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Outro trem da Série 200 volta a operar

Dos 15 novos trens comprados em 2013 apenas quatro estavam em operação
16/04/2018 15:45 16/04/2018 15:57

Divulgação/Sindimetrô
Com capacidade para dois mil passageiros em seus quatro vagões, o veículo voltou a trafegar no último dia 10
A Trensurb confirmou a volta à operação diária entre Porto Alegre e Novo Hamburgo de um novo trem da Série 200. Com capacidade para dois mil passageiros em seus quatro vagões – mil a mais que os trens da Série 100 – o veículo voltou a trafegar no último dia 10. É um dos 15 adquiridos pela empresa ainda em 2013, ao custo de R$ 243,7 milhões, mas que desde 2015 estava fora de serviço por um recorrente problema de infiltração de água nos rolamentos – o problema se repete em como outros nove trens da Série 200 que também não trafegam.

A polêmica envolvendo os veículos é uma das dores de cabeça diárias da Trensurb. No final de março a companhia não concordou com o cronograma de reparo apresentado pelo consórcio Frota POA, vencedor da licitação, por entender que a entrega dos trens em condições de trafegabilidade é de inteira responsabilidade do consórcio, não cabendo manifestação em relação às datas propostas para a conclusão do recall ou quanto às soluções oferecidas. Pelo cronograma do Frota POA, composto pela francesa Alstom e a espanhola CAF, um sexto trem deve ser reintegrado à frota no próximo dia 20, com os outros nove sendo gradativamente reincorporados até 28 de dezembro próximo.

MPF de olho

O imbróglio entre a Trensurb e o Frota POA já rendeu multa de R$ 2 milhões ao fornecedor e é acompanhado com interesse pelo Ministério Público Federal (MPF). “Quero examinar a origem dessa situação, a licitação que levou a contratação do consórcio, independente deles consertarem ou não os trens”, diz o procurador federal de Novo Hamburgo, Celso Tres.

Ele já tem material do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que em março de 2014 alertou sobre um cartel entre empresas do setor em licitações federais em São Paulo e Brasília e com suspeita também na Trensurb. Ainda com Tres esta uma cópia do inquérito da Polícia Federal sobre o caso. Um dos pontos de interrogação na licitação dos novos trens é observado por ele. “É o porque da não participação da japonesa Kawasaki no processo. A empresa construiu os trens da Série 100 e dentro da estatal era defendido que ela fizesse um recall desses veículos, num custo ao que parece estimado em 30% do preço pago pelos novos trens”, ilustra Tres.


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