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Política - 02/09/2009 07h06
Atualizado em 10/04/2011 22h26

Prefeito de NH ouve as entidades sobre projeto dos mercados

Tarcísio trabalha com três hipóteses para sua decisão, mas não adianta nenhuma. Veja vídeo.


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Francine da Silva/Da Redação

Foto: Francine da Silva/Da Redação
Prefeito ouve as entidades sobre projeto dos mercados
Prefeito ouve as entidades sobre projeto dos mercados

Novo Hamburgo  - O prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) reuniu-se ontem com 12 entidades e instituições para debater o projeto que restringe o horário de funcionamento dos hiper, super, minimercados e atacados em Novo Hamburgo. Os participantes tiveram a possibilidade de expor suas opiniões sobre a matéria durante duas horas, mas não chegaram a um consenso. No final do encontro, Tarcísio já os convocou para uma segunda mesa-redonda, na próxima quarta-feira, dia 9, às 8h30. Será nesta data – que corresponde ao último dia do prazo estabelecido pela Lei Orgânica - que o prefeito anunciará a posição do Executivo sobre o projeto. Enquanto não se decide, Tarcísio adiantou que trabalha com três hipóteses, sendo uma delas a proposta da consulta popular. "Eu sou filosoficamente contra trabalhar aos domingos, mas agora eu sou um prefeito e tenho que olhar a situação de forma mais detalhada", confessa.

Conforme Tarcísio, o objetivo da mesa-redonda era para que os grupos pudessem escutar os argumentos do outro. "Eu acredito muito no diálogo e em estar aberto a outros pontos de vista", reafirma. Por isso, o prefeito solicitou uma nova reunião, para que cada entidade possa refletir sobre as razões pró e contra a equiparação de horário. Os debatedores levantaram a questão de uma outra lei no lugar da atual, que apenas estabelecesse mecanismos de proteção ao comércio local – como a restrição de instalação de grandes redes nos bairros – e a possibilidade de ampliar a negociação e acordos das empresas com os funcionários.

Participaram do encontro ontem representantes dos minimercados, da Câmara de Dirigentes Lojistas hamburguense (CDL), do Sindicato do Comércio Varejista de Novo Hamburgo (Sindilojas), do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Canoas, com extensão em Novo Hamburgo (Sindigêneros), da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI), do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares, Sindicato dos Comerciários, Federação dos Comerciários e do Sistema Fecomércio. Além das entidades, participaram da discussão o bispo da diocese de Novo Hamburgo, dom Zeno Hastenteufel, o representante do Conselho das Igrejas e Ministros Evangélicos, pastor Aleino Rodrigues, que é da Assembleia de Deus, e o pastor Hardi Brandenburg, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana.

Foto: Néia Dutra/GES.






5 Comentários
Dejair Krumenan
Novo Hamburgo, 02/09/2009 às 13:48
Uma pergunta: o que o Bispo dom Zeno estava fazendo na reunião? Já não basta o apoio que alguns setores da Igreja dão ao MST agora querem meter a colher em Economia? Ou talvez a igreja vai começar a atuar no ramo de mercados? Menos, don Zeno.
marcelino pereira da
Novo Hamburgo, 02/09/2009 às 10:57
Comentario aguardando moderação.
Nicolau
Novo Hamburgo, 02/09/2009 às 10:24
Quem fala o que quer,ouve o que não quer,este tal de gatelli,(...),fico feliz que não preciso conviver com pessoas assim.NH continue à ser imparcial,é 1 prazer ler e dar opinião.
leonardo
Novo Hamburgo, 02/09/2009 às 07:56
O prefeito quer ibope e aquele papo de emprego e crescimento da cidade. De onde supermercado é lazer com a família. Já viu alguem feliz ao ver o preço da carne ou na hora de abrir a carteira no caixa. Por favor, vamos aproveitar as tardes de domingo para a família e não se estressar em fila de mercado.
Fabiana
Novo Hamburgo, 02/09/2009 às 07:51
Não entendo porque o Tarcício não dá sua opinião. Parece gostar de tanto rebuliço do assunto ou tá tirando o dele fora. O elejemos porque era a favor do trabalhador e família. Sempre achei que passando na Câmara o prefeito diria sim. Ou vai acontcer o mesmo que no setor calçadista, fechamento em massa.
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