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  Meu NH Interativo
Bem-vindo ao Meu NH Interativo, um espaço privilegiado no qual você — cidadão-repórter — poderá compartilhar suas histórias através de textos, imagens e sons, interagindo com seus vizinhos e amigos da comunidade. Pelo Meu NH Interativo, você poderá mostrar sua visão particular sobre as coisas que o cercam. Reconhecendo o que é bom, alertando sobre o que poderia melhorar e fazendo parte da Rede dos Leitores do Jornal NH, à disposição de milhares de leitores/internautas da nossa região.

Sem limite de conteúdo, este espaço para blogs comunitários estará disponível para você deixar o seu recado. Para postar informações sobre seu clube, suas entidades, seu bairro, sua rua, enfim, sobre assuntos de interesse da comunidade. E que possam, de alguma maneira, interferir positivamente na sua vida e na vida de seus vizinhos. PARTICIPE!

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Novo Hamburgo -
12 de março de 2010 - 12h23
Motivo do silêncio
Ao ser indagada sobre meu silêncio, respondi sorrindo, que não há quem queira escutar a verdade. Meu blog tem aumentado a frequência e são pessoas que não querem mais ficar paradas e inertes aguardando os acontecimentos. O blog não é só meu. Pertence à toda comunidade que, assim como nós, estejam interessados em construir um País melhor. Hoje, somos três escritores, todos com ideias próprias, sem sofrer as retaliações vindas de algum redator ou diretor de jornal. Nossa responsabilidade é somente com a verdade e nada mais.

Entendo perfeitamente, que algumas instituições façam de outra forma, por motivos que não me competem comentar. Lamento no entanto que a profissão do jornalista seja amordaçada por questão alheias aos seus pensamentos.

Trabalho na iniciativa privada, não tenho e nunca tive aspirações políticas. Desde muito nova aprendi que deveria lutar pelas coisas que acreditava. É isto que tem norteado minha vida, minhas ações e minhas causas.

Viver como gado confinado, andando ao som das trombetas de chifre, nunca fizeram parte do meu cotidiano. Embora minha caneta seja de aluguel, ainda assim, escrevo de acordo com minhas ideias próprias. Se estou certa ou errada, não importa. Eu tenho a coragem de assinar meu nome em tudo o que faço. Para acompanhar nosso trabalho basta acessar http://nhmais.blogspot.com.
Por andrea, de Novo Hamburgo | Comentários [8]
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Estância Velha -
11 de março de 2010 - 14h01
Reunião da BM no bairro Rincão dos Ilhéus
Cerca de 20 lideranças locais participaram da reunião com o comando da Brigada Militar (BM) de Estância na noite de quarta-feira, na capela São Francisco de Assis, no bairro Rincão dos Ilhéus. A falta de um meio de comunicação massivo e local no bairro torna difícil a mobilização da população para reuniões ou outros eventos.

O capitão João Ailton Iaruchewski, comandante do destacamento da BM de Estância Velha, apresentou às lideranças locais presentes, a proposta do Projeto de Policia Comunitária e Cidadã, da BM do Estado. O objetivo principal do projeto é estimular a participação direta e efetiva da população no planejamento e nas ações de segurança. Com o projeto, a BM quer ampliar as ações de caráter pró-ativo (antecipando-se ao fato delituoso) e, ao mesmo tempo, tornar mais eficazes as ações reativas (intervenção no fato criminoso).

Os moradores presentes disseram que é importante criar um vínculo maior entre a comunidade e a instituição, superando desconfianças e dificuldades operacionais. Alguns dados apresentados pelo comandante revelam queda em ocorrência policiais criminosas. Apesar disso, Iaruchewscki salientou que o crescimento da cidade leva ao surgimento de outro tipo de ocorrência que mobiliza a força policial prejudicando as respostas atos criminosos: os acidentes de trânsito com lesões, que são de incumbência da BM. Reuniões com a comunidade fazem parte das ações pretendidas pela BM para implementação do projeto. "Não é algo que se fará da noite para o dia, mas é um processo do qual esta e outras reuniões com a comunidade farão parte", assinalou o comandante.
Por DanielRibeiro, de Estância Velha | Comentários [1]
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Novo Hamburgo -
11 de março de 2010 - 13h59
Limpeza do Arroio Pampa
Em 7 de janeiro de 2010 foi solicitada à Prefeitura de Novo Hamburgo, protocolo 2486/2010-0, a limpeza do Arroio Pampa. Até hoje, 11 de março, nada foi feito. O mato está tomando conta e a ponte que seria reformada continua na mesma situação.
Por Marcia, de Novo Hamburgo | Comentários [3]
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Novo Hamburgo -
11 de março de 2010 - 13h43
A população precisa de educação
Há poucos minutos passei por um acidente na esquina da Rua Silveira Martins com a Avenida Nicolau Becker, onde encontra-se um Celta entre as duas ruas e um Siena atravessado na Nicolau Becker. Como de costume e pelo Celta estar do meu lado da via (Silveira Martins), deixei os carros em sentido contrário passarem. Assim que liberou o outro lado, tive a infeliz ideia de tentar passar, pois no sentido Nicolau Becker-Victor Hugo Kunz misteriosamente apareceu um motoqueiro que sequer observara a situação que acontecia à sua frente e me cortou bem no instante que iria atravessar. Como se não bastasse, logo em seguida o semáforo da Nicolau (mesmo local de onde saiu o motoqueiro) abriu e todos os carros passaram muito próximos a mim, xingando, como se fosse minha a culpa por estar tentando atravessar a rua e ter sido cortado pelo motoqueiro.

Pergunto a todos: não seria mais fácil uma reeducação dos motoristas e perceberem que se deixar passar algo ou alguém que está no meio da rua, o trânsito fluirá mais tranquilamente? Ainda finalizo que como se toda falta de respeito dos motoristas não bastasse, havia três brigadianos parados para registrar uma simples ocorrência. Creio que um segurava a prancheta, outro anotava as informações e o terceiro olhava como bonito e caótico estava o trânsito. O mundo seria melhor se as pessoas não tivessem pressa, mas educação.
Por Diego, de Novo Hamburgo | Comentários [4]
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Novo Hamburgo -
10 de março de 2010 - 20h16
Cenas de impressionar
Numa época em que tanto se fala em racionamento de água, proteção ambiental, etc., é assustadora a atitude de algumas pessoas, demonstrando tremenda falta de bom senso, de respeito com a natureza, com o próximo, com suas próximas gerações.

Pois estava em Capão da Canoa e chovia. Quando cessou temporariamente, a "eficaz" zeladora de um prédio, em plena Sepé, ligou a mangueira e tratou de lavar a calçada, varrendo a água da chuva que havia ali, e durante uma hora com a mangueira ligada, fazia esforço para tirar a água que ali escorria sem parar. Nota: Não era o caso de tirar algum barro ou sujeira trazida pela chuva. O que era então? Ignorância? Estava respeitando a rotina de trabalho no edifício? Não, acho que ela estava tirando com a cara de todos os seres humanos do planeta que se preocupam com esse papinho de falta de água. Ah, pois é, mas logo choveu de novo, tornando a molhar sua calçada. À noite, enfrentamos a falta de água no prédio, realidade enfrentada por muitos veranistas em um final de semana abarrotado de gente.

Achei que pararia por aí. Mas não. Já em Novo Hamburgo, passo pela Joaquim Pedro Soares esquina com a Rua Viamão, e mais um flagrante: debaixo de chuva, uma mulher de meia idade segurava a sombrinha em uma mão e, na outra, segurava uma mangueira. Sim, uma mangueira ligada, água escorrendo, pois a da chuva não bastava: também tinha que vir da mangueira.

Talvez essas mesmas pessoas participem de rodas de conversas onde se fala em racionamento de água, talvez fiquem bravas quando recebem a conta para pagar, talvez assistam indignadas aos telejornais. Mas com esse desabafo quero chamar a atenção para essa atitude irresponsável e absurda.
Por Ale, de Novo Hamburgo | Comentários [2]
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Fotos -
10 de março de 2010 - 18h11
In natura
Num desses sábados escaldantes, fomos visitar pela primeira vez a Reserva Ecológica da Familia Lima, em Dois Irmãos. Foram exatos 22 km do Rincão dos Ilhéus, em Estância Velha, até o local. Doze quilômetros de estrada de chão um tanto mal conservada, compensada pelo fato de ser percorrer o interior, a colonia, ainda existente há poucos quilômetros do burburinho urbano intenso.

A entrada, por pessoa, no local é de R$ 10,00. Vale cada centavo. O ambiente natural mesclado com intervenções humanas respeitosas é único. O arroio Cascatas, de água límpida e gelada, serena o calor de qualquer dia infernal.
Cinco cascatas, seguranças, trilhas conservadas e naturais, encantam.

A Cascata nº 5 (onde a água se precipita por uns 15 metros é algo luxuriante, vista de cima e vista de baixo, sob uma caverna).

Tentei com um recurso panorâmico da câmera pegar o máximo daquele quadro da natureza. Espero que possa aqui partilhar com todos.
Por Daniel Ribeiro, de Dois Irmãos | Comentários [2]
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Novo Hamburgo -
10 de março de 2010 - 17h14
Um sonho de concurso: O público
Quem não sonha ou nunca sonhou em trabalhar no funcionalismo público?

Estabilidade, gratificações, horários flexíveis, enfim. Mas ao menos que seu melhor amigo tenha um cargo de influência em algum governo para dar-lhe uma vaga de "cc", cargo em comissão, você deverá enfrentar o martírio dos concursos públicos. Eu, aos meus 23 anos, já participei de dois, sendo o último para a fundação de saúde de NH, no qual fui aprovado.

Vamos analisar o "mercado" de concursos públicos aqui em NH. Vejamos o cargo de Assistente administrativo para a Fundação de Saúde, vaga que teve mais de 2000 inscritos, sendo que cada candidato teve que desembolsar R$30,00, a soma total somente desta vaga ultrapassou os modestos R$60.000,00, e também o concurso que está em andamento na cidade no qual a vaga de secretário de escola, conforme noticiado no Jornal NH, teve 4.726 inscritos, somando um total de R$ 179.588,00. Lanço minha dúvida: quais são as despesas que se têm para realização de um concurso público? Creio que com o valor arrecadado apenas de uma vaga é possível pagar todo o processo seletivo.

Um mercado muito lucrativo, não concordam? Talvez estejamos sonhando de forma errada, ao invés de sonhar com uma vaga no serviço público devemos sonhar em abrir uma empresa que realiza este tipo de concurso.

Boa sorte a todos os participantes do próximo concurso hamburguense!
Por Edson, de Novo Hamburgo | Comentários [9]
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Poemas -
10 de março de 2010 - 13h19
Croniquinha: Susto
Assustado, conferi meus dedos. Estavam todos ali. Foi-se apenas o anel. Anel de ouro, 18 quilates, de casamento. Minha mulher, uma santa, acreditou, mas ralhou comigo:
- Eu sempre te disse: cuidado ao cumprimentar um político!
- Querida, lembrei tarde demais. - Respondi compungido.
Por DanielRibeiro, de Novo Hamburgo | Comentários [1]
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Crônicas -
10 de março de 2010 - 11h06
Descaso na RS-115
Como falei na minha última cronica, o descaso citado (em resposta à Angela) foi de que a Brigada Militar (BM) e o Corpo de Bombeiros estavam a menos de dois quilômetros do local dos acontecimentos, enquanto a Brita se localiza a pelo menos 20 quilômetros, no momento em que tive meus pneus cortados, assim como outros carros tiveram. Liguei imediatamente ao 0800 da Brita, que me informou que já estavam chegando ao local (o que realmente aconteceu). Porém, quem utiliza a RS-115 sabe que leva pelo menos 20 minutos entre o pedágio e o local do fato. Portanto, volto a dizer que se a BM ou Bombeiros que ali estão para também garantir a segurança e integridade dos moradores e de quem passa pela região, poderiam e deveriam sim efetuar a limpeza ou no mínimo a sinalização da via. Pois das estradas pedagiadas que existem hoje no Rio Grande do Sul, as de concessão da Brita Rodovias é de longe a melhor sinalizada e conservada. Porém, não podem estar no lugar de qualquer incidente automaticamente, não é? Tenhamos consciência de que BM, Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), Bombeiros e Brita devem trabalhar juntos em casos como este que aconteceu no domingo à noite.
Por Junior Baronio, de Novo Hamburgo | Comentários [5]
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Novo Hamburgo -
10 de março de 2010 - 09h53
Banco preferencial
Hoje, como nos demais dias, faltou respeito no trem. Havia sentada no banco destinado a idosos, deficientes, gestantes e pessoas com criança no colo, uma mulher que não correspondia ao devido lugar. Havia muitas pessoas de pé e na Estação Canoas subiu uma senhora de idade. Ela parou em frente ao assento e a mulher sentada nem se mexeu. Vendo isto, não fiquei parada fazendo de conta que tudo estava normal. Educadamente, perguntei se ela estava grávida, pois estava num assento preferencial. Falando alto, que até onde ela sabia não estava, foi levantando e dizendo à senhora de idade que não tinha a visto.

Neste momento, eu já estava voltando a meu lugar a me segurar, ficando de costas para as duas. Quando o trem parou, na Estação Rodoviária senti uma unhada nas costas. Era a mulher mal educada que me fincou a unha e saiu gritando porta a fora: um dia tua (...) vai cair.

As pessoas ficaram me olhando algumas sem entender e admiradas. Eu nada fiz. Pois fiquei pasma. Com o passar dos anos, eu sei que a minha (...) vai cair, mas a minha luta para que se respeite os direitos do próximo jamais cairá.
Por Patricia Beck, de Novo Hamburgo | Comentários [1]
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