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Polêmica

Mesmo em crise, governo do Rio fará reforma de R$ 3,7 milhões em palácio

Servidores tivera mo 13º salário parcelado devido a falta de recurso para pagar o funcionalismo
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
Palácio Laranjeiras é residência oficial do governador do estado do Rio de Janeiro
Enfrentando uma crise financeira igual ou até maior que a do Rio Grande do Sul, o governo do Rio de Janeiro fará uma reforma no Palácio Laranjeiras que custará R$ 3,7 milhões aos cofres públicos. Assim como os servidores gaúchos, o funcionalismo fluminense não recebe em dia, mas o local onde é a residência oficial do governador – embora Luiz Fernando Pezão não more lá – receberá melhorias na piscina , pérgola, corpo de guarda e instalação elétrica. Além de todo o mobiliário que será renovado pela bagatela de R$ 1,3 milhão.
Nesta quarta-feira (9), segundo o jornal Extra, o governo fluminense recebeu propostas para reformar a parte externa do Palácio, que foi doado pelo governo federal em 1974. De acordo com a publicação, duas empresas apresentaram interesse na obra. As propostas serão analisadas pela Comissão Permanente da Empresa de Obras Públicas (EMOP) e a escolhida será anunciada na próxima segunda-feira.
O governo chegou a publicar a chamada para concorrência pública no fim de 2015. Mas depois que a licitação se tornou pública, em janeiro deste ano, e em meio às críticas pelo parcelamento do 13º salário do funcionalismo até abril, o que levou muitos servidores a pegar empréstimos —, o Estado decidiu adiar o processo licitatório.
Em resposta ao jornal Extra, o governo do Rio de Janeiro disse que o "restauro do Palácio Laranjeiras— tombado pelo Iphan e Inepac —, no valor de R$ 39 milhões, é totalmente financiado pela lei de incentivos do ICMS e pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). É a obra mais abrangente que a edificação já sofreu desde 1947, quando foi vendida pela família de Eduardo Guinle para o governo brasileiro". A assessoria de imprensa frisou que “como essas edificações e instalações não estavam contempladas no projeto de restauro, só serão executados de acordo com a disponibilidade orçamentária do Estado”.
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