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Comércio doce

Ovos infantis e barras foram a aposta dos ajudantes do coelho nesta Páscoa

Em um hipermercado hamburguense, vendas aumentaram 15% em relação à Páscoa passada

Juliana Nunes/GES-Especial
Compras de última hora
Os hipermercados e lojas de doces ficaram cheios neste sábado (15) em Novo Hamburgo e os ajudantes do coelho tiveram bastante trabalho para encontrar opções para os pequenos. A procura maior nesta Páscoa foi pelos ovos infantis. “Eu pedi para minha mãe encomendar para o coelho o ovo da Moana. Não vi o filme ainda, mas achei o copo que vem junto muito legal”, conta a estudante Luisa Cintra Pizzatto, 7, que estava acompanhada da mãe, a corretora de seguros Carla Cintra, 43.

A auxiliar de cozinha Joelma Amaral, 40, também comprou o ovo escolhido pela sobrinha Ana Clara da Rosa, 3. “Eu vim comprar o que ela me pediu, o ovo das princesas. Agora falta escolher algo para meu filho de 17 anos", comenta Joelma, que aproveitou para registrar o encontro de Ana Clara com a princesa e promotora de vendas Fernanda Lima, 32.

“A criançada gosta bastante, muitos pedem para tirar foto”, conta Fernanda. E não foram somente as meninas que escolheram personagens. O estudante Rafael Vinicius Coelho pediu (e ganhou!) o ovo do Super-homem. “Ele estava chateado porque eu disse que não ia dar, mas decidi comprar de última hora. Ele adora o Superman”, relata a chanfradeira Patrícia Mota, 36, mãe de Rafael.

Segundo o gerente de um hipermercado do bairro Rincão, Lauri Vargas, a unidade diminuiu em 8% a variedade dos produtos, mas conseguiu aumentar as vendas em 15% em relação a Páscoa de 2016. “Investimos mais em algumas marcas, como a Neugebauer, que é gaúcha e o preço acaba sendo menor para nós, e diminuímos a variedade. Tivemos uma margem de lucro de 26%. Para nós, as vendas estão muito boas. Percebemos que, até a última quinta-feira, o pessoal vinha mais atrás das barras de chocolate. Como baixamos o preço dos ovos, a procura por eles começou a ser maior. Tanto que, em algumas marcas, como a Arcor, os ovos infantis já esgotaram", destaca.

E para quem preferiu economizar, a opção foi a compra de itens mais acessíveis como as barras e as caixas de bombons. “Eu vou dar barras de chocolate para meus afilhados e sobrinhos, os ovos estão muito caros”, diz a auxiliar de limpeza Maria Nildepe, 55. O servidor público aposentado Bruno de Oliveira Viegas, 86, aproveitou a véspera da Páscoa para garantir doces para presentear a irmã. “Eu comprei um ovo e caixa de bombom, quis fazer esta gentileza para minha irmã que mora comigo”, conta.

  • Bruno comprou um ovo e uma caixa de bombons para a irmã
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • Maria preferiu escolher as barras de chocolate, mais em conta
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • Joelma escolhendo o ovo para a sobrinha
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • A princesa Fernanda e a pequena Ana Clara
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • Joelma registra a sobrinha com o ovo das princesas
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • A Luisa escolheu o ovo da Moana
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial

Feito em casa

Juliana Nunes/GES-Especial
Lojas lotadas no comércio de Novo Hamburgo nesta véspera de Páscoa
E como os preços dos ovos de Páscoa estão nas alturas, há quem prefira fazer o doce em casa ou comprar guloseimais para compor o ninho de Páscoa da garotada. Este tem sido o diferencial de uma loja de doces no centro de Novo Hamburgo. “Nós sempre temos movimento na loja, mas as vendas de páscoa caíram um pouco em relação ao ano passado. Como fazemos os pedidos com base nos dois últimos anos, compramos já uma menor quantidade. Temos dois públicos: o primeiro, das confeiteiras que estão fazendo os ovos em casa, que foi o público que realmente cresceu; e daqueles que estão em busca de itens para o ninho, como os ovinhos de açúcar e as cenourinhas, além dos presentes de última hora. Ao longo dos anos, também oferecemos aulas-show, com empresas parceiras, para que as pessoas possam aprender a fazer os doces. Antes da Páscoa, fizemos uma oficina de ovo e de ovo de colher”, relata a proprietária da loja, Crisiane Dopke.


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