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Barbárie

Crianças esquartejadas eram irmãs, revela exame de DNA

Laudo divulgado nesta quarta-feira aponta que menino e menina têm a mesma mãe, mas pais diferentes
27/09/2017 21:55 28/09/2017 08:41

Adriana Lima/GES-Especial
Partes dos corpos foram localizados em estrada em Lomba Grande

Ainda sem qualquer pista sobre quem sejam as crianças esquartejadas, deixadas em sacos de lixo à beira da estrada no bairro Lomba Grande, em Novo Hamburgo, a Polícia Civil recebeu nesta quarta-feira (26) a informação de que são irmãs. O laudo do DNA, que chegou no fim da tarde, aponta que o menino e a menina tinham a mesma mãe, mas pais diferentes. “Esses dados são de grande valor no filtro que estamos fazendo de crianças desaparecidas”, declara o delegado de Homicídios, Rogério Baggio Berbicz. A principal dificuldade, segundo ele, é que as cabeças não foram encontradas.

Os agentes vêm verificando a situação de mais de duas mil crianças desaparecidas ou que não estão indo à escola no Estado. “Agora que sabemos que são irmãos, por parte de mãe, podemos aprofundar a tentativa de identificação de forma mais precisa.” O delegado ainda aguarda informações sobre as características físicas, como peso e altura, que estão sendo elaboradas pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP).

Peritos já estimaram as idades

“É um caso complexo, difícil. Queremos muito descobrir quem fez essa barbaridade. Isso mexe com a gente. São duas crianças”, comenta o delegado. As idades a Polícia já tem. Conforme os peritos, o menino tinha entre 9 e 10 anos e a menina, de 10 a 12 anos. A Delegacia de Homicídios disponibiliza um telefone exclusivo para informações sobre o caso: o WhatsApp (51) 98416-8902.

Digitais ainda sem resultado

A pesquisa das digitais está em andamento. As mãos estavam em bom estado para a perícia. “Não bateu com ninguém no Rio Grande do Sul, mas isso não quer dizer que não sejam daqui, pois nessa faixa etária é comum a pessoa não ter carteira de identidade. E mandamos também para outros Estados, mas por enquanto não há nada”, expõe Rogério.

Barbárie veio à tona no dia 4

A barbárie veio à tona no último dia 4, quando apareceram sacos de lixo à margem da Rua Porto das Tranqueiras. Eram troncos e membros humanos. Três dias depois veio a confirmação de que se tratavam de crianças. No dia 18, a 400 metros de distância, no outro lado da via, foram encontrados outros pedaços, principalmente pés e pernas, que eram revirados por cachorros. Na expectativa de localizar as cabeças, foi empregado um cão farejador dos bombeiros em varredura de quatro horas pela área.  O local foi usado como desova. Onde as crianças foram esquartejadas e o motivo ainda são mistério.


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