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Marcos Schmidt

Um lugar para morar

Leia artigo de Marcos Schmidt
08/05/2018 10:00

Pastor Marcos Schmidt Marcos Schmidt é pastor luterano

marcos.ielb@gmail.com

Quem casa quer casa e qualquer mãe deseja um lar para os filhos. Mas, o mês das noivas e das mães começou expondo a triste realidade de 33 milhões de brasileiros que não têm um lugar onde morar e de 7,7 milhões de moradias que precisam ser construídas. Sem dúvida, o incêndio no edifício ocupado no coração de São Paulo revela esta angústia brasileira e mundial, de gente que sobrevive sob o perigo constante de incêndios, inundações, violência, falta de saneamento, enfim, sem as mínimas condições de vida. 

Drama antigo num mundo injusto compartilhado pelo próprio Jesus. No meio da multidão despejada e faminta, diz que veio sofrer junto à desgraça humana, a ponto de lembrar que “as raposas têm as suas covas, e os pássaros os seus ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde descansar” (Mt 8.20). O que fazer para que Jesus (isto é, o próximo) tenha casa, água, comida, roupa, vida? Um desafio intransponível num planeta egoísta, injusto e sem amor.
Por isto, o desespero do Ricardo no topo do edifício em chamas: “Por favor, manda o helicóptero. Me tira daqui!” É o grito angustiante de gente sem saída que morre sob as labaredas de uma sociedade que desaba, porque destrói as estruturas assentadas pelo Criador. Isto faz lembrar o pedido de socorro quando o assunto é a alma. O apóstolo Paulo faz o alerta: “Todos os que pedirem a ajuda do Senhor serão salvos. Mas, como é que as pessoas irão pedir, se não crerem nele? E como poderão crer, se não ouvirem a mensagem? E como poderão ouvir, se a mensagem não for anunciada? E como é que a mensagem será anunciada, se não forem enviados mensageiros? (Rm 10.13-15).
Numa terra de gente sem casa e com tantas tragédias, surge a promessa do divino morador de rua: “Não fiquem aflitos. Creiam em Deus e creiam também em mim. Na casa do meu Pai há muitos quartos, e eu vou preparar um lugar para vocês” (Jo 14.1,2). A esperança da moradia celeste, no entanto, jamais deverá desfazer a responsabilidade cristã em amenizar o sofrimento de Jesus que não tem onde reclinar a cabeça.


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