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Procuradoria faz denúncia

Cinco políticos gaúchos do Partido Progressista saem da Lava Jato

Por ora, inquérito contra Molling, Hamm, Heinze, Goergen e Covatti foi arquivado por Janot

Divulgação
Afonso Hamm, Jeronimo Goergen, Renato Molling, Luis Carlos Heinze e Vilson Covatti
O procurador geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra 12 políticos do Partido Progressista (PP) e concluiu que não encontrou provas suficientes de envolvimento no delito de organização criminosa de 15 políticos, dos quais cinco gaúchos: os deputados federais Afonso Hamm, Luiz Carlos Heinze, Jerônimo Goergen e Renato Molling, além do ex-deputado Vilson Covatti. A lista foi liberada ontem pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme documento, por ora estão arquivados os inquéritos contra os cinco gaúchos e mais dez políticos de outros Estados. Na decisão, Janot informou: “ressalvando-se a possibilidade de reabertura das investigações ou até mesmo de oferecimento de denúncia em relação a tais pessoas, caso surjam elementos novos”.

O presidente do PP no Estado, Celso Bernardi, declarou ontem à noite que a lista foi um alívio. “A primeira lista foi em março de 2015 e foi um peso para os deputados e para suas famílias também. O partido também ficou com a imagem arranhada”, frisou, informando que hoje, às 14h30, haverá coletiva de imprensa na sede do partido em Porto Alegre. Renato Molling declarou estar “super feliz” com a notícia. Afonso Hamm disse: “sempre confiei na justiça e estou feliz”. O ex-deputado Vilson Covatti disse que “demoraram dois anos e meio para um resultado que a gente esperava”. A reportagem não conseguiu contato com Heinze, Goergen e Otávio Germano. Os outros denunciados são: Aguinaldo Ribeiro (PB), Arthur de Lira e Benedito de Lira (AL), Ciro Nogueira (PI), Eduardo Silva (PE), Francisco Dornelles e João Pizzolatti (SC), Luiz Faria (MG), Mário Negromonte (BA), Nelson Meurer (PP-PR) e Pedro Henry Neto (MT).

Renato Molling: "Felizmente isso terminou"

Como o senhor recebeu a informação de que não está mais na lista?
Renato Molling - Sempre esperava por isso, há bastante tempo. Neste tempo todo a gente apanhou, a gente sofreu toda vez que aparecia a Lava Jato. Quem me conhecia sabia que não tinha nada a ver e quem não me conhecia ficava em dúvida.

O nome na lista afetava o seu trabalho?
Molling - Eu tinha dificuldades de trabalhar porque as pessoas me olham de uma maneira diferente. Eu sofri muito neste dois anos. Felizmente isso terminou, a justiça foi feita. Levou muito tempo porque é uma eternidade.

Como o senhor se sente com o arquivamento?
Molling - Fico super feliz. Quando a gente está em uma situação dessas é gravíssimo. Não tinha nada a ver. Agora é só alegria.

Quais serão os próximos passos?
Molling - Essa decisão motiva mais a gente a trabalhar. Eu sofri, ainda mais porque minha esposa é prefeita e os adversários atacam muito. Quando está na lista nao tem como se defender. Hoje com o arquivamento, a gente renova a força total para fazer pela política de trabalhar, de não enganar ninguém e ter a política de resultado. Não sou de fazer barulho, sempre fui muito de conseguir, de lutar as coisas.


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