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Notícias | Região Exemplinho

Menina de 8 anos de São Leopoldo consegue 4 mil roupas para ajudar São Francisco de Paula

A pequena Monick ficou sensibilizada com a catástrofe da cidade serrana e levou a ideia da ajuda para a escola onde estuda

Última atualização: 28.03.2017 às 21:41

Arquivo Pessoal
Monick Eduarda Kuhn, 8 anos, não conseguia conter a satisfação pela quantidade de doações que conseguiu juntar na comunidade
O que se pode fazer pelo mundo com 8 anos de idade? Para a pequena Monick Eduarda Kuhn, do bairro Campina, em São Leopoldo, ajudar os atingidos pelo tornado que atingiu São Francisco de Paula no dia 12 deste mês. Com o auxílio da família, da comunidade da escola onde estuda e de outras pessoas do bairro, a menina conseguiu angariar em três dias cerca 4 mil peças de roupas, o suficiente para encher dois carros com as doações. "Foi muito bom que todos ajudaram. É bom ajudar as pessoas. Assim quero dizer que somos bons de coração", conta Monick.

Segundo o pai dela, o instrutor de trânsito Marlon Kuhn, a Monick chegou naquela semana seguinte à catástrofe, viu na televisão e falou que queria ajudar as pessoas de São Chico. "Então no dia 17 ela falou para a professora, na Escola Estadual Emilio Sander (no bairro Arroio da Manteiga), que fez bilhetinhos para os demais alunos pedindo as doações em nome de minha filha", relembra Kuhn. A menina estuda na 3ª série, no turno da manhã.

Três dias depois, foram tantas doações, que um tio da Monick, irmão de Kuhn, teve que ir na escola buscar tudo para não atrapalhar os colegas em sala. "Ela ficou muito feliz", ressalta o pai. Além das roupas, ainda houve a ajuda de duas cestas básicas.

Entretanto, apesar da boa intenção e do esforço, Kuhn entrou em contato com a Defesa Civil de São Chico. Pelo telefone, informaram que não era mais necessário receber ajuda em roupas. "Ficamos um pouco decepcionados, mas achamos um outro lugar que também precisa de ajuda", acrescenta. Então os bens arrecadados foram encaminhados para a Igreja São Jorge, na Campina, que realiza uma espécie de brechó solidário duas vezes por semana. "Vai ajudar igual. O que valeu foi a intenção da Monick", pontua o instrutor de trânsito.

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