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Literatura

Henrique Schneider participa do lançamento de seu novo romance

Escritor foi o vencedor na categoria romance do Prêmio Paraná de Literatura em 2017
28/02/2018 19:03 28/02/2018 19:45

Thaís Lehmann
Setenta conta a história de um homem preso e torturado pela Ditadura Militar durante a Copa do Mundo no México
Setenta, livro de Henrique Schneider que foi premiado no ano passado no Prêmio Paraná de Literatura, na categoria romance (Prêmio Manoel Carlos Karam), tem seu lançamento marcado para a próxima quarta-feira (7). O escritor participa do evento de lançamento no Paraná, a partir das 20h30. A cerimônia, que ocorrerá no auditório da BPP, em Curitiba, faz parte da programação comemorativa que celebra os 161 anos da instituição. Também acontecem no evento o lançamento dos três livros premiados pelo concurso – além de Setenta, também A bandeira de Cuba, de Marcelo Degrazia, e Tempo de dentro, de Sônia Barros – e um debate com os escritores vencedores.  

As atividades são abertas ao público e, conforme o coordenador do Prêmio, Omar Godoy, a expectativa é de auditório lotado.

Publicação

Dos 1.000 exemplares de Setenta publicados pela BPP, 900 serão “distribuídos em todas as bibliotecas estaduais do Paraná e enviados para um mailing de escritores, jornalistas, editores e acadêmicos de todo o Brasil”, explica Godoy. Os demais serão entregues ao seu autor, que projeta a publicação de novas edições do livro ainda em 2018.

Foram 2.180 livros inscritos no concurso, com representantes de todos os estados e obras enviadas por brasileiros que moram fora do País.

O Rio Grande do Sul, Estado de Schneider e onde se passa a trama, foi o quinto Estado com maior número de participantes. O campeão neste quesito foi São Paulo, seguido pelos Estados do Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Além da publicação dos livros, cada autor recebeu R$ 30 mil como prêmio. Em dezembro, quando recebeu o prêmio, Henrique Schneider comentou sobre a trama que se desenrola em Setenta. “Se passa nos anos 70, com um personagem que é confundido com um dos participantes da tentativa de sequestro do cônsul norte-americano em Porto Alegre, que resultou no aumento da repressão no Estado. Ele é torturado de verdade em um quartel clandestino, até que ele é solto no dia em que o Brasil decide a Copa do Mundo de 70 no México”, comentou o escritor.

Ele destaca ainda os paralelos da história com o futebol e como a temática é ainda mais reflexiva atualmente. “Pensamos que não seria mais preciso lembrar para as pessoas que a ditadura é algo ruim e que ela tortura, mas quando vemos o povo defendendo o retorno precisamos relembrar.”


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