser popular como o seu antecessor.

Uno Sporting: desempenho vitaminado com o motor de 109 cv

Versão esportiva acelera de 0 a 100 km/h em 9,8 s e custa R$ 49,34 mil.

Adair Santos/GES-Especial
Rodas e adesivos exclusivos
O Uno Sporting recebe, enfim, um motor que condiz com a sua proposta. O Firefly 1.3 de quatro cilindros garante um bom desempenho à versão, que recebeu as mesmas mudanças das demais configurações na linha 2017 e um pacote visual personalizado.
No novo propulsor, são 101 cv com gasolina e 109 cv com álcool. Não se pode compará-lo a um T-Jet 1.4 turbo de 152 cv, mas ainda assim é bem melhor que o 1.4 de 85 cv/88 cv que equipava o Uno Sporting anterior. As acelerações e retomadas ocorrem sem ‘‘sofreguidão’’ e ficaram mais ágeis.
A direção elétrica não é apenas leve, como também vem com a função City, que a deixa ainda mais macia para manobras. Quem está acostumado a carros com direção mecânica ou hidráulica pode até ter a sensação de que o volante está desconectado do sistema. Em velocidades mais elevadas, entretanto, fica mais pesada, aumentando a sensação de segurança.
Um ponto que deveria ser revisto, entretanto, é a suspensão – que segundo a Fiat tem ‘‘acerto esportivo’’ –, mas na prática é macia demais em relação ao que a versão Sporting se propõe. Tudo bem que a esportividade do modelo está mais no visual do que propriamente nos atributos mecânicos, porém uma regulagem mais firme o deixaria muito mais divertido...
A linha 2017 trouxe a reboque um reposicionamento de preços. E infelizmente para cima, pois é o Mobi que ocupa o lugar que tradicionalmente foi seu. Assim, para ter um Uno é preciso desembolsar R$ 41,84 mil e, na Sporting, como a testada, R$ 49,34 mil.
Visual
Adair Santos/GES-Especial
Atrás, saída do escapamento é dupla e central
Spoiler na tampa traseira em preto brilhante, rodas em liga-leve aro 15’’, ponteira de escapamento dupla central cromada, grade dianteira em preto brilhante, para-choque dianteiro com detalhes em vermelho, maçanetas e retrovisores em preto brilhante e faixas laterais com escrita Sporting são itens exclusivos.
Desempenho
Adair Santos/GES-Especial
Bom rendimento, boa economia
O novo 1.3 gera 101 cv e 13,7 kgfm com gasolina e 109 cv e 14,2 kgfm com etanol. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 9,8 s com etanol e 10,6 s com gasolina, enquanto as máximas são de 177 km/h com qualquer um dos combustíveis. Segundo a montadora, na cidade o modelo faz 12,89 km/l com gasolina e 9,17 km/l com etanol. Na estrada, os números são de 14,05 km/l e 10,14 km/l, respectivamente. Baixo peso do carro (1.055 kg) contribui para o ótimo desempenho e o câmbio de cinco marchas conta com ótimo escalonamento. Esse motor está disponível também na Way, por R$ 47,64 mil. Então, quem não se apega ao visual e dá mais valor para a potência pode economizar R$ 1,7 mil.
Equipamentos
Na cabine, a evolução do acabamento salta aos olhos: materiais imitando fibra de carbono e insertos de black piano somam-se aos novos grafismos do painel de instrumentos. Faixa horizontal e detalhes do interior – maçanetas, quadro de instrumentos e aplique do volante – na cor vermelho royal são diferenciais internos.
Adair Santos/GES-Especial
Direção elétrica conta com função City
Em termos de equipamentos, desde a versão Attractive 1.0 o Uno 2017 vem de fábrica com ar-condicionado, direção elétrica com função City, brake light e sinalização de frenagem de emergência, faróis de neblina, função Lane Change para auxiliar o comando de seta, computador de bordo, vidros elétricos dianteiros com one touch e antiesmagamento, trava elétrica nas portas com acionamento automático a 20 km/h, quadro de instrumentos iluminado com conta-giros, welcome moving e display LCD de alta resolução equipado com computador de bordo A e B e volante multifuncional. A partir da Way 1.3 o carro recebe sistema Start&Stop, chave canivete com telecomando de abertura e fechamento de portas e vidros elétricos, rádio RDS com entrada auxiliar e entrada USB para MP3/WMA.
Economia com o Start&Stop
Adair Santos/GES-Especial
Sistema Start
O sistema Start&Stop pode representar mais de 20% de economia e a redução dos gases poluentes, passando a equipar agora de série todas as versões com motor 1.3, inclusive aquelas com câmbio Dualogic. O quadro de instrumentos traz itens para ajudar o motorista na condução e utilização do sistema. Além disso, sensores auxiliam no bom funcionamento e na segurança, como o existente no câmbio para reconhecimento da posição N e o de cinto de segurança do motorista para garantir que a repartida só será feita quando estiver afivelado. Porém, é possível desligá-lo por meio de um botão no painel. Essas versões também receberam o novo Smart Charging System, ou alternador inteligente, que otimiza a carga da bateria pelo alternador, evitando que o motor gere energia ao equipamento desnecessariamente.
Apoia-braços
Adair Santos/GES-Especial
Conforto durante as viagens
O apoia-braços central facilita a vida do motorista em viagens. Na cidade, porém, atrapalha bastante os movimentos para trocas de marchas, mas aí é só rebatê-lo. Bonito e gostoso de dirigir, o Uno mantém a mesma plataforma e, por isso, segue oferecendo um espaço apenas razoável para os passageiros do banco de trás.

RAM 1500 deve chegar em 2017

Pequena nos EUA, grande no Brasil, picape tem 5,81 m e é maior que as picapes médias, como a Ranger.

RAM 1500
Menor entre as picapes da marca RAM vendidas nos Estados Unidos, a 1500 desembarca no Brasil no segundo semestre de 2017, somando-se à RAM 2500. O modelo foi exposto pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro, atiçando a curiosidade dos fãs.
Com 5,81 m de comprimento, é um pouco menor que a RAM 2500, com seus 6,03 m, mas maior que picapes como a Ford Ranger (5,35 m). Nos EUA, a 1500 concorre com pesos-pesados – a exemplo da Ford F-150. A versão de acabamento exibida no salão brasileiro foi a Laramie, com cabine Crew Cab, a maior disponível. Ao contrário da 2500, porém, a 1500 não exige no País a carteira de habilitação C.
O anúncio de que a 1500 vem para o Brasil foi feito no Salão de Detroit, em janeiro passado. Pelos projetos iniciais, já deveria estar à venda, mas segundo informações de bastidores, ainda há muitos detalhes para acertar no processo de homologação. Um dos principais pontos de discussão seria o motor: a matriz queria trazer o Pentastar V6 3.6 de 291 cv a gasolina, enquanto a filial, mais habituada ao gosto dos brasileiros, insiste no V6 turbodiesel, uma decisão mais acertada. Nos EUA, a 1500 tem preço inicial de US$ 26 mil, mas por aqui dificilmente ficaria abaixo dos R$ 200 mil.
Motor V6 de 243 cv
RAM 1500
O powertrain combina força e refinamento. O motor 3.0 V6 turbodiesel desenvolve 243 cv de potência e 58 kgfm de torque, trabalhando em conjunto com o câmbio automático de oito marchas. A versatilidade de uso é garantida pela tração 4x4 e pela suspensão a ar, que proporciona conforto de rodagem.
Visual imponente
RAM 1500
O design é bastante parecido com o da RAM 2500. A frente é imponente e há cromados por todos os lados: grade, para-choques e parte superior dos espelhos retrovisores. O peso da picape é de 2.549 kg e, sua capacidade de carga, de 750 kg, bem menor que os 1.030 kg da RAM 2500.
Equipamentos
RAM 1500
Linhas do painel são idênticas às da RAM 2500, com diferenças para alguns tons de acabamento. O nível de equipamentos da versão Laramie, com cabine Crew Cab, inclui seis air bags, teto solar, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, sistema de áudio premium (nove alto-falantes e um subwoofer) e chave de presença Keyless Enter-N-Go (abertura das portas, caçamba e ignição sem usar a chave).
RAM 2500 custa R$ 259,9 mil
RAM 2500
Quem não está a fim de esperar a RAM 1500 tem como opção a gigante RAM 2500, que recebeu mudanças na linha 2016, comercializada no Brasil desde dezembro de 2015 em versão única, a Laramie, por R$ 259,9 mil. O motor turbodiesel Cummins 6.7 de 6 cilindros em linha e 24 válvulas gera 330 cv de potência e incríveis 104 kgfm de torque.
2015 Dodge RAM 2500 Laramie
O câmbio é automático de seis marchas. A picape chegou ao Brasil há 10 anos, ainda como Dodge RAM, na versão SLT. A montadora não divulga números mas, para fins comparativos, estima-se que acelere de 0 a 100 km/h em cerca de 10 s, algo próximo de um sedã médio.
A RAM 2500 tem 3.410 kg e Peso Bruto Total (PBT) de 4.536 kg. Pela legislação brasileira, veículos com PBT acima de 3,5 mil kg são considerados caminhões.
Muito espaço a bordo
2015 Dodge RAM 2500 Laramie
O interior, todo revestido em couro, não deixa dúvidas: trata-se de uma típica picape norte-americana. A opção castanho canyon soma-se ao preto. Também inédito é o console central, que engloba a central multimídia Uconnect com tela de 8,4’’, com entradas USB, cartão SD, auxiliar P2 e tomada 12 volts. O enorme porta-objetos dividido em dois compartimentos facilita bastante a vida do motorista, assim como os sensores dianteiros de estacionamento.

Dando um brilho na caranga

Confira cinco dicas para lavar o carro em casa e evitar danos à pintura .

Adair Santos/GES-Especial
Lavagem deve ser feita sempre à sombra. Só não pode faltar vontade de esfregar a lataria
Quem é realmente apaixonado por carro faz questão de lavar a própria caranga. Evita deixá-lo em lavagens cuja qualidade dos serviços é duvidosa e jamais, jamais, submete a lataria à agressividade das escovas rotativas de um lava-rápido. Por isso, elaboramos uma cartilha contendo cinco dicas para dar aquele brilho extra e ainda economizar entre 30 reais e 50 reais.
Lavar o carro ou a picape é uma arte e, assim como fazer um bom churrasco, tem todo um ritual. Alguns gostam de ouvir música e até beber uma cerveja. Independentemente disso, o bom é ter o mínimo de espaço necessário para executar a tarefa – mais complicada para quem mora em apartamento. Mas por mais superficial que seja a higienização que você fizer, tenha em mente que pelo menos a lataria estará livre dos desengraxantes que muitas lavagens passam e acabam tirando o verniz da pintura, que fica opaca.
Adair Santos/GES-Especial
Paixão de Carlos Citto acabou se transformando em renda extra
Motorista profissional, o hamburguense Carlos Citto, 45 anos, gosta tanto de lavar carros que chega ao ponto de limpar até parafusos de seu Chevrolet Corsa. ‘‘Sou fanático por limpeza, mas um bom serviço exige dedicação e técnica’’, explica. A notícia de seu perfeccionismo se espalhou e o hobby transformou-se em uma fonte extra de renda: amigos levam seus veículos para ele limpar.
1 - Lavagem
Adair Santos/GES-Especial
Use xampu automotivo, nunca detergente de cozinha. Afinal, seu carro não é louça...

O ideal é ter um lava-jato, mas uma mangueira com boa pressão já dá conta do recado. Lave o carro na sombra para evitar manchas. Nas laterais, a parte abaixo dos frisos costuma juntar a sujeira mais grossa. Por isso, comece pelo teto, capô e parte de cima. Use luva ou um pano de microfibra (três unidades podem ser compradas em lojas de autopeças por R$ 9,90), mas nunca recorrra a esponjas. Para a parte abaixo dos frisos, troque a água do balde e use outro pano limpo. Utilize xampu automotivo com cera, que não agride a pintura, e evite a todo custo detergentes de cozinha, mesmo os neutros. Lembre-se: seu carro não é um prato, nem um talher.
Adair Santos/GES-Especial
Lava-jato ajuda a tirar a sujeira mais grossa, que geralmente se concentra abaixo da linha dos frisos laterais
2 - Secagem
Adair Santos/GES-Especial
Panos de microfibra são a melhor alternativa para lavar e secar

Nesta etapa, use outro pano de microfibra limpo para não arranhar a pintura com a sujeira que ficou impregnada naqueles utilizados para a lavagem. Depois que o carro estiver seco, é indicada a aplicação de cera automotiva, que protege contra os efeitos nocivos do sol, por exemplo.
3 - Higienização interna
Adair Santos/GES-Especial
Carro limpo por fora e sujo por dentro? Nem pensar. O aspirador resolve boa parte dos seus problemas

Comece a limpeza do interior passando aspirador de pó no assoalho e nos carpetes, além daqueles cantinhos que insistem em acumular sujeira. Utilize um pincel específico para remover poeira de lugares mais difíceis, como saídas de ventilação, porta-objetos e peças próximo à manopla do câmbio.
Adair Santos/GES-Especial
Toalha macia é indicada para remover a poeira do painel
No painel, basta um pano úmido, mas produtos à base de silicone também podem ser utilizados. Cuidado, porém, com alguns géis específicos à base de álcool, pois com o tempo podem causar manchas e até rachaduras. Nos bancos em couro, passe hidratante específico (um frasco com 200 ml sai por 30 reais) para limpar e evitar ressecamento. Se preferir, use um odorizador em spray para dar um toque final na cabine. Alguns produtos à venda simulam até o ''cheiro de carro novo''.  
Adair Santos/GES-Especial
Um odorizador pode ser utilizado para deixar a cabine com cheiro agradável
4 - Motor
A lavagem do motor só é recomenda quando estiver muito sujo ou enlameado, devendo ser realizada por profissionais para minimizar a chance de danos elétricos. Entretanto, se a cada lavagem do carro um pano úmido for passado na tampa do cabeçote e nas proteções de componentes como a bateria, além de extremidades internas do capô, o propulsor permanecerá sempre com o aspecto de limpo. Confira abaixo a diferença que um pano úmido faz.
Antes
Pneu
Depois
Motor
5 - Pneu pretinho
De nada adianta a lataria estar tinindo se os pneus, mesmo limpos, estiverem com aspecto de sujo. O velho e bom preteador – ou o popular ‘‘pneu pretinho’’ – contribui para um visual final impecável. Um litro pode ser comprado em lojas de produtos químicos por cerca de 12 reais. A aplicação deve ser feita com um pincel ou uma esponja. Não ter o preteador em casa também não é um problema: um produto caseiro pode ser feito rapidamente (confira ao lado). Na Internet, há muitas receitas disponíveis, mas muitas delas evolvem a mistura de vários produtos que você certamente não terá à mão e exigirá uma ida às compras. Neste caso, é mais fácil sair para comprar um bom preteador.
Antes
Pneu
Depois
Pneu
Faça você mesmo
Há uma fórmula descomplicada e rápida de fazer o preteador caseiro: basta misturar duas colheres grandes de açúcar em um copo d’água e aplicar na lateral do pneu. O resultado é bom, quase próximo do produto químico, mas o inconveniente é que ao longo dos dias acumula um pouco de poeira.
Fórmula caseira: duas colheres de açúcar e um copo d'água

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