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27 de Novembro de 2011 - 15h33

Recordando o Sítio do Picapau Amarelo

Por Daiana Souza

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"O sol nascente é tão beeeelo, sítio do picapau amareeelo..." Lamentável ter essa canção se tornado toque de celular nos dias de hoje, pois a abertura e o programa em si eram demais. Felizes dos viventes da época de Emília, Narizinho, Pedrinho, Marquês de Rabicó, Conselheiro, Quindim, Visconde de Sabugosa, Dona Benta, Tia Nastácia, Tio Barnabé, Cuca, Saci e outros.


A série, que começou veicular na tevê em 1977, foi uma adaptação - que deu muito certo - de Paulo Afonso Grisolli e Wilson Rocha, da obra homônima de Monteiro Lobato, uma das mais originais da literatura infanto-juvenil brasileira. A partir de um conteúdo produzido pela Rede Globo, em parceria com a TVE e o MEC, a atração foi totalmente direcionada à criançada daquele bom tempo e durou até 1986.

Essa foi a mais conhecida de todas as versões, considerada a clássica e a quarta produzida pela televisão brasileira. As anteriores foram na TV Tupi (entre 1951 e 1962, ao vivo), na TV Cultura (em 1964) e na Rede Bandeirantes, (entre 1967 e 1969)

O sucesso foi tanto (mas tanto) que várias outras versões para a mesma historinha foram criadas a partir de regravações e readaptações. Quem curtia a Tevê Colosso, por exemplo (eu já era bem grandinha), teve a chance de assistir algumas reprises. Porém, só quem acompanhou a saga lá no final dos anos 70 e início dos 80, pode se considerar uma pessoa realizada. Me desculpe quem não estava aí ainda para conferir o melhor do "Sítio", mas aqueles que não perdiam um capítulo sequer do seriado - que durava 30 minutos apenas - sabe bem do eu estou me referindo. Eu, infelizmente, peguei esse bonde andando e pude acompanhar pelo menos o final do melhor da série, a partir de 85. Antes disso, não lembro nem do que me alimentava. Enfim... acompanha aí uns trechinhos do Sítio:

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