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Polícia

Presos preventivamente suspeitos pela morte de jovem em festa

Murilo Zinth, 22 anos, foi morto em uma festa em São Leopoldo no último dia 27 de março
Foto: Reprodução/Facebook
Foram necessários 23 dias de investigações desde a morte do jovem Murilo Zinth, 22 anos, em uma festa no bairro Arroio da Manteiga, em São Leopoldo, para que a Polícia Civil chegasse até os dois nomes apontados como principais suspeitos do crime. Os dois jovens, ambos de 25 anos, foram presos na manhã desta terça-feira (19) por agentes da Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH) durante cumprimento de mandados de prisão preventiva.
Um deles, detido em casa, no bairro Feitoria, e o outro no momento em que se apresentava na DPH após ter sido intimado a depor. A polícia ainda realizou buscas nas casas dos suspeitos na intenção de localizar as armas usadas na morte de Murilo, mas nada foi encontrado. Murilo foi morto por volta das 4h45 do dia 27 de março, um domingo, na Estrada do Socorro, em um local conhecido pela realização de festas rave, nos fundos de uma empresa.
De acordo com o chefe da investigação da DPH, Odilei Betanin, os dois presos foram apontados por testemunhas como os autores dos disparos que atingiram a vítima. Em depoimento na Delegacia ambos assumiram estar no local, mas negaram participação no crime. Os dois não possuíam antecedentes criminais.
“Agora possíveis testemunhas arroladas pelos suspeitos durante o interrogatório deverão ser ouvidas para que o inquérito seja remetido ao Judiciário. Além disso, seguimos no aguardo do laudo da necropsia e da perícia feita em um dos carros atingidos pelos disparos no local”, explica Betanin.
Polícia ainda investiga motivação para o crime 
De acordo com Betanin, a motivação para o crime ainda não está clara nas investigações. Na data da morte testemunhas disseram à Polícia Civil que Murilo estava com amigos na festa, quando um homem com o qual ele havia tido um desentendimento meses atrás, se aproximou, dando um soco no teto do carro do jovem.
Murilo então teria descido do veículo com uma arma na cintura, quando teria iniciado a confusão. Os amigos do rapaz que deu o soco no carro tentaram segurar Murilo. No entanto, ele disparou a arma para o chão três vezes. Os tiros atingiram as mãos dos dois que tentavam segurá-lo e que acabaram se afastando, momento em que Murilo foi atingido pelas costas.
Vítima não possuía antecedentes
Segundo a polícia, Murilo, não tinha antecedentes criminais. Ele era pai de uma menina e trabalhava como vendedor em um supermercado. Além disso, participava de grupos e encontros de admiradores de carros rebaixados. O local onde Murilo foi baleado é o mesmo onde há sete meses foram assassinados os irmãos Alexandre e Felipe Klein Schweig de 20 e 27 anos. O mais jovem atingido por vários disparos de arma de fogo e o outro com uma facada no pescoço.
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