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Filumenista

Morador de Novo Hamburgo coleciona 28 mil caixinhas de fósforo

José Ernani Müller, de 66, alimenta o hobby desde os 12 anos
27/11/2017 09:01 27/11/2017 09:12

  • José Ernani Müller tem coleção de 28 mil caixinhas de fósforo
    Foto: Bruna Mattana/GES-Especial
  • Müller mostra algumas raridades
    Foto: Bruna Mattana/GES-Especial
  • Caixinhas são de várias épocas, mas em especial das décadas de 1950 e 1960
    Foto: Bruna Mattana/GES-Especial
  • Coleção contra com 28 mil caixinhas de fósforo
    Foto: Bruna Mattana/GES-Especial


Há 54 anos, o engenheiro agrônomo José Ernani Müller, 66, também é conhecido por ser um filumenista – denominação dada à pessoa que coleciona caixas de fósforos. O hamburguense conta que esse é o seu hobby desde os 12 anos. “Antigamente era muito comum colecionar coisas, como moedas ou selos. Eu ganhei as primeiras três caixinhas de fósforo de um primo e passei a me dedicar só a esse tipo de coleção. Eu vibro a cada nova raridade adquirida.”

A primeira caixinha de fósforo de papelão foi patenteada em 1892, pelo advogado norte-americano Joshua Pusey, da Pensilvânia. Na coleção de Müller, que conta com cerca de 28 mil unidades, a mais antiga é de 1901, da Companhia Brasileira de Phosphoros, de São Leopoldo.

RARIDADES

Além dessa, o filumenista possui ainda coleções completas que são verdadeiras raridades, como a dos anos 70 do cartunista Ziraldo, da seleção brasileira campeã dos Mundiais de 1958 e 1962, do extinto Esporte Clube Renner, de Porto Alegre, campeão gaúcho invicto de 1954.

“Possuo coleções de diversos temas, formatos e tamanhos. Principalmente nas décadas de 1950 e 1960, as caixinhas de fósforos eram usadas a fim de fazer propaganda de um produto, marca ou até mesmo para campanhas políticas. Acredito que elas acabam sendo um registro de momentos da história”, sublinha.

Colecionador aceita trocar algumas peças

Separadas e identificadas em caixas, as unidades contam com o cuidado de Müller e do seu filho, José Eduardo Müller (o Duda), 35.

Embora possua peças raras, ele afirma: “Não vendo, só troco”, diz, ressaltando que possui caixinhas de todos os países das Américas e vários exemplares da Ásia, África, Europa, Oriente Médio. “Tenho amigos filumenistas espalhados por vários países. Na Alemanha tem vários encontros internacionais só para colecionadores de caixinhas de fósforo”, pontua. Quem quiser conhecer a coleção completa ou trocar “caixinhas” pode entrar em contato pelo e-mail je.muller@bol.com.br.


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