Elke Maravilha quer reencarnar como um rinoceronte
A transformista se diz chateada com algumas atitudes humanas e fala sobre religião
Foto: Divulgação

São Paulo - Elke Maravilha afirmou que anda triste com a intolerância dos seres humanos com as diferenças, citando manifestações como racismo, machismo e homofobia. O Ícone da tevê brasileira na década 1980, hoje com 67 anos, condena toda forma de expressão de preconceitos. “Quero reencanar como um rinoceronte, é um bicho lindo”, declarou ao site Fuxico.com. A tropicalista se diz apaixonada pelos animais e fez declarações polêmicas sobre sua opinião a respeito de Deus, entre elas, a de que seus melhores amigos são ateus. “Eles não fazem aqueles negocinhos: olha, Deus, como eu sou bonzinho, me faz um favorzinho! Me garante um lugar bom aí no céu!”, graceja. Apesar disso, foi categoria ao dizer que jamais seria ateia, mas que já teve dúvidas sobre a existência de Deus. “Nascemos para contestar as coisas. Tive dúvidas se Deus existe. Quem disser o contrário está mentindo. Mas minha dúvida durou dois segundos. Sou pisciana. Nasci mística. Jamais seria ateia”, divagou Elke, lembrando que até Madre Teresa de Calcutá chegou a duvidar, em uma fase de sua vida, da existência do Divino.




















