Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Jornal NH, 99 - Bairro Ideal - Novo Hamburgo/RS - CEP: 93334-350
Fones: (51) 3065.4000 (51) 3594.0444 - Fax: (51) 3594.0448

PUBLICIDADE
Violência

Moradora de Parobé seria mandante de assassinato de garoto de programa

Vítima foi morta com mais de 100 facadas em dezembro do ano passado
13/03/2018 17:35 13/03/2018 17:38

Polícia Civil/Divulgação
Luciana Smith, da 5ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa, e Paulo Rogério Grillo, diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, concederam entrevista na manhã desta terça-feira
Presa preventivamente pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), uma moradora de Parobé, de 23 anos, é suspeita de ser a mandante do assassinato de um garoto de programa, em Porto Alegre, em dezembro do ano passado. Conforme a delegada Luciana Smith, ela era ex-namorada da vítima, um jovem de 21 anos que residia em Parobé, e teria se aliado a um morador de São Paulo, que também tinha um relacionamento com o rapaz. As identidades não foram divulgadas pela Polícia.

O corpo do jovem, que atuava como garoto de programa, foi encontrado no bairro Mario Quintana, na Capital, com mais de cem facadas. Segundo a delegada, ele foi atraído a Porto Alegre para fazer um programa e foi levado por duas meninas até um apartamento, onde os executores o aguardavam. "Ele se relacionava com o garoto de programa de São Paulo e, por uma desavença no relacionamento deles lá e por a vítima ter pego dinheiro emprestado, esse rapaz de São Paulo começou a ficar muito bravo e entrou em contato com a ex-namorada, e aí os dois passaram a planejar a execução e contrataram membros de uma facção", afirma.

O inquérito foi concluído com a solicitação de prisão preventiva dos dois mandantes. Entretanto, durantes as diligências em São Paulo e antes da chegada dos policiais, o rapaz cometeu suicídio. "Era um rapaz de classe média alta, que trabalhava em empresa de publicidade, sem envolvimento com atividade criminosa", diz a delegada. Sobre a moradora de Parobé, Luciana ainda destaca que ela possuía relacionamento e visitava presos. "A partir daí ela deve ter entrado em contato com a facção que veio a executar a vítima", relata.


Jornal NH
PUBLICIDADE

WEBTV

PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS