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Lançamento

Os novos voos da Supervão

Banda trabalha na divulgação do seu primeiro EP: Lua Degradê
O Bah!rulho já falou da Supervão, banda que começou sua trajetória em Porto Alegre, como um projeto dos músicos e artistas visuais Mário Arruda (voz, programações e sintetizadores) e Leonardo Serafini (guitarra), ambos naturais de São Leopoldo e idealizadores do selo Lezma Records, além de membros de outras bandas como Chimi Churris e Siléste. Quem assume o baixo é Ricardo Giacomoni (Chimi Churris). Agora, os caras estão trabalhando na divulgação do EP de estreia da banda, chamado Lua Degradê, lançado através da colaboração dos selos gaúchos Lezma Records e Honey Bomb Records. O trabalho rendeu uma participação no programa Radar – que tu pode conferir ali embaixo. E o Bah!rulhou aproveitou a ocasião pra bater um papo com o guitarrista Leonardo Serafini e saber como o trabalho está sendo recebido pelo público. Se liga aí:
O EP foi lançado em fevereiro. Como está sendo a recepção desse trabalho?
Tá sendo linda, principalmente na vibe dos shows. Ver pessoas desconhecidas chegando junto e cantando os refrões já é uma recepção mais do que especial. Também estamos conseguindo criar contatos com outras partes do Brasil a partir do lançamento, ampliando a rede Supervão.
Como surgiu o convite para o programa Radar e como foi essa experiência na TV?
Assim que lançamos enviamos para todo mundo o EP e logo de cara o Radar já se propôs em organizar a nossa ida lá através do contato do selo Honey Bomb Records, parceiros de distribuição do lançamento junto com a Lezma Records. Depois de todos esses anos o Radar ainda continua sendo uma referência de programa para os artistas aqui do Rio Grande do Sul e é sempre um prazer colar lá.
O som da Supervão traz uma variedade de influências eletrônicas. Como vocês classificam a música da banda e quais são as principais influências?
Além das influências eletrônicas, rola muita influência de outros campos e movimentos de arte. A principal influência é uma busca constante em desconstruir os gêneros e brincar com as limitações, tanto conceituais como de equipamentos. A definição mais repetida do nosso som é algo como Neu Tropicalia, citaria alguns artistas também fundamentais nessa criação sonora como Boogarins, Céu, Otto, Jaloo, Metá Metá, Apanhador Só e Cidadão Instigado.
Foi complicado de transportar esse lado eletrônico da banda para as apresentações ao vivo?
Complicado e de aprendizado foram todos os momentos da Supervão e levar as músicas para o ao vivo também foi assim. Tivemos que fazer diversos testes de formação, softwares e equipamentos até chegar na estética que gostaríamos de ter ao vivo.
Além da Supervão, vocês também atuam em outras bandas, além de comandarem o selo Lezma Records. Como é se dividir nessa rotina e como está a produção do selo?
O segredo é não dividir. Ser tudo junto e misturado.
Quais os próximos passos da banda?
Estamos articulando a tour de lançamento do EP Lua Degradê para fora do Estado. Neste mês ainda vamos viajar para o interior do Estado para participar do Festival De Música de Rua e em breve sairá um clipe para a música Lua em Gêmeos.
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