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Extraterrestre

Nasa lança missão para descobrir se estamos sozinhos no Universo

A expectativa é que satélite revele cerca de 20 mil planetas além do nosso sistema solar
16/04/2018 14:11 16/04/2018 14:49

A nova missão da Nasa de busca de planetas, pronta para ser lançada nesta segunda-feira (16), visa a avançar na tentativa de encontrar vida extraterrestre, fazendo uma varredura nas proximidades da galáxia por planetas semelhantes à Terra.

Espera-se que o satélite de investigação Transiting Exoplanet, ou TESS, decole às 18h32 hora local (19h32 no horário de Brasília) a bordo de um foguete Falcon 9 da SpaceX a partir de uma plataforma de lançamento de Cabo Canaveral, Flórida.

Com um custo total de 337 milhões de dólares, o aparelho espacial - do tamanho de uma máquina de lavar - foi projetado para procurar sinais de atenuação periódica da luz nas estrelas mais próximas e mais brilhantes. Esses sinais, conhecidos como "trânsitos", podem significar que há planetas em órbita ao redor delas.

A expectativa é que o TESS revele cerca de 20.000 planetas além do nosso sistema solar, conhecidos como exoplanetas, indicou a Nasa.

Suas descobertas serão estudadas em profundidade por telescópios terrestres e espaciais em busca de sinais de habitabilidade, como terrenos rochosos, tamanho semelhante ao da Terra e uma distância do Sol que permita uma temperatura compatível com a água líquida.

A Nasa também prevê que o satélite pode encontrar mais de 50 planetas do tamanho da Terra e até 500 planetas com menos de duas vezes o tamanho da Terra.

JPL-Caltech/JPL-Caltech/Nasa
Grupo de dez exoplanetas foram registrados pelo observatório Kepler
O TESS irá explorar muito mais espaço cósmico do que o seu antecessor, o Telescópio Espacial Kepler, que foi lançado em 2009 e que abrangeu 85% dos céus.

"TESS está equipado com quatro câmeras muito sensíveis que poderão monitorar praticamente todo o céu", declarou George Ricker, chefe de pesquisa do TESS no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). "Isso é aproximadamente 20 vezes mais do que a missão Kepler era capaz de detectar".

Kepler, a primeira missão de caça a planetas do tipo, "foi lançado para responder a uma única pergunta: É comum um planeta como a Terra em torno de uma estrela como o Sol?", explicou Patricia Boyd, diretora do programa de pesquisadores convidados do TESS no Goddard Spaceflight Center da Nasa.

"TESS é o próximo passo. Se houver planetas por toda parte, então é hora de encontrarmos os planetas que estão mais próximos de nós, orbitando estrelas próximas brilhantes, porque estes seriam a base do sistema".

TESS e Kepler usam o mesmo sistema de detecção de trânsitos planetários, isto é, sombras projetadas quando passam em frente à sua estrela.

Enquanto Kepler confirmou cerca de 2.300 exoplanetas e milhares de outros candidatos potenciais, muitos estavam distantes demais e pouco iluminados para continuar estudando.

Com o satélite Kepler quase sem combustível e atingindo o final de sua vida útil, TESS pretende assumir a tarefa na busca focando mais de perto os planetas a dezenas ou centenas de anos-luz de distância.

"TESS vai aumentar radicalmente o número de planetas que temos para estudar", disse Ricker. "O número vai duplicar em relação ao visto e detectado pelo Kepler".

Espera-se que os primeiros dados do TESS sejam divulgados em julho. A Nasa argumenta que os cidadãos astrônomos podem ajudar a estudar os planetas em busca de sinais de possível habitabilidade.



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