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Grupo Sinos
Publicado em 15/03/2015 - 09h58
Última atualização em 15/03/2015 - 10h54

Protestos já começam em Estância Velha, Campo Bom e Igrejinha

Em Igrejinha, manifestantes estão em caminhada para a RS-115, onde farão um bandeiraço

Os protestos deste domingo já começaram em duas cidades do Vale do Sinos, Campo Bom e Estância Velha, e em Igrejinha, no Vale do Paranhana. Todos os manifestos acontecem de forma pacífica. Munidos de faixas e cartazes a população pede o fim da corrupção e a mudanças no governo.
 
 
Foto: Marlon Tegner/ Divulgação
Igrejinha
Cerca de cem pessoas participam do protesto que iniciou na Rua Coberta da Praça Dona Luísa. no Centro. Os manifestantes fazem uma marcha até às margens da RS-115, onde devem fazer uma bandeiraço. A Brigada Militar acompanha a caminhada. De acordo com os manifestantes, eles não devem fechar a rodovia. 
 
 
 
 
 
 
 
Campo Bom
A manifestação acontece no Largo Irmãos Vetter, no centro da cidade, e reúne cerca de 300 pessoas, segundo a Brigada Militar.
 
 
Foto: Laura Píffero/GES-Especial
Estância Velha
Os manifestantes estão chegando desde às 9h30 na Praça 1º de Maio, a ideia é fazer um chimarrão na praça e discutir a situação do país. "A nossa insatisfação é geral, se ficarmos entre quatro paredes não vamos resolver nada. Temos que vir para a rua, mostrar que estamos indignados e que não aceitamos mais essa corrupção. A corrupção ficou tão banalizada que soa como deboche. Pagamos impostos e não temos saúde, educação e saúde", Rosana Poggere, 49 anos, organizadora do protesto em Estância Velha.
 
 
 
 
Foto: Paulo Pires/GES
Porto Alegre
O clima ainda é tranquilo no Parque da Redenção, onde, às 10 horas, está marcado o Coxinhaço, organizado por apoiadores do governo federal. Já estão no local integrantes de entidades como Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical. A Brigada Militar também já está presente. A manifestação preocupa os artesãos do tradicional Brique da Redenção, que devem encerrar as atividades mais cedo neste domingo. O casal Gilberto e Maria Moraes, por exemplo, devem reduzir a exposição de seus trabalhos. Eles ficam, normalmente, até as 18 horas. Neste domingo, devem permanecer até 14 horas. "Já vimos outras manifestações e nunca teve problemas. Mas desta vez estamos com medo", confessa Gilberto. 
 
 
 
 
 

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