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São Leopoldo | terça-feira, 24 de março de 2009 - 17h54 |
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| Apae debate cromossomo responsável pela Síndrome de Down |
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| Diretora da instituição destaca que inclusão é chave para acessibilidade de portadores da doença. |
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São Leopoldo - Na semana dedicada aos 50 anos da descoberta da alteração no cromossomo 21, responsável pela Síndrome de Down, o tema inclusão para a autonomia foi debatido na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de São Leopoldo. Para a diretora administrativa da instituição Soraina Rodrigues Rocha, a inclusão ainda é a chave para a acessibilidade de crianças, jovens e adultos portadores da doença. "A maioria da população desconhece que os portadores da Síndrome de Down podem ter uma vida normal como qualquer outra pessoa, basta que sejam estimulados desde bebês", explicou.
A estimulação precoce é um dos recursos fundamentais para atenuar riscos ou atrasos no desenvolvimento de crianças com Síndrome de Down, que apresentam dificuldades de aprendizado e complicações clínicas associadas. A opinião é da fonoaudióloga e consultora Katya Cabrera Rodrigues. Segundo ela, o atendimento especializado deve ser direcionado à faixa etária de zero a três anos com o objetivo de fazer com que o portador de Síndrome de Down esteja cada vez mais integrado às crianças que não têm a deficiência.
A falta de recursos financeiros também está incluído entre as limitações da Apae. "Temos muitas idéias para melhorar a qualidade de vida deles, inclusive vários projetos que precisam de incentivo financeiro que estão em processo de análise nas mãos dos nossos maiores apoiadores".
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Tags/ palavras-chave: São Leopoldo, vida, jovens |
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