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Guerra

Trump anuncia ataques à Síria com o apoio de França e Reino Unido

Presidente norte-americano ainda advertiu Rússia e Irã sobre laços com os sírios
13/04/2018 22:30 13/04/2018 23:04

Mandel Ngan/AFP
Presidente norte-americano fez pronunciamento sobre os ataques à Síria na noite desta sexta-feira

O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (13) ter ordenado "ataques de precisão" contra alvos na Síria, em uma ação coordenada com os governos da França e do Reino Unido, uma semana após um suposto ataque com armas químicas ter matado cerca de 40 civis em Duma.

"Ordenei às forças armadas dos Estados Unidos que lancem ataques de precisão contra alvos associados à capacidade de armas químicas do ditador Bashar Al Assad", disse Trump em discurso à Nação na Casa Branca.

Enquanto o presidente anunciava os ataques, várias explosões foram ouvidas na capital da Síria, Damasco.

A TV estatal síria também reportou os ataques americanos e a defesa antiaérea entrou em ação contra a "agressão" americana.

Instantes depois de ordenar o ataque, Trump responsabilizou Rússia e Irã "por apoiar, equipar e financiar o regime criminoso" da Síria.

Por isso, acrescentou, a Rússia "descumpriu suas promessas" de impedir que o governo de Assad use armas químicas.

Momentos antes do pronunciamento à Nação de Trump, o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que está em Lima participando da Cúpula das Américas, deixou repentinamente um banquete sem dar explicações e retornou ao hotel onde está hospedado, segundo jornalistas que o acompanham na viagem.

Mais cedo, a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, anunciou que os Estados Unidos tinham provas de que Assad havia de fato lançado o ataque com armas químicas na região de Duma.

"Não direi quando tivemos a prova. O ataque ocorreu no sábado e sabemos que foi um ataque químico", disse Nauert à imprensa, em Washington, acrescentando que apenas alguns poucos países, como a Síria, tinham "esse tipo de armas".

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que a Rússia também era responsável pelo ocorrido porque "fracassou em impedir que ocorresse um ataque com armas químicas".

O presidente americano manteve seguidas reuniões de consulta nos últimos dias com seus conselheiros militares e aliados no exterior para definir uma reposta às denúncias de ataque químico.

No Conselho de Segurança da ONU, António Guterres, fez também nesta sexta-feira um apelo dramático a agir com "responsabilidade" para evitar uma "escalada militar total" na Síria.


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